O concurso Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP) de 2025 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca VUNESP. A prova tinha 50 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 7 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (9), Microbiologia (5), Hematologia (4), Imunologia (4), Urinálise e Líquidos Corporais (3). Os temas mais cobrados foram Equilíbrio ácido-base e gasometria, Água e radicais livres, Dosagens hormonais, Eletroforese, Anemias megaloblásticas.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (15), Legislação do SUS e Saúde Pública (10).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP) 2025 para Biomédico?
A banca foi VUNESP. Temos 4 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP) 2025?
A prova teve 50 questões.
O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP) 2025?
Nas específicas: Bioquímica Clínica (9), Microbiologia (5), Hematologia (4), Imunologia (4). Temas mais cobrados: Equilíbrio ácido-base e gasometria, Água e radicais livres, Dosagens hormonais.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP) 2025?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)?
Resolva esta e as outras provas da banca VUNESP, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
De acordo com o editorial, o projeto-piloto Escada tem como finalidade
- A) oferecer às famílias que têm um idoso com demência serviços de atendimento especializado, tanto para o doente quanto aos demais familiares, evitando sobrecarga à saúde física e emocional das pessoas.
- B) afastar os cuidadores de suas atribuições profissionais para que possam especializar-se nos cuidados aos idosos com demência, participando de oito sessões contínuas, com atendimento psicológico.
- C) revisar os protocolos de cuidados com as pessoas idosas com demência, porque o número de idosos é alto atualmente e projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050.
- D) estabelecer um protocolo para os cuidadores de idosos, de tal forma que essas pessoas se dediquem ao próprio cuidado, evitando danos à saúde física e mental decorrentes da rotina vivenciada.
- E) aliar as atribuições de cuidados da família com idoso com demência às dos cuidadores, para que não haja, para nenhuma das partes, sobrecarga de tarefas, evitando-se, assim, angústia, estresse e depressão.
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Gabarito oficial: D
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Questão 2 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Analisando-se os dados apresentados no texto, conclui-se corretamente que a quantidade de idosos com demência no Brasil é
- A) alta, e há previsão de aumento nas próximas décadas.
- B) baixa, e há previsão de que diminua nas próximas décadas.
- C) baixa, e não há previsão de aumento nas próximas décadas.
- D) alta, mas não há previsão de aumento nas próximas décadas.
- E) inexpressiva, mas tende a aumentar nas próximas décadas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 3 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Com a frase do 5º parágrafo “Já não era sem tempo...”, o editorial manifesta, em relação ao projeto-piloto Escada, seu ponto de vista
- A) contrário, apresentando, em seguida, os argumentos para a sua oposição.
- B) de dúvida, apresentado, em seguida, os seus possíveis pontos negativos.
- C) favorável, apresentando, em seguida, a justificativa para o seu posicionamento.
- D) favorável, apresentando, em seguida, as sugestões para a sua implementação.
- E) contrário, apresentando, em seguida, as consequências nefastas de sua implementação.
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Gabarito oficial: C
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Questão 4 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido próprio em:
- A) Esses são alguns dos «desafios» enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. (1º parágrafo)
- B) Não raro, o «peso» dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. (2º parágrafo)
- C) «Batizado» de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. (2º parágrafo)
- D) Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode «impactar» a sua saúde... (4º parágrafo)
- E) Só assim serão garantidas «saúde» mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (6º parágrafo)
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Gabarito oficial: E
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Questão 5 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Sem prejuízo ao sentido do texto, na passagem do 2º parágrafo “«Não raro», o peso dessa rotina «implica» angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para «atenuar» esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia...”, as expressões podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
- A) Eventualmente; envolve; analisar.
- B) Ocasionalmente; reforça; dissipar.
- C) Frequentemente; acarreta; amenizar.
- D) Intermitentemente; acaba; abrandar.
- E) Habitualmente; promove; eliminar.
