Concurso Biomédico

Concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA 2025 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA (2025), banca Instituto BRB: 39 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA de 2025 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca Instituto BRB. A prova tinha 40 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial.

O que caiu nas disciplinas específicas: Hematologia (9), Imunologia (4), Microbiologia (3), Bioquímica Clínica (3), Fisiologia e Patologia Geral (1). Os temas mais cobrados foram Linfomas e leucemias, Marcadores cardíacos, Anemias macrocíticas, Imunodeficiências, Distúrbios de coagulação e plaquetas.

Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação Institucional (EBSERH/órgão) (3), Informática (2).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA 2025 para Biomédico?

A banca foi Instituto BRB. Temos 2 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA 2025?

A prova teve 40 questões.

O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA 2025?

Nas específicas: Hematologia (9), Imunologia (4), Microbiologia (3), Bioquímica Clínica (3). Temas mais cobrados: Linfomas e leucemias, Marcadores cardíacos, Anemias macrocíticas.

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA 2025?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA?

Resolva esta e as outras provas da banca Instituto BRB, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

A partir da leitura do texto, pode-se inferir corretamente que para o autor:

  1. A) É necessário que a Língua Portuguesa subverta expressões a fim de amenizar legalmente as ações antissociais dos infratores.
  2. B) Há a necessidade de que a Linguagem cumpra seu objetivo social de valorizar a figura humana, mesmo diante de atitudes negativas.
  3. C) A percepção jurídica sempre estará acima do uso de qualquer palavra, pois ignora a relevância linguística para a aplicação da lei.
  4. D) “Violência” é um conceito que deve estar acima do de “Crime”, pois existe a necessidade de relativização das ações humanas negativas para o estabelecimento do bem comum.
  5. E) Muitas expressões, segundo um padrão jurídico, apesar de figurarem como politicamente corretas, devem ser refutadas pelos cidadãos.
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Gabarito oficial: E

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Questão 2 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Leia as afirmações abaixo e avalie o que se pede na sequência.
( ) A linguagem é usada muitas vezes para deturpar a realidade ao dissimular as ações nocivas cometidas por criminosos.
( ) É prescindível o uso das palavras para o estabelecimento do que judicial e socialmente deva ser compreendido como correto ou não quanto aos atos considerados criminosos para o autor.
( ) A subversão linguística por parte da mídia influenciou jornalistas e a audiência de forma negativa, ratificando a inversão de valores citada pelo autor.
( ) O alvo da argumentação autoral é o que se chama de “novilíngua da segurança pública”, a qual prejudica qualquer atitude lógica de enfrentamento da contravenção, já que esta se ampara na permissividade verbal presente no arcabouço jurídico. De acordo com as ideias expostas no texto, considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se respectivamente.

  1. A) V – V – V – V.
  2. B) F – F – V – V.
  3. C) V – F – V – V.
  4. D) F – V – F – F.
  5. E) V – F – V – F.
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Gabarito oficial: C

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Questão 3 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Sobre alguns elementos constitutivos do texto os quais auxiliam na edificação do seu entendimento amplo, avalie o que se diz abaixo.
( ) No primeiro parágrafo, em “Nunca diga ‘violência’ quando a palavra correta for ‘crime’.”, o autor se valeu de uma ironia para transmitir sua indignação quanto ao tema.
( ) No primeiro parágrafo, o autor utiliza o termo “violência” como Eufemismo para a crítica feita.
( ) No segundo parágrafo, o termo “especialistas” foi utilizado de maneira literal a fim de inserir um Argumento de autoridade ao assunto que critica.
( ) No terceiro parágrafo, o autor não exime de responsabilidade, em meio à comparação feita com a ação policial, as decisões judiciais diante da elevada taxa de letalidade do país. De acordo com as ideias expostas no texto, considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se respectivamente.

  1. A) F – V – V – V.
  2. B) F – V – F – V.
  3. C) V – F – F – F.
  4. D) V – V – F – V.
  5. E) F – F – F – V.
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Gabarito oficial: B

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Questão 4 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:

  1. A) Foi formada por composição por justaposição com hífen obrigatório e tem por base semântica na primeira parte “ser a favor de”.
  2. B) Foi formada por composição por aglutinação com hífen obrigatório, tendo como sentido em relação a “pró” “ser cúmplice de”.
  3. C) Foi formada por composição por justaposição com hífen facultativo, tendo como sentido na sua primeira parte “ser favorável”.
  4. D) Possui um prefixo que exige o uso do hífen e tem por sentido “ser favorável” em relação ao radical da parte seguinte.
  5. E) Possui prefixo cujo hífen se mostra facultativo, tendo a primeira parte o valor semântico de “ser cúmplice”.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 5 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Sobre o texto em destaque, podem-se considerar válidas todas as afirmações a seguir, EXCETO:

