Questão 1 · IGEDUC · 2026 · Prefeitura de Altos-PI
A separação silábica na língua portuguesa observa critérios previstos pela gramática normativa para a organização das sílabas, considerando o comportamento dos encontros vocálicos e consonantais na estrutura das palavras (BECHARA, 2024).
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Na divisão silábica ortográfica, os encontros consonantais formados por consoante seguida de "l" ou "r", como em pla-na e pra-to, permanecem na mesma sílaba.
PORQUE
II. Esses encontros consonantais constituem grupos inseparáveis na estrutura silábica da língua portuguesa, pois seus elementos integram a mesma unidade sonora na formação da sílaba.
Assinale a alternativa CORRETA.
- A) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
- B) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
- C) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
- D) As asserções I e II são proposições falsas.
- E) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
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Gabarito oficial: A
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Questão 2 · FUNDATEC · 2024 · FUMSSAR (Santa Rosa/RS)
A saga do azeite
Por Rafael Battaglia
01 A oliveira é uma árvore baixa com troncos retorcidos, nativa da bacia mediterrânea. É dela
02 que sai a azeitona, que é uma drupa: fruto com uma única semente (o caroço), assim como o
03 pêssego, a manga e a ameixa. Os humanos consomem azeitonas ___ pelo menos 100 mil anos.
04 Mas não era uma refeição gostosa: azeitonas cruas são superamargas. Com o tempo, nossos
05 antepassados perceberam que, quando pressionadas, elas liberavam óleo. O suco da fruta, esse
06 sim, era saboroso.
07 A prática se estendeu para outras civilizações do Mediterrâneo, e o óleo logo se tornou uma
08 peça importante da economia da Idade do Bronze. Os egípcios compravam quantidades cavalares
09 de azeite da ilha de Creta, na Grécia, para fazer remédios e cosméticos. O produto também
10 servia de combustível para lamparinas e como oferenda aos deuses: a tumba do faraó
11 Tutancâmon estava repleta da iguaria.
12 No Brasil, com o tempo, alguns agricultores arriscaram produzir azeite. Mas a Coroa
13 portuguesa logo cortou o barato (e os olivais). Baixou ___ lei: o Brasil só poderia consumir óleo
14 de Portugal. Mesmo após a independência, a tradição se manteve: hoje, 60% das nossas
15 importações vêm da terrinha. Já nos Estados Unidos, o azeite era considerado um produto
16 exótico até meados do século 20. Mas tudo mudou quando os americanos descobriram algo que
17 os povos mediterrâneos já sabiam intuitivamente há milênios: que o óleo faz bem ___ saúde.
18 Nos anos 1950, o fisiologista Ancel Keys queria entender por que americanos com altos
19 salários, que supostamente teriam acesso a uma alimentação melhor, tinham mais doenças
20 cardíacas em comparação a populações europeias pobres e com uma dieta rica em gordura. Keys
21 estudou povoados na Grécia e no sul da Itália (uma região que, até hoje, tem uma das maiores
22 expectativas de vida do mundo). E formulou a seguinte hipótese: ___ de que o cardápio local,
23 composto por vegetais, oleaginosas e, claro, azeite, estaria associado a um risco menor de
24 problemas cardiovasculares.
25 Assim como outros óleos vegetais, o azeite é composto majoritariamente de gordura
26 insaturada. Carnes e manteiga, por sua vez, têm gordura saturada. A diferença está no número
27 de moléculas de hidrogênio ligadas às de carbono. Na saturada, os átomos estão lotados
28 (saturados) de hidrogênio. Na outra, há menos conexões desse tipo. Essa diferença estrutural
29 faz com que as gorduras saturadas sejam sólidas em temperatura ambiente; as insaturadas,
30 líquidas. As saturadas aumentam os níveis de LDL, o colesterol que obstrui as artérias. Já as
31 insaturadas sobem as taxas de HDL, o colesterol que as desentope. Por isso, o alto consumo do
32 azeite (mais de sete gramas por dia) está associado a riscos mais baixos de câncer, doenças
33 cardiovasculares e neurodegenerativas.