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Gabarito oficial: C
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Questão 6 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
O motivo por que se empregam as vírgulas na passagem do 3º parágrafo “O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).” também se aplica às passagens:
- A) Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia... (2º parágrafo) / Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada... (6º parágrafo)
- B) ... o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão... (2º parágrafo) / Ou seja, foi testado e aprovado. (2º parágrafo)
- C) ... que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico... (3º parágrafo) / Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência... (5º parágrafo)
- D) ... mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas... (1º parágrafo) / ... com exercícios de respiração, meditação e alongamento. (4º parágrafo)
- E) O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). (5º parágrafo) / Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. (6º parágrafo)
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Gabarito oficial: D
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Questão 7 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Considere a frase a seguir: Na sua maioria, são mulheres, mas ______ também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se entregam ao zelo ______ que ______ de ajuda, compreensão e afeto. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
- A) são comuns ... naqueles ... reclamam
- B) existem ... daqueles ... carecem
- C) se flagram ... para aqueles ... clamam
- D) existe ... àqueles ... necessitam
- E) é comum ... por aqueles ... anseiam
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Gabarito oficial: B
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Questão 8 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Considerando-se o emprego do acento indicativo da crase e a concordância nominal, em conformidade com a norma-padrão, na frase do 6º parágrafo “Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida «àqueles» que cuidam dos seus e precisam cuidar de si «mesmos».”, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
- A) às pessoas ... próprias
- B) à quem ... próprio
- C) à qualquer pessoa ... próprios
- D) à pessoas ... próprios
- E) à quem ... próprios
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Gabarito oficial: A
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Questão 9 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
Na passagem do 1º parágrafo “... e insistir para que «o ente» querido se alimente ou tome banho.”, a expressão destacada faz uma alusão a uma pessoa da família. Outro termo que remete à ideia de família está corretamente destacado em:
- A) ... e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a «sua» saúde... (4º parágrafo)
- B) ... «essa» é uma política pública necessária. (6º parágrafo)
- C) ... àqueles que cuidam dos «seus» e precisam cuidar de si mesmos. (6º parágrafo)
- D) ... «que» replicam o protocolo junto dos cuidadores... (3º parágrafo)
- E) Na «sua» maioria, são mulheres, mas há também homens... (1º parágrafo)
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Gabarito oficial: C
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Questão 10 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 01 a 10:
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto. Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado. O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA). Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento. O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050. Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos. (Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, a passagem do 6º parágrafo “Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.” admite a seguinte reescrita:
- A) Tais números mostram que iniciativas como o projeto Escada são mais do que bem-vindo. Por causa do avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.
- B) Tais números mostram que iniciativas como o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Devido o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.
- C) Tais números mostram que iniciativas como o projeto Escada é mais do que bem-vinda. Em virtude do avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.
- D) Tais números mostram que iniciativas como o projeto Escada são mais do que bem-vindas. Em virtude ao avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.
- E) Tais números mostram que iniciativas como o projeto Escada são mais do que bem-vindas. Devido ao avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária.
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Gabarito oficial: E
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Questão 11 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 11 a 15:
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico¹ não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café. Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo. Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe. Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema. Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez. Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra³ iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada⁴ com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
¹ bonde; ² pãezinhos; ³ vitrine; ⁴ sobrecarregada
O texto tem a intenção de
- A) retratar fatos exóticos da rotina da Velha, os quais contradizem, de forma inequívoca, a ideia de que ela fosse uma pessoa dotada de extrema felicidade da vida.
- B) desvelar o cotidiano enfadonho vivido pela Velha que, cansada dos passeios no bonde, decide transformar sua vida e buscar a verdadeira felicidade.
- C) enfatizar a vida de luxo e de ostentação da Velha, que é pouco afeita à vida social e tem uma relação interpessoal marcada pela frieza e pelo distanciamento.
- D) apresentar algumas facetas da vida da Velha, deixando evidente que a sua felicidade não está associada, necessariamente, a questões de ordem financeira.
- E) mostrar as lembranças que supostamente trazem a sensação de felicidade à Velha, pelo fato de ter vivido outrora dias de grande prestígio social e econômico.
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Gabarito oficial: D
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Questão 12 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 11 a 15:
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico¹ não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café. Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo. Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe. Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema. Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez. Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra³ iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada⁴ com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
¹ bonde; ² pãezinhos; ³ vitrine; ⁴ sobrecarregada
O texto deixa claro que a Velha
- A) era fã de televisão e só trocava essa diversão pelo cinema, que frequentava mesmo que as cadeiras gastas fizessem suas costas doerem.
- B) gostava de andar de bonde, preferindo sentar-se à janela, onde se via livre de pesos e assistia a tudo o que se passava na rua.
- C) ia raramente ao cinema, porque tinha medo de assistir a um filme de que não gostasse, o que até então nunca lhe havia ocorrido.
- D) tinha vontade de rir quando estava no bonde, pois via a correria das pessoas pelas ruas e julgava que elas desprezavam esse transporte.
- E) tinha grande satisfação de andar de bonde pela cidade, mas só entrava em um quando havia um lugar livre à janela para se acomodar.
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Gabarito oficial: B
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Questão 13 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 11 a 15:
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico¹ não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café. Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo. Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe. Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema. Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez. Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra³ iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada⁴ com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
¹ bonde; ² pãezinhos; ³ vitrine; ⁴ sobrecarregada
Considere as passagens:
• Só nessa manhã «tinha encontrado» um lugar vago num banco de jardim... (1º parágrafo)
• Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava «ainda» mais barato. (3º parágrafo)
• Gostava «sobretudo» do elétrico da circulação, dava a volta «à» cidade sem ter de sair... (4º parágrafo)
• Não era só «por ser» caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas... (5º parágrafo) Sem prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
- A) encontrara; até; especialmente; pela; porque era.