  1. A) O texto possui evidência tipológica desprovida de caráter subjetivo, o que o caracteriza como expositivo.
  2. B) O texto possui marcas de pessoalidade que o caracterizam como de natureza subjetiva.
  3. C) O texto é pertencente à tipologia dissertativa-argumentativa.
  4. D) O texto pertence ao gênero “Artigo de Opinião”.
  5. E) Apesar do seu caráter fundamentalmente argumentativo, o autor interage com o leitor a partir de marcas próprias de Injunção.
Ver gabarito

Gabarito oficial: A

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Questão 6 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Assinale a alternativa cuja reescrita seguinte de um fragmento do texto tenha mantido a correção gramatical o sentido primário.

  1. A) Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. / Crime não se combate com leis brandas, mas sim com polícia, prisões e rigidez jurídica.
  2. B) Nunca use o termo “letalidade policial...”. / Nunca use o termo “legalidade policial...”.
  3. C) Um crime fere o direito de outra pessoa... / Um crime referenda o direito de outra pessoa.
  4. D) Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. / Nenhuma dessas imperiosas iniciativas ajudam a reduzir assaltos ou a identificarem autores de homicídios.
  5. E) Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. / As palavras podem ter mais sagacidade que as armas ou as sentenças.
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Gabarito oficial: A

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Questão 7 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

“Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação”. Assinale a alternativa que apresenta uma elaboração de reescrita de um fragmento do parágrafo acima de forma incorreta quanto às regras normativas de Concordância da Língua Portuguesa.

  1. A) Crime é uma escolha feita pelos criminosos.
  2. B) Uma palavra pode ter mais força que quaisquer armas ou sentenças.
  3. C) A palavra se infiltra em mentes e almas, altera posições morais, confunde causas com consequências e constrói ou destrói convicções.
  4. D) Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, colocou-se a língua portuguesa a serviço do crime.
  5. E) A manipulação sem trégua das linguagens pelas mídias, de forma repetitiva, cegaram e emburreceram boa parte do jornalismo e da audiência...
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Gabarito oficial: E

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Questão 8 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:

  1. A) ... “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. (pronome relativo).
  2. B) Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. (pronome reflexivo).
  3. C) O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa... (conjunção integrante).
  4. D) Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia [...], também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas... (conjunção subordinativa condicional).
  5. E) Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. (índice de indeterminação do sujeito).
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Gabarito oficial: B

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Questão 9 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Leia o fragmento abaixo e analise depois a afirmação abaixo a fim de completar os espaços solicitados. Nenhuma dessas louváveis iniciativas refere-se .... redução de assaltos ou .... identificação dos autores dos homicídios. O fragmento acima foi adaptado de um trecho retirado do texto. Pode-se afirmar que seus espaços seriam preenchidos pelas expressões ___ e ___, pois isso se justifica pela regra de __________. Assinale:

  1. A) a – à – Regência nominal
  2. B) a – a – Regência verbal
  3. C) à – a – Regência nominal
  4. D) à – à – Regência verbal
  5. E) à – à – Regência nominal
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Gabarito oficial: D

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Questão 10 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

A novilíngua do crime Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime Roberto Motta Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime. Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras. Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido. Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira. Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”. Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação. A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime. O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem. https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado..

Um fragmento do segundo parágrafo que foi reescrito respeitando-se as regras gramaticais de Pontuação está presente em:

  1. A) Não use a expressão: “segurança pública” quando você quis dizer, “combate ao crime”.
  2. B) O país está cheio de “especialistas” que acreditam, que é possível melhorar a segurança pública.
  3. C) Para tornar o Brasil um país menos perigoso, é preciso combater o crime.
  4. D) Não se combate o crime, com conversas, artesanato, ou escolas.
  5. E) Crime se combate, com polícia, prisões e leis duras.
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Gabarito oficial: C

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Questão 11 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Uma empresa tem 8 funcionários e precisa formar um comitê com 4 membros. Porém, entre os 8 funcionários, 2 são diretores, e a regra da empresa determina que o comitê deve conter exatamente 1 diretor. De quantas formas diferentes esse comitê pode ser formado?