34 Então, já sabemos que o azeite é um aliado da saúde e é bom incluí-lo à mesa; entretanto,
35 o produto sofreu uma alta de preço bastante importante que ameaça essa boa prática. Qual a
36 explicação para essa alta? Uma delas é a escassez. Hoje, a produção mundial fica em torno de
37 três milhões de toneladas por ano. Contudo, em 2023, a produção mundial foi quase 20% menor
38 em relação a 2022. Na Espanha, principal produtora, uma seca prolongada fez com que a safra
39 caísse pela metade. As altas temperaturas também tornaram as oliveiras mais suscetíveis a
40 pragas. Na Itália, segunda maior produtora, uma bactéria transmitida por insetos matou 21
41 milhões dessas árvores.
42 Em 2023, o preço global do azeite subiu 95%, de acordo com o Fed (o banco central dos
43 EUA). No Brasil, que importa 99,5% do azeite que consome, o preço nas prateleiras cresceu um
44 pouco menos no mesmo intervalo, mas ainda assim incômodos 37,1%. E a alta segue sem freio.
45 Nos últimos 12 meses até janeiro de 2024, informa o IBGE, já são 41,6%. A crise é o capítulo
46 mais recente da saga milenar do azeite, um produto que serviu como alimento, moeda de troca
47 e remédio milagroso para diversas civilizações ao longo da história.
(Fonte: www.super.abril.com.br/sociedade/a-saga-do-azeite-a-historia-as-fraudes-e-o-preco-nas-alturas/
- Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando os conceitos da fonologia, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra “mediterrâneo” tem um dígrafo.
II. As palavras “olivais” e “exótico” têm o mesmo número de letras e fonemas.
III. Na palavra “antepassados”, há dois dígrafos.
Quais estão corretas?
- A) Apenas I.
- B) Apenas III.
- C) Apenas I e II.
- D) Apenas II e III.
- E) I, II e III.
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Gabarito oficial: E
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Questão 3 · Selecon · 2024 · SAD/SES/FUNSAU-MS (Fundação de Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul)
Na expressão "Organização Mundial de Saúde", há:
- A) um encontro vocálico
- B) dois encontros vocálicos
- C) três encontros vocálicos
- D) quatro encontros vocálicos
- E) cinco encontros vocálicos
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Gabarito oficial: C
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Questão 4 · Selecon · 2024 · SAD/SES/FUNSAU-MS (Fundação de Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul)
Na expressão "doença cardíaca isquêmica", o segmento destacado (qu) é um exemplo de:
- A) hiato
- B) dígrafo
- C) ditongo
- D) tritongo
- E) encontro consonantal
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Gabarito oficial: B
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Questão 5 · GAMA · 2024 · Prefeitura Municipal de Inocência (MS)
Violência nas escolas tem aumento de 50% em 2023 De janeiro a setembro, Disque 100 recebeu 9,5 mil denúncias Publicado em 03/11/2023 – 14:18 Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro As denúncias de casos envolvendo violência nas escolas subiram cerca de 50% em 2023, informou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). De janeiro e setembro, foram registrados 9.530 chamados por meio do Disque 100. No mesmo período do ano passado, o total de ocorrências informadas foi pouco superior a 6,3 mil. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3) e marcam o encerramento da campanha digital pela valorização dos educadores e professores do Brasil, iniciada no início de mês passado. A iniciativa foi planejada levando em conta que em 15 de outubro é celebrado o Dia Mundial do Professor. Foram consideradas no levantamento denúncias envolvendo berçário, creche e instituições de ensino. Cada denúncia pode conter uma ou mais violações de direitos. Segundo o ministério, por meio dos 9.530 chamados, foram identificadas 50.186 violações, o que representa alta de 143,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro de 2022, as ocorrências envolveram 20.605 violações. As regiões com maior número de registros são, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Das 9.530 denúncias, mais de 1,2 mil dizem respeito a casos em que professores foram vítimas. Foram identificadas violações em áreas como direitos civis, políticos e sociais, discriminação, injúria racial e racismo, liberdade, integridade física e psíquica e direito à vida. Em nota, o ministro Silvio Almeida defendeu o direito e a liberdade de ensino dos docentes. “Professores e professoras são pessoas valiosas para nós. A sala de aula é um espaço para a construção de cidadãs e cidadãos conscientes e responsáveis. Para isso, é necessário denunciar violações de direitos humanos contra os professores. Nenhuma forma de perseguição será tolerada.” Outro grupo vulnerável é o das crianças e adolescentes. Conforme dados do Disque 100, as denúncias envolvendo violações a esse grupo representaram 74% do total. Em 14% das ocorrências, as vítimas são pessoas com deficiência. Além disso, 5% das vítimas são mulheres e foram alvo de violação em função do gênero. O levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania indica ainda que as principais violências no ambiente educacional são de ordem emocional, envolvendo constrangimento, tortura psíquica, ameaça, bullying e injúria. O Disque 100 é um canal de denúncias sob responsabilidade da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do ministério e recebe e analisa relatos sobre denúncias de violações de direitos. O serviço gratuito pode ser acionado por meio de ligação gratuita ou pelos aplicativos WhatsApp – (61) 99611- 0100 – e Telegram – digitar “direitoshumanosbrasil” -, além do próprio site da ouvidoria e do aplicativo Direitos Humanos Brasil. O denunciante não precisa se identificar. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023- 11/violencia-nas-escolas-tem-aumento-de-50-em-2023
Em relação à posição da sílaba tônica, as palavras denunciar, gratuito e ouvidoria são, respectivamente, classificadas como:
- A) Proparoxítona, paroxítona e oxítona.