- B) encontrou; inclusive; certamente; na; para que era.
- C) encontraria; então; eventualmente; na; como fosse.
- D) encontrou; também; principalmente; sobre; mas que fosse.
- E) encontrara; certamente; absolutamente; pela; apesar de ser.
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Gabarito oficial: A
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Questão 14 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 11 a 15:
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico¹ não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café. Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo. Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe. Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema. Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez. Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra³ iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada⁴ com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
¹ bonde; ² pãezinhos; ³ vitrine; ⁴ sobrecarregada
Na passagem do 4º parágrafo “«Ou», «se» não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, «porque», entretanto, sairia quem fosse à janela «e» era só empurrar-se um pouco...”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
- A) condição, condição, explicação e oposição.
- B) condição, oposição, consequência e oposição.
- C) adição, conformidade, explicação e adição.
- D) alternância, finalidade, causa e adição.
- E) alternância, condição, causa e adição.
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Gabarito oficial: E
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Questão 15 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Leia o texto para responder às questões de 11 a 15:
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico¹ não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café. Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo. Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe. Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema. Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez. Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra³ iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada⁴ com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
¹ bonde; ² pãezinhos; ³ vitrine; ⁴ sobrecarregada
A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:
- A) Quando um lugar no bonde ficava vago, a Velha pegava-o e, bem sentada, recostava-se na cadeira e ia gozando o espetáculo dos outros.
- B) Se sentia bem a Velha com a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima, sentava-se quase sempre ao pé da janela.
- C) O cinema não era como a televisão, que dava prazer à Velha, mas o bonde dava-lhe ainda mais e ela jamais abandonava-o.
- D) Quando assistia um filme que não agradava-lhe, a Velha ficava incomodada, era um desconsolo pensar que deixaria-o no meio.
- E) A Velha ficou contente com o padeiro que disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela pagou-lhe os pãezinhos.
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Gabarito oficial: A
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Questão 16 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
De acordo com o Decreto nº 7.508/2011, é correto afirmar que os serviços especiais de acesso aberto são serviços
- A) de retaguarda na rede de atenção psicossocial para os casos especialmente mais graves.
- B) de assistência social de acesso aberto à população mais carente.
- C) de referência para todas as condições congênitas especiais de pessoas até os 18 anos de idade.
- D) previstos para o atendimento de crianças com doenças neurológicas que necessitam de atendimento especializado.
- E) de saúde específicos para o atendimento da pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial.
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Gabarito oficial: E
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Questão 17 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Durante o planejamento de um grande evento, a Prefeitura incluiu no contrato com a empresa que fará a montagem do palco e da arquibancada cláusulas de proteção à saúde dos trabalhadores, entre elas a apresentação de uma análise ergonômica do trabalho (AET), conforme a NR-17, e um plano de trabalho com cronograma adequado e organização da jornada de trabalho. A AET recomendou jornada diária de 9 horas, intervalo de 60 minutos para almoço e duas pausas de 10 minutos, além de outras orientações. O contrato também previa a comunicação imediata dos acidentes ao serviço municipal de vigilância em saúde, para acompanhamento e notificação compulsória pelo SUS, quando aplicável. Ao longo dos dez dias de montagem, participaram cinquenta trabalhadores e ocorreram cinco acidentes: Luiz, Antônio e Jaime sofreram cortes superficiais durante a execução das atividades; Leo sofreu fratura ao retornar para casa, após o expediente, em uma colisão de ônibus; e Lino apresentou entorse no polegar ao carregar peça pesada, necessitando de afastamento por cinco dias. Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
- A) Por serem esporádicas, as situações de preparação de eventos não exigiriam um plano de vigilância em saúde, mas todos os acidentes devem ser notificados no SINAN.
- B) Trata-se de um plano útil para a previsão de custos, e todos os casos, com exceção de Leo, devem ser notificados no SINAN.
- C) Trata-se de um plano de trabalho com vistas à prevenção de acidentes do trabalho, e todos os casos devem ser notificados como acidentes de trabalho no SINAN.
- D) Trata-se de um plano de trabalho com regras organizacionais demasiadamente intervencionistas, e somente o caso de Leo deve ser notificado no SINAN por ser grave.
- E) A única questão referente à vigilância em saúde é a notificação de acidentes do trabalho no SINAN, de forma que todos devem ser notificados.
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Gabarito oficial: C
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Questão 18 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que correta com relação à forma de participação da comunidade na gestão do SUS, em âmbito estadual, segundo a Lei nº 8.142/90.
- A) A representação dos trabalhadores da saúde no Conselho e Conferência Estadual de Saúde equipara-se à da comunidade na gestão do SUS.
- B) A representação dos usuários no Conselho e Conferência Estadual de Saúde se dá de forma paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.
- C) O único segmento social com participação garantida por meio de representação no Conselho e Conferência Estadual de Saúde é o dos sindicatos.