  1. A) 30
  2. B) 35
  3. C) 40
  4. D) 45
  5. E) 50
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Gabarito oficial: C

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Questão 12 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Analise as três sequências a seguir e descubra os próximos elementos. Sequência Numérica: 3, 9, 18, 30, 45, ... ? Assinale:

  1. A) 55
  2. B) 60
  3. C) 63
  4. D) 66
  5. E) 70
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Gabarito oficial: C

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Questão 13 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Em um laboratório, uma equipe de cientistas precisa misturar três soluções químicas para obter um novo composto. As proporções da mistura são:
• Solução A: 2/5 do total
• Solução B: 3/8 do total
• Solução C: o restante da mistura Se o total da mistura deve ser de 100 ml, quantos ml da Solução C devem ser adicionados para completar a mistura?

  1. A) 20 ml
  2. B) 21 ml
  3. C) 22 ml
  4. D) 22,5 ml
  5. E) 23 ml
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Gabarito oficial: D

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Questão 14 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Uma fábrica está projetando um reservatório de água em formato de cilindro com um cone no topo. O cilindro tem altura de 12 m e raio de 6 m, enquanto o cone tem altura de 9 m e o mesmo raio. Qual é o volume total do reservatório, considerando a soma dos volumes do cilindro e do cone?

  1. A) ( 540π ) m³
  2. B) ( 576π ) m³
  3. C) ( 612π ) m³
  4. D) ( 648π ) m³
  5. E) ( 720π ) m³
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Gabarito oficial: A

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Questão 15 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Em uma universidade, a nota final de um estudante em uma disciplina é calculada da seguinte forma:
• A prova teórica tem peso 3 e o estudante obteve 80 pontos.
• A prova prática tem peso 2 e o estudante obteve 90 pontos.
• O trabalho final tem peso 5 e o estudante obteve 75 pontos. Desta forma:
1. Qual é a média aritmética simples das notas obtidas?
2. Qual é a média ponderada, considerando os respectivos pesos das avaliações? Assinale:

  1. A) Média simples: 81,67 / Média ponderada: 78,5
  2. B) Média simples: 80 / Média ponderada: 79
  3. C) Média simples: 81,67 / Média ponderada: 79,5
  4. D) Média simples: 82 / Média ponderada: 80
  5. E) Média simples: 80,5 / Média ponderada: 79
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Gabarito oficial: C

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Questão 16 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:

  1. A) 1591
  2. B) 1691
  3. C) 1791
  4. D) 1891
  5. E) 1991
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Gabarito oficial: D

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Questão 17 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

As terras que atualmente pertence ao município de Conceição do Coité foram durante vários anos, na verdade, mais de dois séculos, de propriedade:

  1. A) Antônio Guedes de Brito.
  2. B) Antônio Manoel Mâncio.
  3. C) João Benevides.
  4. D) Juracy Magalhães.
  5. E) Tomé de Souza.
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Gabarito oficial: A

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Questão 18 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:

  1. A) Firmar, fiscalizar e cobrar tarifas ou preços públicos.
  2. B) Proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação e à ciência.
  3. C) Proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas.
  4. D) Preservar as florestas, a fauna e a flora.
  5. E) Fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar.
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Gabarito oficial: A

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Questão 19 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

João está trabalhando em um notebook com sistema operacional Windows 11, versão em português. Em determinado momento, decide utilizar as teclas de atalho para ativar o Botão de Iniciar do Windows, sendo estas:

  1. A) SHIFT + C
  2. B) TAB + V
  3. C) ALT + B
  4. D) FN + I
  5. E) CTRL + W
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Gabarito oficial: E

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Questão 21 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Larissa é levada a emergência do hospital em sua cidade aprestando sintomas de fadiga, palidez e icterícia. O hemograma revela uma baixa contagem de hemácias e aumento do volume corpuscular médio (MCV). Após a consulta, o médico suspeita de uma anemia macrocítica. Qual é a principal causa de anemia macrocítica?

  1. A) A deficiência de ferro geralmente leva à anemia microcítica, não macrocítica.
  2. B) A esplenomegalia pode afetar o sangue, mas não está diretamente relacionada com anemia macrocítica.
  3. C) A doença falciforme causa anemia hemolítica, mas não macrocítica.
  4. D) Leucemia pode afetar a contagem de células sanguíneas, mas não é uma causa comum de anemia macrocítica.
  5. E) A deficiência de vitamina B12 ou folato é a principal causa de anemia macrocítica, afetando a síntese de DNA e resultando em células maiores do que o normal.
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Gabarito oficial: E

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Questão 22 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Um paciente apresenta histórico de infecção crônica. Após a realização de testes imunológicos, observa-se uma diminuição nos linfócitos T citotóxicos e na produção de anticorpos específicos. O diagnóstico é de imunodeficiência adquirida. Qual é a principal característica da imunodeficiência adquirida, como observada na infecção crônica?