- B) Proparoxítona, paroxítona e paroxítona.
- C) Oxítona, paroxítona e oxítona.
- D) Oxítona, paroxítona e paroxítona.
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Gabarito oficial: D
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Questão 6 · FUMARC · 2024 · Prefeitura Municipal de Betim (MG)
Como dominar os monstros interiores
Aos 16 anos comecei a ler Simone de Beauvoir, Schopenhauer, Nietzsche, Spinoza, Sartre, Marco Aurélio, Sêneca, Epicteto e outros filósofos que me ajudaram nos momentos mais difíceis da minha vida. Nunca mais parei: é na filosofia que encontro um pouco de coragem, força e determinação para descobrir a melhor atitude que posso ter para enfrentar os obstáculos, adversidades, crises, tragédias e desafios da vida.
A filosofia é um exercício de introspecção e uma jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal; um desafio para mergulhar profundamente na minha própria consciência, enfrentando meus monstros interiores.
No silêncio e quietude da reflexão existencial, reconheço minhas fraquezas, impotências e limitações e busco aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso e sabedoria para distinguir entre o que posso e o que não posso mudar.
Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações equivocadas sobre elas.
No início da pandemia, "Meditações", de Marco Aurélio, junto com "Em Busca de Sentido", de Viktor Frankl, me ajudaram a encontrar significado e propósito naquele momento desesperador: cuidar dos meus amigos nonagenários.
Foi quando passei a acessar diariamente vídeos de canais do YouTube que ensinam a praticar o estoicismo na nossa própria vida. Recentemente, escutei um vídeo que me fez refletir sobre este momento de tanta tristeza, angústia e impotência: "Dominando os monstros internos".
Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir. Quando meu pai teve câncer no pâncreas, durante os cem dias em que cuidei dele até a sua morte, tomava três Lexotans por dia.
Recebo inúmeros pedidos para participar de programas de rádio e televisão, entrevistas, lives, podcasts, palestras, debates, aulas, conferências, bancas, consultorias etc. Seria humanamente impossível aceitar todas as demandas diárias. A filosofia está me ensinando a "dizer não".
Um dos meus maiores arrependimentos é o de não ter tido a coragem de "dizer não" para uma pessoa de confiança que me convenceu a assinar, sem ler, um documento. Se eu tivesse lido o documento, jamais teria assinado algo que me prejudicou bastante. Todos os dias eu me xingo de burra, estúpida e idiota, pois sei que um simples "não" teria evitado muitos problemas, aborrecimentos e chateações que tenho até hoje.
Quando fico doente, estressada e exausta em função de vampiros emocionais e pessoas tóxicas que sugam a minha energia, paz de espírito e saúde física e psicológica, lembro-me de que só tenho controle sobre meus pensamentos e atitudes e que não tenho o poder de controlar os comportamentos e escolhas dos outros.
Marco Aurélio, em suas "Meditações", ensina a melhor maneira de se vingar das "almas sinistras".
"Dizer para si mesmo, ao amanhecer: ‘Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal... Concentra-te na arte que aprendeste e ama-a. Não seja tirano nem escravo de ninguém... Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele... É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor maneira de se vingar: não se lhes assemelhar."
A coragem de "dizer não" para as "almas sinistras" se tornou um exercício diário. Tenho buscado aproveitar cada dia como se fosse o último, saboreando o presente, sem ficar presa aos traumas do ontem ou às preocupações com o amanhã.
Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em amor?".
GOLDENBERG, Mirian. Como dominar os monstros interiores. Folha de S. Paulo, São Paulo, 23 maio 2024, FolhaCorrida, p. B8. Disponível em: https://acervo.folha.uol.com.br/digital/leitor.do?numero=50653& maxTouch=0&anchor=6495186&pd=db788aa618689d5c6e76af5c0711efe3
A alternativa em que todas as palavras apresentam ditongo é:
- A) ajudaram – tragédias – sabedoria
- B) coragem – consciência – traumas
- C) desafio - nonagenários – saúde
- D) idiota – ninguém – preocupações PROVA DE LEGISLAÇÃO
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Gabarito oficial: B
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Questão 7 · Instituto Avança SP · 2023 · Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro/SP
Assinale a alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas.
- A) prato, enfermo, colocação.
- B) aviso, diáspora, gentil.
- C) abrasivo, lápis, pé.
- D) cântico, sábado, cinéfilo.
- E) rito, efêmero, fugaz.
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Gabarito oficial: D
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Questão 8 · CETAP · 2023 · Prefeitura Municipal de Óbidos/PA
OMISSÃO E DESUMANIDADE A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia. A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização. Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original. A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso. Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles. O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional. Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado. A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional. Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
Assinale a alternativa em que há, sequenciadas, palavras com dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico.
- A) tomadores - seduzidas - Amazônia.
- B) mistura - formadores - causa.
- C) barreiras - original - indígena.
- D) garimpo - tribo - Roraima. Informática
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Gabarito oficial: D
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Questão 9 · MSCONCURSOS · 2020 · Pref. São Francisco do Guaporé-RO
Vivendo e aprendendo (Victor Hugo). Na vida temos muitas surpresas, boas, ruins, inesperadas... Temos que estar preparados para reagir a cada uma delas. Chore, ria, faça careta, pule, dance, cante, corra, viva. Não tenha medo de viver e ser feliz! Existem momentos na vida que podem parecer bobos, que podem parecer comuns para você por enquanto, mas um dia você pode olhar pra trás e dizer: esse foi o dia mais feliz de minha vida, "até agora". Por isso, aprecie cada momento na vida como se fosse único e especial, com uma pessoa especial. Não busque a felicidade muito longe, ela pode estar mais perto do que você imagina! Tente apenas ser feliz, faça o que der vontade, não se importe com o que os outros dizem sobre você, porém, tente não dizer nada sobre os outros. Não faça com o próximo o que não quer para si mesmo.
Em se tratando de encontros vocálicos, as palavras do texto (ruins, dia, mais) são, respectivamente:
- A) Hiato, hiato, hiato.
- B) Ditongo, ditongo, ditongo.
- C) Hiato, ditongo, ditongo.
- D) Ditongo, hiato, hiato.
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Gabarito oficial: A
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Questão 10 · MSCONCURSOS · 2020 · Pref. São Francisco do Guaporé-RO
Vivendo e aprendendo (Victor Hugo). Na vida temos muitas surpresas, boas, ruins, inesperadas... Temos que estar preparados para reagir a cada uma delas. Chore, ria, faça careta, pule, dance, cante, corra, viva. Não tenha medo de viver e ser feliz! Existem momentos na vida que podem parecer bobos, que podem parecer comuns para você por enquanto, mas um dia você pode olhar pra trás e dizer: esse foi o dia mais feliz de minha vida, "até agora". Por isso, aprecie cada momento na vida como se fosse único e especial, com uma pessoa especial. Não busque a felicidade muito longe, ela pode estar mais perto do que você imagina! Tente apenas ser feliz, faça o que der vontade, não se importe com o que os outros dizem sobre você, porém, tente não dizer nada sobre os outros. Não faça com o próximo o que não quer para si mesmo.
Quanto à correta separação de sílabas, nas palavras do texto (reagir, pessoa, muitas, mais), assinale a alternativa devida.
- A) Re-a-gir / pe-sso-a / mui-tas / mais.
- B) Re-a-gir / pes-so-a / mu-i-tas / ma-is.
- C) Re-a-gir / pes-so-a / mui-tas / ma-is.
- D) Re-a-gir / pes-soa / mui-tas / ma-is.
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Gabarito oficial: C
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Resolver as 23 questões de Fonologia Outros temas de Língua Portuguesa