- D) A representação da comunidade se dá por meio da participação dos usuários no Conselho e Conferência Estadual de Saúde, sendo garantida e obrigatória a presença do segmento indígena.
- E) A representação dos usuários e prestadores de serviços no Conselho e Conferência Estadual de Saúde é considerada uma forma de participação da comunidade na gestão.
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Gabarito oficial: B
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Questão 19 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Uma mulher de 62 anos de idade, usuária do SUS, sofre um acidente vascular cerebral (AVC) e é internada em um hospital, do qual recebe alta com uma leve sequela motora, necessitando de um programa de fisioterapia e reabilitação. Nesse caso, é correto afirmar que
- A) o hospital no qual a usuária ficou internada é responsável pela execução do programa de fisioterapia e reabilitação.
- B) a APS só poderá acompanhá-la no que tange ao estado geral, sendo que a fisioterapia e a reabilitação são de responsabilidade das especialistas.
- C) a Atenção Primária da Saúde (APS) só poderá prestar cuidados de fisioterapia e reabilitação se houver uma equipe especializada.
- D) é previsto que ações de tratamento e reabilitação sejam desenvolvidas na APS.
- E) ela necessitará de um encaminhamento a uma unidade especializada de reabilitação.
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Gabarito oficial: D
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Questão 20 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Nos últimos anos, observa-se um crescimento expressivo da população em situação de rua nas grandes cidades brasileiras, o que tem ampliado a demanda por ações de atenção integral e estratégias específicas de cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Entre essas estratégias, destaca-se a atuação das equipes dos Consultórios na Rua, responsáveis por desenvolver ações itinerantes e articular o cuidado intersetorialmente. Nesse sentido, é correto afirmar:
- A) as equipes dos Consultórios de Rua deverão realizar suas atividades de forma itinerante, desenvolvendo ações na rua, em instalações específicas ou na unidade móvel, mas não nas instalações das Unidades Básicas de Saúde do território onde estão atuando.
- B) os Consultórios de Rua são equipes da atenção básica compostas por profissionais de saúde com responsabilidade exclusiva de articular e prestar atenção integral à saúde das pessoas em situação de rua.
- C) para cálculo do teto das equipes dos Consultórios na Rua de cada município, serão tomados como base os dados dos censos populacionais relacionados à população em situação de rua, coletados por empresas contratadas pelo gestor municipal.
- D) as equipes dos Consultórios na Rua devem se locomover a pé ou de transporte coletivo para os sítios de atenção da população sem domicílio, de modo a proporcionar o cuidado in loco.
- E) as equipes dos Consultórios na Rua devem cumprir a carga horária mínima semanal de 20 horas e seu horário de funcionamento é das 7h às 19h, devendo a população de rua se adequar a esse período.
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Gabarito oficial: B
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Questão 21 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Um estudo analisou as estimativas da Carga Global de Doenças ou Global Burden of Disease (GBD), para prevalência, incidência, mortalidade, anos de vida ajustados por incapacidade (DALY), uma medida resumida de anos de vida perdidos (YLL) e anos vividos com deficiência (YLD), e fatores de risco atribuíveis a doenças respiratórias crônicas, no Brasil, de 1990 a 2017. As estimativas gerais diminuíram para todas as idades e ambos os sexos, assim como para as taxas padronizadas por idade. Houve uma redução de 42% na mortalidade para ambos os sexos, embora a taxa de mortes para homens tenha sido 30% maior do que a taxa para mulheres. O aumento no número de DALY deveu-se ao crescimento e envelhecimento da população. Observamos um aumento de 34% no número absoluto de DALY, no Brasil, durante o período do estudo. A maioria das taxas de DALY foi devido à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Para todas as idades e ambos os sexos, o tabagismo foi o principal fator de risco atribuível. Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o estudo
- A) sugere que devem ser traçadas estratégias de combate ao tabagismo diferentes para homens e mulheres.
- B) aponta para a necessidade de manter e aprimorar políticas e programas direcionados à cessação do tabagismo.
- C) comprova que o uso do tabaco vem se disseminando mais nos últimos anos no Brasil.
- D) entende que a incidência de DPOC sofreu um aumento no período do estudo.
- E) entende que a prevalência de DPOC em todas as idades sofreu um aumento no período do estudo.
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Gabarito oficial: B
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Questão 22 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que aponta algumas características da Reforma Sanitária Brasileira (RSB).
- A) A RSB culminou na inclusão do SUS na Constituição Federal em um período de grande ascensão das políticas sociais pelo mundo todo.
- B) A maioria dos estudiosos da RSB considera o projeto implantado em sua plenitude a partir da criação do SUS.
- C) Dos segmentos sociais envolvidos, o movimento sindical era destacadamente o mais ativo no processo da RBS.
- D) Alguns dos artífices mais importantes da RSB ocuparam posições centrais nas instituições acadêmicas de saúde coletiva e cargos-chave na área das políticas de saúde.