  1. A) Deficiência apenas na imunidade inata. A imunodeficiência adquirida afeta a imunidade adaptativa, não a inata.
  2. B) Diminuição da função dos linfócitos T e B. A imunodeficiência adquirida afeta tanto os linfócitos T quanto os linfócitos B, prejudicando a resposta imunológica adaptativa.
  3. C) Excesso de produção de anticorpos. Na imunodeficiência adquirida, há uma produção deficiente de anticorpos, não em excesso.
  4. D) Resposta imune exagerada. A imunodeficiência adquirida envolve a falta de resposta imunológica eficiente, não uma resposta exagerada.
  5. E) Diminuição apenas da imunidade adaptativa. A imunodeficiência adquirida afeta a imunidade adaptativa, mas também pode influenciar a imunidade inata em alguns casos.
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Gabarito oficial: B

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Questão 23 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

João é um paciente de 30 anos apresentando aumento da linfadenopatia, febre e perda de peso. Após exames de sangue, a contagem de leucócitos está elevada, e uma biópsia confirma a presença de linfoma. Qual é a característica histológica que distingue um linfoma de uma leucemia?

  1. A) Presença de linfócitos anormais em tecidos periféricos. A leucemia caracteriza-se por uma produção excessiva de células sanguíneas anormais, enquanto o linfoma afeta principalmente os linfonodos e tecidos linfoides.
  2. B) Células tumorais presentes em linfonodos e tecidos periféricos. O linfoma é caracterizado pela presença de células tumorais em linfonodos e tecidos linfoides, enquanto a leucemia afeta a medula óssea e o sangue.
  3. C) Elevada contagem de plaquetas no sangue. O linfoma pode estar associado a alterações nas plaquetas, mas a leucemia é mais associada a anormalidades na produção de glóbulos brancos.
  4. D) Aumento da contagem de glóbulos vermelhos. O linfoma e a leucemia geralmente não causam aumento na contagem de glóbulos vermelhos, que é mais comum em doenças como a policitemia.
  5. E) Infiltração de células tumorais nos ossos. A leucemia pode envolver a medula óssea, mas o linfoma não se caracteriza pela infiltração óssea, sendo mais restrito a linfonodos.
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Gabarito oficial: B

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Questão 24 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Um senhor de 60 anos apresenta histórico de fadiga, cãibras musculares e sangramentos frequentes. O hemograma mostra uma baixa contagem de plaquetas e uma alteração na coagulação sanguínea. Qual é a principal causa de distúrbios de coagulação e redução na contagem de plaquetas?

  1. A) Hemofilia A é caracterizada pela deficiência do fator VIII, mas não afeta diretamente a contagem de plaquetas.
  2. B) Doença renal crônica pode afetar a coagulação, mas a principal causa de distúrbios de plaquetas seria uma condição hematológica, como leucemia.
  3. C) Anemia ferropriva não afeta diretamente a produção de plaquetas ou a coagulação sanguínea, sendo mais associada à diminuição de glóbulos vermelhos.
  4. D) Leucemia mieloide aguda pode reduzir a produção de plaquetas, além de causar outros distúrbios hematológicos.
  5. E) A deficiência de vitamina K afeta os fatores de coagulação, mas não reduz diretamente a contagem de plaquetas.
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Gabarito oficial: D

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Questão 25 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Fabrício é um paciente regular do Dr. Carlos e, após dar entrada no hospital apresentando quadro de febre, linfadenopatia e esplenomegalia, foi realizado o teste de HIV, este que apresentou resultado positivo. Ainda, o paciente está em estágio de infecção crônica. Qual é a principal célula do sistema imunológico que é afetada pelo HIV?

  1. A) O HIV ataca principalmente os linfócitos T helper (CD4+), enfraquecendo a resposta imunológica do paciente.
  2. B) O HIV não afeta diretamente os linfócitos B, mas sim os linfócitos T, que são responsáveis pela coordenação da resposta imunológica.
  3. C) Embora o HIV possa infectar os macrófagos, os linfócitos T helper (CD4+) são as células primárias alvo do HIV.
  4. D) O HIV afeta preferencialmente os linfócitos T helper (CD4+), embora também possa impactar os linfócitos T citotóxicos.
  5. E) O HIV pode afetar as células dendríticas, mas seu principal alvo são os linfócitos T helper.
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Gabarito oficial: A

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Questão 26 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Marcos é um paciente de 35 anos apresentando quadro de diarreia persistente, febre e dor abdominal. Após a realização de exames laboratoriais, foram indicados a presença de células epiteliais e leucócitos nas fezes. O médico suspeita de infecção bacteriana intestinal. Com base nisso, qual técnica microbiológica é mais indicada para identificar a presença de patógenos bacterianos nas fezes?

  1. A) Cultura bacteriana e antibiograma. A cultura bacteriana é a técnica padrão para identificar patógenos bacterianos e testar sua sensibilidade a antibióticos.
  2. B) Exame microscópico direto das fezes. O exame microscópico pode ser útil, mas a cultura bacteriana oferece uma análise mais detalhada da infecção bacteriana.
  3. C) Reação em cadeia da polimerase (PCR). A PCR é útil para detectar patógenos específicos, mas a cultura bacteriana ainda é o método mais usado para diagnóstico geral.
  4. D) Testes rápidos de antígenos. Embora úteis, os testes rápidos de antígenos são menos sensíveis e específicos do que a cultura bacteriana, especialmente para infecções complexas.
  5. E) Exame de sangue para identificação de anticorpos. A análise de anticorpos no sangue pode ser útil para alguns patógenos, mas não é o principal exame para infecções intestinais bacterianas.
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Gabarito oficial: A

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Questão 27 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

João apresenta quadro de febre, suores noturnos e linfadenopatia. Os exames laboratoriais indicam uma contagem elevada de linfócitos, e a biópsia de linfonodo revela células malignas. O diagnóstico é linfoma. Considerando que João é um idoso de 70 anos, qual é a característica histológica que distingue um linfoma de uma leucemia?

  1. A) Proliferação de células malignas na pele. A pele pode ser afetada por linfoma cutâneo, mas essa característica não distingue linfoma de leucemia.
  2. B) Infiltração de células malignas na medula óssea e no sangue periférico. Isso é característico de leucemia, não de linfoma.
  3. C) Presença de células malignas exclusivamente nos linfonodos e tecidos linfoides. O linfoma caracteriza-se pela presença de células malignas nos linfonodos e tecidos linfoides, enquanto a leucemia envolve a medula óssea e sangue periférico.
  4. D) Aumento do volume da medula óssea. O aumento da medula óssea é característico da leucemia, não do linfoma.
  5. E) Formação de massas tumorais fora dos linfonodos. Linfomas podem formar massas tumorais em outras partes do corpo, mas a distinção entre linfoma e leucemia é baseada na localização predominante da malignidade.
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Gabarito oficial: C

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Questão 28 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Paciente de 50 anos, do sexo feminino, apresenta cansaço excessivo, dor abdominal, e a biópsia revela células gigantes multinucleadas em um tumor do fígado. Após exames, o diagnóstico é de hepatocarcinoma. Com base nessas informações, qual é a principal via de diagnóstico para hepatocarcinoma em um paciente com sintomas sugestivos?

  1. A) Ressonância magnética do abdome pode ser útil para detalhamento de lesões hepáticas, mas a ultrassonografia com AFP é mais eficaz na detecção inicial.
  2. B) A tomografia computadorizada do tórax é útil para detectar metástases pulmonares, mas não é a principal ferramenta para diagnosticar hepatocarcinoma.
  3. C) A ultrassonografia abdominal, combinada com o marcador tumoral alfa-fetoproteína (AFP), é a principal ferramenta inicial no diagnóstico de hepatocarcinoma.
  4. D) O exame de biópsia óssea não é indicado para diagnóstico inicial de hepatocarcinoma, que é uma condição hepática.
  5. E) Exame de sangue para identificação de anticorpos. Embora útil em alguns casos, o exame de anticorpos não é específico para hepatocarcinoma.
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Gabarito oficial: C

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Questão 29 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

João é um paciente de 70 anos e apresenta sangramentos nas gengivas, hematomas fáceis e histórico de infecções recorrentes. O exame de sangue revela trombocitopenia e distúrbios na coagulação. Com base nessas informações, qual é a principal causa de distúrbios de coagulação associados à trombocitopenia?