- E) A oitava Conferência Nacional de Saúde foi convocada pelo Senado, pois, naquela época, não havia instância de participação social deliberativa.
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Gabarito oficial: D
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Questão 23 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que contém uma das características do sistema de saúde com base em Redes de Atenção à Saúde (RAS).
- A) Existe uma hierarquia forte que deve ser respeitada rigorosamente.
- B) Prescrições médicas rigorosamente seguidas são parte importante do processo de formação popular.
- C) A ênfase de atuação é nas intervenções curativas e reabilitacionais.
- D) O cuidado é centrado nos profissionais de saúde, em especial nos médicos.
- E) A coordenação do cuidado é da Atenção Primária da Saúde.
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Gabarito oficial: E
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Questão 24 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A Política Nacional de Humanização (HumanizaSUS) propõe mudanças nas práticas de cuidado e gestão no SUS, com foco no acolhimento, no vínculo, na autonomia dos sujeitos e na qualificação das relações entre usuários, trabalhadores e gestores. Considerando seus princípios e diretrizes, assinale a alternativa que expressa uma característica dessa política.
- A) Ampliação da corresponsabilização entre usuários, trabalhadores e gestores na produção de saúde e no cuidado.
- B) Manutenção de modelos assistenciais centrados no perfil epidemiológico de morbidade da população.
- C) Ênfase na identificação de doenças prevalentes como eixo estruturante das ações de cuidado.
- D) Estímulo ao voluntariado como estratégia prioritária de apoio às práticas de saúde.
- E) Organização do cuidado priorizando o protagonismo dos profissionais de saúde, especialmente médicos.
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Gabarito oficial: A
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Questão 25 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias são profissionais fundamentais no SUS. Com relação a esses profissionais, é correto afirmar:
- A) o vencimento dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias fica sob responsabilidade dos municípios.
- B) a União deve arcar com vantagens aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias, entre elas, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações, a fim de valorizar o trabalho desses profissionais.
- C) em razão dos riscos inerentes às funções desempenhadas, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias terão aposentadoria especial e, somado aos seus vencimentos, adicional de insalubridade.
- D) os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias poderão ser contratados pelos municípios sem processo seletivo público.
- E) o vencimento dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias não será inferior a 4 (quatro) salários mínimos, pago pelos municípios.
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Gabarito oficial: C
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Questão 26 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Nos laboratórios clínicos modernos, a metodologia predominante para a dosagem de insulina no soro humano envolve um ensaio altamente sensível, em que a insulina presente na amostra do paciente é capturada por um anticorpo fixado em uma fase sólida. Um segundo anticorpo, marcado com uma enzima responsável por gerar uma reação de emissão luminosa, também se liga à insulina presente, formando um complexo ‘sanduíche’. Após etapas de lavagem, adiciona-se um substrato que, ao reagir com a enzima, emite luz, a qual é detectada. A intensidade luminosa é então comparada a uma curva padrão, permitindo a quantificação precisa da concentração de insulina circulante. O método descrito corresponde à(ao)
- A) radioimunoensaio (RIA).
- B) ensaio colorimétrico convencional.
- C) ensaio imunométrico por quimioluminescência (CLIA).
- D) ELISA direto.
- E) imunoeletroforese.
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Gabarito oficial: C
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Questão 27 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A eletroforese de lipoproteínas é uma ferramenta analítica especializada que permite avaliação detalhada do perfil lipoproteico, além do exame lipídico clássico, auxiliando na investigação clínica de diferentes patologias metabólicas. O traçado típico da eletroforese de lipoproteínas apresenta bandas distintas correspondentes às principais frações. Assinale a alternativa que corretamente identifica a lipoproteína que geralmente permanece na região próxima ao ponto de aplicação, formando uma banda pouco migratória ou difusa.
- A) IDL.
- B) LDL.
- C) VLDL.
- D) Quilomícrons.
- E) HDL.
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Gabarito oficial: D
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Questão 28 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Quase todos os processos biológicos são dependentes do pH e uma pequena mudança no pH produz uma grande mudança na velocidade do processo. Células e organismos mantêm um pH citosólico específico e constante, em geral perto de pH7, mantendo biomoléculas em seu estado iônico otimizado, que atuam como tampões biológicos. Assinale a alternativa que corretamente identifica um tampão biológico.
- A) HCl : HCO₃⁻
- B) H₂CO₃ : HCO₃⁻
- C) Na₂HPO₄ : NaCl
- D) HSO₄⁻ : SO₄²⁻
- E) NaCl : NaOH
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Gabarito oficial: B
Tampão biológico é um ácido fraco com a sua base conjugada, como H2CO3/HCO3-. Os pares fosfato e bicarbonato são os tampões biológicos clássicos.