  1. A) A leucemia mieloide crônica pode levar à trombocitopenia, mas a principal causa de distúrbios de coagulação com trombocitopenia é mais comumente uma condição hematológica, como a trombocitopatias.
  2. B) A hemofilia A afeta a coagulação, mas não está diretamente relacionada à trombocitopenia.
  3. C) A púrpura trombocitopênica imune pode causar trombocitopenia e distúrbios de coagulação, com a formação de hematomas e sangramentos.
  4. D) A síndrome nefrótica pode afetar a coagulação, mas geralmente não está associada à trombocitopenia grave.
  5. E) A doença de von Willebrand afeta a coagulação, mas não está diretamente associada à trombocitopenia.
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Gabarito oficial: C

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Questão 30 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Determinado paciente de 45 anos e com histórico de febre persistente, calafrios e lesões orais indolores é hospitalizado após passar mal. Após os primeiros socorros na emergência, o médico suspeita de infecção pelo HIV. Por conta disso, o paciente faz o teste de ELISA para detecção de anticorpos contra o HIV, que é positivo. Qual é o próximo passo após um teste ELISA positivo para HIV?

  1. A) Confirmar o diagnóstico com o teste de Western blot. O teste de Western blot é usado para confirmar a infecção pelo HIV após um teste ELISA positivo.
  2. B) Realizar um exame de PCR para medir a carga viral. A PCR pode ser usada para medir a carga viral e monitorar a progressão da infecção, mas o teste de Western blot é o primeiro passo para confirmar o diagnóstico.
  3. C) Iniciar o tratamento antirretroviral imediatamente. Embora o tratamento seja necessário, a confirmação do diagnóstico é essencial antes de iniciar o tratamento.
  4. D) Realizar exames para detectar outras infecções oportunistas. Embora necessário, a confirmação com Western blot vem antes da detecção de infecções oportunistas.
  5. E) Solicitar uma biópsia das lesões orais. A biópsia não é necessária para o diagnóstico inicial de HIV.
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Gabarito oficial: A

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Questão 31 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Determinado paciente, após passar mal em um jogo de futebol, é levado ao hospital para os primeiros socorros. Após dar entrada, o paciente apresenta história de cansaço excessivo, suores noturnos e linfadenopatia. O exame de sangue revela um aumento significativo dos linfócitos e da presença de células imaturas. O diagnóstico é de leucemia linfocítica crônica. Qual é o principal marcador imunofenotípico utilizado para confirmar o diagnóstico de leucemia linfocítica crônica (LLC)?

  1. A) O CD3 é um marcador das células T, e não está relacionado especificamente com a LLC, que envolve as células B.
  2. B) O CD19 é um marcador de linfócitos B, que é fundamental para o diagnóstico de leucemia linfocítica crônica, já que a LLC afeta predominantemente essas células.
  3. C) O CD4 é um marcador das células T helper, e a LLC é uma doença das células B.
  4. D) O CD8 é um marcador para linfócitos T citotóxicos, não relevante para LLC, que é associada a linfócitos B.
  5. E) O CD56 é um marcador de células NK (natural killer) e não está relacionado com LLC.
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Gabarito oficial: B

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Questão 32 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Paciente de 50 anos com histórico de dor abdominal, perda de peso e febre. O exame de imagem mostra um aumento do fígado e baço. O médico solicita uma biópsia hepática e a análise revela células gigantes multinucleadas, caracterizando um linfoma extranodal. Qual é o tipo mais comum de linfoma extranodal que afeta o fígado?

  1. A) O linfoma de células B pode afetar diversos órgãos, incluindo o fígado, sendo uma das formas mais comuns de linfoma extranodal hepático.
  2. B) Embora o linfoma de células T também possa afetar o fígado, o linfoma de células B é mais comum na forma extranodal.
  3. C) O linfoma de Hodgkin é mais prevalente em linfonodos, com envolvimento extranodal menos frequente, especialmente no fígado.
  4. D) O linfoma de Burkitt é uma forma agressiva de linfoma, geralmente afetando os linfonodos e outras áreas, mas não é o tipo mais comum de linfoma hepático extranodal.
  5. E) O linfoma cutâneo afeta a pele e não é comum em órgãos internos como o fígado.
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Gabarito oficial: A

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Questão 33 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Paciente de 25 anos, do sexo feminino, apresenta histórico de cansaço extremo, pele pálida e dor nas articulações. O exame de sangue revela uma contagem de hemoglobina de 8 g/dL e um índice de anisocitose elevado. O diagnóstico preliminar é anemia. Qual exame complementar é mais indicado para confirmar o tipo de anemia e determinar sua causa?

  1. A) A eletroforese de hemoglobina é útil no diagnóstico de anemias hemoglobinopatias, como a anemia falciforme, mas não é o primeiro passo para todos os tipos de anemia.
  2. B) A cultura de sangue não é indicada para o diagnóstico de anemia; ela é utilizada para infecções bacterianas.
  3. C) A biópsia de medula óssea pode ser útil em casos de anemia grave ou não esclarecida, mas não é o primeiro exame indicado na avaliação inicial.
  4. D) A contagem de reticulócitos pode ser útil para avaliar a resposta da medula óssea, mas um hemograma mais detalhado e exames de ferro são mais indicados inicialmente.
  5. E) A dosagem de ferro sérico, ferritina e capacidade de ligação do ferro são fundamentais para diagnosticar o tipo de anemia, como a ferropriva, e identificar a causa da anemia.
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Gabarito oficial: E

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Questão 34 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Durante uma consultar regular com o seu médico preferido, João, um paciente de 60 anos, com histórico de hipertensão não controlada, relata ao médico que está apresentando um quadro de dor torácica e falta de ar. Após a realização de um eletrocardiograma (ECG) solicitada pelo médico, foi revelado um infarto do miocárdio, e o médico solicita uma análise do sangue para investigar o dano cardíaco. Qual biomarcador é mais específico para avaliar danos ao músculo cardíaco em pacientes com infarto do miocárdio?

  1. A) A troponina T é um biomarcador altamente específico para danos ao músculo cardíaco e é o mais utilizado na detecção de infarto do miocárdio.
  2. B) A Creatina quinase A CK é útil na avaliação de lesões musculares, mas a troponina é mais específica para o coração.
  3. C) O ácido láctico pode ser elevado em várias condições, mas não é específico para o infarto do miocárdio.
  4. D) A Lactato desidrogenase (LDH) pode ser elevada em vários tipos de lesões celulares, mas não é específica para o coração.
  5. E) A B-type natriuretic peptide (BNP) é utilizado para avaliar insuficiência cardíaca, mas não é específico para detectar infarto do miocárdio.
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Gabarito oficial: A

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Questão 35 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

João é um paciente com 70 anos e decide ir ao hospital após apresentar um quadro de febre alta, tosse persistente e produção de escarro com sangue. O exame de raios-X do tórax revela opacidades pulmonares bilaterais. O médico suspeita de tuberculose pulmonar e solicita exames para confirmação. Com base nisso, qual exame microbiológico é mais indicado para o diagnóstico definitivo de tuberculose pulmonar?

  1. A) A Cultura para Mycobacterium tuberculosis é o padrão-ouro para o diagnóstico de tuberculose pulmonar, pois permite a identificação do Mycobacterium tuberculosis.
  2. B) O exame direto de bacilos ácido-alcool resistentes (BAAR) é útil para identificar a presença de bacilos tuberculosos nas secreções respiratórias, mas a cultura é mais sensível e definitiva.
  3. C) O teste tuberculínico é utilizado para detectar a exposição ao bacilo da tuberculose, mas não confirma a infecção ativa.
  4. D) A radiografia de tórax pode sugerir tuberculose, mas não é um exame diagnóstico definitivo, sendo necessário o exame microbiológico.
  5. E) A PCR para Mycobacterium tuberculosis pode ser útil para diagnóstico rápido, mas a cultura permanece o método padrão-ouro para o diagnóstico definitivo de tuberculose.
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Gabarito oficial: A

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Questão 36 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Determinada paciente de 40 anos, do sexo feminino, apresenta histórico de febre alta, calafrios e linfadenopatia. Exames laboratoriais revelam aumento da contagem de leucócitos, principalmente linfócitos atípicos. A biópsia de linfonodo sugere a presença de uma infecção viral. Qual é o principal vírus associado à linfadenopatia e linfocitose atípica em adultos?

  1. A) O Vírus Epstein-Barr (EBV) é o principal agente associado à mononucleose infecciosa, que pode causar linfadenopatia e linfocitose atípica.
  2. B) O Vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode causar linfadenopatia, mas é mais associado à imunodeficiência progressiva do que à linfocitose atípica.
  3. C) O Vírus da hepatite B pode causar sintomas sistêmicos, mas não está fortemente associado a linfocitose atípica e linfadenopatia.
  4. D) O Vírus da hepatite C pode causar linfadenopatia e outros sintomas sistêmicos, mas a linfocitose atípica é mais comum em infecções virais como o EBV.
  5. E) O Herpes simples pode causar linfadenopatia local, mas não é o principal responsável por linfocitose atípica.
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Gabarito oficial: A

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Questão 37 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Carla, de 30 anos, decide ir à emergência por estar apresentando um quadro de cansaço extremo, palidez e dor nas articulações. Após o hemograma, observam-se anormalidades nas hemácias e a presença de células falciformes no sangue periférico. Com base nisso, qual é a principal característica clínica da doença falciforme?