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Questão 29 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Os transtornos do equilíbrio ácido-base podem ser avaliados laboratorialmente pela análise dos gases sanguíneos. Um paciente diabético hipotético apresenta os seguintes parâmetros avaliados na gasometria arterial: pH: 7,20; HCO₃⁻: 10 mEq/L; pO₂: 80 mmHg; pCO₂: 20 mmHg; Sat O₂: 90%. Esses parâmetros refletem um quadro típico de
- A) acidose metabólica.
- B) acidose respiratória.
- C) alcalose metabólica.
- D) normalidade.
- E) alcalose respiratória.
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Gabarito oficial: A
pH 7,20 com HCO3- muito baixo (10) e PCO2 baixa (20): acidose metabólica, com compensação respiratória por hiperventilação, num diabético (cetoacidose).
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Questão 30 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A respeito das propriedades físico-químicas da água, assinale a alternativa correta.
- A) A presença de agentes tensoativos, como o álcool etílico, na água eleva a tensão superficial devido à formação de novas ligações de hidrogênio entre as moléculas de etanol.
- B) A molécula de água apresenta geometria linear, determinada pela ausência de pares eletrônicos não ligantes no oxigênio e pelo compartilhamento de um par de elétrons de cada átomo de hidrogênio ao átomo central de oxigênio.
- C) O aumento da temperatura aumenta a tensão superficial da água por aumentar a energia cinética das moléculas, rompendo parte das interações intermoleculares.
- D) O ponto de ebulição da água é mais baixo do que o de outras moléculas com massa molecular semelhante, como o H₂S, pois as ligações de hidrogênio entre as moléculas de água tendem a se romper facilmente, reduzindo a energia necessária para a passagem ao estado gasoso.
- E) As ligações de hidrogênio entre moléculas de água fornecem as forças coesivas que fazem da água um líquido à temperatura ambiente e um sólido cristalino com arranho altamente ordenado de moléculas em temperaturas frias.
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Gabarito oficial: E
As ligações de hidrogênio dão à água forte coesão, tornando-a líquida à temperatura ambiente e um sólido cristalino ordenado (gelo) quando fria.
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Questão 31 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A anemia megaloblástica é comumente causada por deficiência de
- A) niacina.
- B) riboflavina.
- C) ferro e/ou ferritina.
- D) cobalamina e/ou ácido fólico.
- E) cobre.
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Gabarito oficial: D
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Questão 32 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que corretamente identifica um achado típico na série eritropoiética do hemograma de pacientes com metaplasia mieloide.
- A) Linfocitose.
- B) Pancitopenia leve.
- C) Eritroblastose.
- D) Eosinofilia.
- E) Leucopenia grave.
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Gabarito oficial: C
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Questão 33 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Os linfócitos derivam de precursores hematopoiéticos multipotentes, com capacidade de diferenciação em precursores das várias linhagens hematopoiéticas, dando origem as células mieloides e linfoides. Assinale a alternativa que corretamente identifica o local de maturação dos linfócitos T.
- A) Timo.
- B) Fígado.
- C) Baço.
- D) Linfonodos.
- E) Medula óssea.
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Gabarito oficial: A
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Questão 34 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Em relação à automação em hematologia, assinale a alternativa correta.
- A) Os analisadores mais modernos dispõem de inteligência artificial que dispensa qualquer validação microscópica por possibilitarem a obtenção de diagnósticos hematológicos definitivos, erradicando integralmente a interferência de erros operacionais nas análises.
- B) A automação em hematologia é importante para a redução do tempo de processamento de amostras e diminuição dos erros operacionais, tendo alta sensibilidade na detecção de células falciformes, corpos de Howell-Jolly e corpos de Dohle.
- C) Analisadores automatizados permitem contagem e classificação celular rápida com alta precisão, e a interpretação dos histogramas e liberação de resultados ocorre de modo automático, sem a necessidade de supervisão humana.
- D) Os equipamentos automatizados utilizam tecnologias como impedância elétrica, citometria de fluxo e fluorescência, e apresentam alta sensibilidade e especificidade, eliminando a necessidade de controle de qualidade constante.
- E) A automação tem como vantagem a padronização e o aumento da produtividade, no entanto, a distinção de células blásticas imaturas de linfócitos atípicos é falha em alguns casos, sendo recomendada a realização de análises complementares manuais para casos críticos ou suspeitos.
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Gabarito oficial: E
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Questão 35 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A incidência das doenças alérgicas tem crescido substancialmente nas últimas décadas, chamando a atenção da comunidade médica para a importância do diagnóstico preciso e do desenvolvimento de tratamentos eficazes. A avaliação laboratorial da ativação dos mastócitos é uma ferramenta valiosa no diagnóstico e acompanhamento das reações alérgicas graves, particularmente anafilaxia, que pode ser feita, principalmente, a partir de
- A) dosagem de triptase.
- B) dosagem de ECP.