  1. A) A doença falciforme é caracterizada pela presença de hemácias em forma de foice, mas a anemia é normocítica, não microcítica.
  2. B) A doença falciforme é caracterizada por anemia normocítica e pela presença de células falciformes no sangue periférico.
  3. C) A anemia hipocrômica e a presença de esferócitos são mais características de outras condições, como a esferocitose hereditária.
  4. D) A anemia na doença falciforme é normocítica, não macrocítica.
  5. E) A doença falciforme pode ter plaquetas elevadas em alguns casos, mas a característica principal é a anemia normocítica com células falciformes.
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Gabarito oficial: B

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Questão 38 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Pamela é uma paciente de 55 anos com histórico de dor muscular generalizada, cansaço excessivo e aumento de enzimas musculares no sangue. Após biópsia muscular, a análise histológica mostra infiltração inflamatória nos músculos esqueléticos. Qual é a condição mais comum associada a aumento das enzimas musculares e infiltração inflamatória nos músculos esqueléticos?

  1. A) A polimiosite é uma doença inflamatória muscular que frequentemente resulta em aumento das enzimas musculares e infiltração inflamatória nos músculos esqueléticos.
  2. B) A fibromialgia pode causar dor muscular, mas não está associada a aumento de enzimas musculares ou infiltração inflamatória nos músculos.
  3. C) A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética, mas não é caracterizada pela infiltração inflamatória nos músculos, sendo mais associada à degeneração muscular.
  4. D) A artrite reumatoide pode afetar as articulações, mas não está diretamente associada ao aumento das enzimas musculares ou infiltração muscular.
  5. E) A síndrome de Guillain-Barré afeta principalmente os nervos periféricos e não é caracterizada por infiltração inflamatória nos músculos esqueléticos.
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Gabarito oficial: A

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Questão 39 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Lucas é um paciente de 60 anos com histórico de hipertensão arterial e diabetes tipo 2, apresenta dor torácica intensa e dificuldades respiratórias. Após a consulta em um hospital da cidade XYZ, o médico solicita um exame de sangue para avaliar a função cardíaca. Qual biomarcador é o mais eficaz para detectar danos ao miocárdio em pacientes com dor torácica?

  1. A) A creatina quinase é útil na avaliação de lesões musculares, mas a troponina é mais específica para o dano cardíaco.
  2. B) O ácido láctico pode ser elevado em várias condições, mas não é específico para infarto do miocárdio.
  3. C) A Lactato desidrogenase (LDH) pode ser útil em alguns contextos, mas a troponina é o biomarcador padrão-ouro para infarto do miocárdio.
  4. D) O B-type natriuretic peptide (BNP) é usado para insuficiência cardíaca, mas não é específico para detectar danos ao miocárdio em infarto.
  5. E) A troponina T é o biomarcador mais específico e sensível para danos ao miocárdio e é amplamente utilizado no diagnóstico de infarto do miocárdio.
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Gabarito oficial: E

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Questão 40 · Instituto BRB · 2025 · Prefeitura Municipal de Conceição do Coité/BA

Determinado paciente de 25 anos, do sexo masculino, apresenta quadro de febre persistente, perda de peso e linfadenopatia. O médico suspeita de infecção viral e solicita um teste rápido para detecção de HIV. Qual é a principal vantagem do teste rápido para detecção de HIV em comparação com o teste de ELISA?

  1. A) O teste de ELISA possui maior sensibilidade e especificidade, sendo o padrão-ouro para diagnóstico de HIV.
  2. B) Capacidade de detectar HIV em estágios iniciais da infecção. O teste rápido pode detectar a infecção, mas não tem a mesma sensibilidade de testes laboratoriais como o ELISA, especialmente em estágios iniciais.
  3. C) O teste rápido é mais acessível e oferece resultados em menos tempo, sendo ideal para triagem inicial.
  4. D) O teste rápido pode detectar tanto infecções agudas quanto crônicas, mas não é específico apenas para infecções crônicas.
  5. E) O teste rápido detecta o HIV, mas não é exclusivo para diagnóstico de AIDS, que é uma condição avançada da infecção. Confidencial até o momento da aplicação.
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Gabarito oficial: C

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