- C) dosagem de IgE total.
- D) dosagem de IgE específica.
- E) ensaio de linfoproliferação.
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Gabarito oficial: A
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Questão 36 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que corretamente identifica os exames laboratoriais indicados para a avaliação geral da função imune humoral.
- A) Contagem de neutrófilos e monócitos.
- B) Dosagem de imunoglobulinas.
- C) Prova de função fagocitaria.
- D) Teste cutâneo de hipersensibilidade tardia.
- E) Teste de proliferação linfocitária.
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Gabarito oficial: B
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Questão 37 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa correta a respeito da tolerância imunológica e autoimunidade.
- A) A autoimunidade é definida como uma resposta imune contra os antígenos autólogos e determina a ocorrência de diversas doenças autoimunes de etiologias já elucidadas.
- B) A tolerância imunológica a diferentes antígenos autólogos somente pode ser induzida quando os linfócitos em desenvolvimento encontram esses antígenos nos órgãos linfoides geradores.
- C) Por definição, a tolerância imunológica é resposta mínima induzida quando os antígenos imunogênicos ativam fracamente os linfócitos, levando à proliferação e diferenciação controladas desses linfócitos.
- D) A tolerância imunológica é induzida quando antígenos tolerogênicos induzem a anergia funcional ou apoptose dos linfócitos, levando a incapacidade dessas células de responderem novamente ao mesmo antígeno, até de um modo imunogênico.
- E) Os linfócitos que são capazes de reconhecer antígenos próprios são constantemente gerados durante o processo normal de maturação dos linfócitos e a não responsividade a esses antígenos é mantida pela prevenção de esses antígenos serem vistos pelos linfócitos.
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Gabarito oficial: D
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Questão 38 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Qual dos seguintes microrganismos é um indicador clássico de contaminação fecal em água e alimentos?
- A) Escherichia coli.
- B) Salmonella spp.
- C) Pseudomonas aeruginosa.
- D) Bacillus subtilis.
- E) Listeria monocytogenes.
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Gabarito oficial: A
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Questão 39 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Qual o principal fator extrínseco que influencia a velocidade de crescimento microbiano em alimentos?
- A) Atividade de água.
- B) Presença de conservantes químicos.
- C) Temperatura de armazenamento.
- D) pH do alimento.
- E) Potencial de oxirredução.
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Gabarito oficial: C
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Questão 40 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Qual das seguintes características é típica da parede celular das bactérias gram-positivas?
- A) Camada fina de peptidoglicano e membrana externa rica em lipopolissacarídeos.
- B) Ausência de peptidoglicano.
- C) Presença exclusiva de lipopolissacarídeos.
- D) Camada fina de peptidoglicano sem camada externa.
- E) Camada espessa de peptidoglicano e presença de ácidos teicoicos.
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Gabarito oficial: E
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Questão 41 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Muitos laboratórios de microbiologia clínica usam, de forma rotineira, o método de disco difusão em ágar para predizer a sensibilidade in vitro de bactérias aos agentes antimicrobianos. A respeito desse método, assinale alternativa correta.
- A) O protocolo padrão para a realização dos testes de disco-difusão envolve semeadura do material clínico diretamente na placa de ágar Müeller-Hinton, sendo possível testar os diferentes tipos de microrganismos em uma mesma placa do teste de sensibilidade.
- B) Só podem ser obtidos resultados confiáveis com testes de disco-difusão que usam o princípio da metodologia padronizada e medidas do diâmetro do halo de inibição correlacionados às concentrações inibitórias mínimas com cepas reconhecidamente sensíveis e resistentes a diversos agentes microbianos.
- C) Os testes de disco-difusão baseados apenas na presença ou ausência de um halo de inibição são considerados apropriados para avaliação da sensibilidade de bactérias anaeróbias aos antibióticos.
- D) Após a dispensação dos discos antimicrobianos na superfície de uma placa de ágar semeada, as placas devem ser colocadas em uma estufa de CO2, a 40 oC, por pelo menos 48 horas, para que então possam ser examinadas.
- E) Os diâmetros dos halos de inibição nos testes de disco-difusão refletem apenas aspectos qualitativos e não estão diretamente correlacionados às concentrações inibitórias mínimas dos testes de diluição padronizados.
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Gabarito oficial: B
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Questão 42 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A criptococose é uma micose sistêmica causada por fungos do gênero Cryptococcus, principalmente C. neoformans, transmitida pela inalação de esporos presentes principalmente em fezes de pombos. A doença pode se manifestar, dentre outras formas, como meningoencefalite e, nesses casos, o padrão-ouro para o diagnóstico é
- A) a sorologia para anticorpos antifúngicos.
- B) a pesquisa de galactomanano no sangue.
- C) o teste rápido do antígeno capsular no líquor.
- D) a cultura do líquor.
- E) a preparação com hidróxido de potássio.
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Gabarito oficial: D
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Questão 43 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
A presença de cilindros hemáticos na urina é um achado característico na sedimentoscopia do paciente acometido por
- A) pielonefrite.
- B) lesão glomerular.
- C) infecção do trato urinário.
- D) insuficiência renal crônica.
- E) desidratação.
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Gabarito oficial: B
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Questão 44 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Assinale a alternativa que corretamente identifica o principal exame bioquímico realizado para a detecção de proteinúria.
- A) Teste de precipitação com ácido sulfossalicílico.
- B) Teste de Hoesch.
- C) Teste de Watson-Schwartz.
- D) Teste de Ehrlich.
- E) Teste de Benedict.
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Gabarito oficial: A
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Questão 45 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Na urinálise, os aspectos relacionados à conservação adequada das amostras são particularmente importantes para o diagnóstico laboratorial, sendo descritas algumas alterações em decorrência da incorreta preservação do material. Assinale a alternativa que corretamente menciona alterações que podem ocorrer na urina não adequadamente preservada.
- A) Aumento de bilirrubina e urobilinogênio devido à exposição à luz e oxidação de biliverdina e urobilina.
- B) Diminuição de nitritos devido à precipitação associada ao material amorfo presente na amostra.
- C) Aumento de cetonas em decorrência da multiplicação bacteriana.
- D) Diminuição do pH urinário em decorrência do crescimento bacteriano.
- E) Aumento do pH urinário decorrente da metabolização da ureia para amônia por bactérias produtoras de urease e devido à perda de CO₂.
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Gabarito oficial: E
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Questão 46 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Em laboratório, o uso correto de vidrarias calibradas, limpas e apropriadas para cada tipo de medida é fundamental para obter soluções com concentrações exatas e para a realização de experimentos de forma segura e eficiente. Assinale a alternativa que corretamente identifica a vidraria de volume fixo utilizada para o preparo de soluções com concentração precisa, indicado para medições exatas.
- A) Proveta.
- B) Bureta.
- C) Balão volumétrico.
- D) Béquer.
- E) Pipeta volumétrica.
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Gabarito oficial: C
O balão volumétrico tem volume definido e é a vidraria usada para preparar soluções de concentração precisa.
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Questão 47 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Em um laboratório de patologia, é necessário preparar solução de paraformaldeído 4% em tampão fosfato de sódio 0,1 M pH 7.4. Sabendo-se que a solução estoque de tampão fosfato de sódio tem a concentração de 1 M e a massa molecular do paraformaldeído é 30,03 g/mol, assinale a alternativa correta que indica, respectivamente, o peso de paraformaldeído e o volume de tampão fosfato necessários para o preparo de 1 litro de solução.
- A) 4 g e 1.000 mL.
- B) 30 g e 1.000 mL.
- C) 3 g e 100 mL.
- D) 40 g e 100 mL.
- E) 12 g e 100 mL.
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Gabarito oficial: D
4% (m/v) = 40 g por litro de paraformaldeído; e o tampão 0,1 M a partir de 1 M, para 1 L, requer 100 mL.
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Questão 48 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Um protocolo exige centrifugação a 1.500 g por 10 minutos. Se o rotor usado tem raio de 15 cm, qual deve ser, aproximadamente, a RPM utilizada para alcançar a força centrífuga correta?
- A) 1.500 rpm.
- B) 3.000 rpm.
- C) 300 rpm.
- D) 150 rpm.
- E) 15.000 rpm.
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Gabarito oficial: B
Para 1.500 g com raio de 15 cm, a rotação é de cerca de 3.000 rpm.
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Questão 50 · VUNESP · 2025 · Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto (SP)
Considerando os métodos de purificação de água disponíveis para utilização laboratorial e os diferentes tipos de água purificada que podem ser obtidos, assinale a alternativa correta.
- A) A associação sequencial de diferentes métodos de purificação da água como a filtração, a osmose reversa, eletrodeionização e a oxidação ultravioleta possibilitam a obtenção de água ultrapura.
- B) A destilação da água remove íons, e partículas com alta eficiência, mas não remove com a mesma eficiência compostos orgânicos, bactérias e pirogênios, produzindo água purificada do tipo I.
- C) A associação da filtração mecânica e da oxidação ultravioleta é o método mais eficiente e mais utilizado em laboratórios para a remoção da maior parte dos contaminantes da água, possibilitando a produção de água purificada do tipo II.
- D) A água obtida após o processo de filtração mecânica contém baixos índices de partículas e compostos orgânicos em suspensão e pode ser classificada como água do tipo I.
- E) A deionização da água produz uma água purificada com alta pureza, livre de minerais, cloro, flúor, metais pesados, compostos orgânicos e bactérias.
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Gabarito oficial: A
Água ultrapura exige combinação de etapas: filtração, osmose reversa, eletrodeionização e UV se complementam; nenhum método isolado entrega alta pureza.
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