O concurso Prefeitura de Nova Floresta-PB de 2026 teve prova para o cargo de Bioquímico/Biomédico, organizada pela banca CPCON-UEPB. A prova tinha 40 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial e 1 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (7), Hematologia (3), Imunologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Os temas mais cobrados foram Dosagens hormonais, Anemias megaloblásticas, Leucograma e alterações reativas, Hemostasia e coagulação, Exame químico da urina.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (15), Raciocínio Lógico e Matemática (10).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso Prefeitura de Nova Floresta-PB 2026 para Biomédico?
A banca foi CPCON-UEPB. Temos 2 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura de Nova Floresta-PB 2026?
A prova teve 40 questões.
O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura de Nova Floresta-PB 2026?
Nas específicas: Bioquímica Clínica (7), Hematologia (3), Imunologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Temas mais cobrados: Dosagens hormonais, Anemias megaloblásticas, Leucograma e alterações reativas.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura de Nova Floresta-PB 2026?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso Prefeitura de Nova Floresta-PB?
Resolva esta e as outras provas da banca CPCON-UEPB, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Analise as assertivas abaixo, consoante às ideias apresentadas no Texto I.
I- Os dados apresentados no primeiro parágrafo referem-se ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
II- Os dados apresentados no segundo parágrafo referem-se exclusivamente ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
III- Ao todo, 351 cursos participaram do exame, mas apenas 304 obtiveram desempenho proficiente.
IV- Cerca de um terço dos cursos de medicina obtiveram conceito 4.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
- A) III e IV.
- B) I.
- C) III.
- D) I e II.
- E) I e IV.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
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Questão 2 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Com base no Texto I, assinale a alternativa CORRETA acerca das sanções aplicadas pelo Ministério da Educação (MEC) aos cursos de Medicina com desempenho insatisfatório no Enamed.
- A) A suspensão do Fies ocorre exclusivamente nos cursos que obtiveram nota 1 no exame.
- B) As sanções são aplicadas indistintamente a todas as instituições avaliadas, inclusive estaduais e municipais, por estarem sob supervisão direta do MEC.
- C) As medidas punitivas consideram apenas a nota geral do Enamed, sem relação com o percentual de proficiência dos estudantes.
- D) As penalidades têm caráter definitivo e não admitem recurso administrativo por parte das instituições avaliadas.
- E) As sanções variam conforme o desempenho dos cursos com notas 1 e 2 e podem incluir suspensão de vestibular, redução de vagas e possível prejuízo na continuação de programas federais.
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Gabarito oficial: E
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Questão 3 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
De acordo com as ideias apresentadas no Texto I, é CORRETO afirmar que:
- A) a divulgação dos resultados do Enamed foi considerada ilegal pelo judiciário, em razão de possíveis danos às instituições privadas.
- B) as universidades municipais, por apresentarem os piores resultados no Enamed, foram as mais atingidas pelas sanções impostas pelo Ministério da Educação (MEC).
- C) as instituições privadas com fins lucrativos obtiveram desempenho superior ao das universidades federais no exame.
- D) o MEC avalia a possibilidade de ter sua competência legal ampliada para incluir instituições municipais de ensino superior em sua supervisão.
- E) a maioria dos estudantes concluintes avaliados apresentou desempenho não proficiente no exame.
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Gabarito oficial: D
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Questão 4 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Acerca da tipologia textual empregada no Texto I, trata-se de um texto predominantemente:
- A) expositivo, haja vista que apresenta dados, fatos e informações de forma objetiva e impessoal.
- B) argumentativo, haja vista que busca convencer o leitor a concordar com um ponto de vista específico.
- C) descritivo, pois caracteriza minuciosamente as instituições de ensino superior e seus espaços físicos.
- D) narrativo, haja vista que relata acontecimentos em sequência temporal, com presença de personagens e enredo.
- E) injuntivo, haja vista que orienta o leitor na escolha dos cursos de nível superior.
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Gabarito oficial: A
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Questão 5 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
No fragmento “Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC)” (1º parágrafo), o termo “ontem” funciona como um elemento:
- A) catafórico, pois antecipa uma informação que será explicitada posteriormente no texto.
- B) endofórico, pois retoma uma informação expressa anteriormente no próprio texto, estabelecendo relação entre os termos.
- C) exofórico, pois faz referência a um momento temporal que só pode ser identificado a partir da situação de enunciação.
- D) anafórico, pois retoma um termo já mencionado no enunciado, evitando sua repetição.
- E) metafórico, pois tem sentido figurado, representando um passado indefinido.
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Gabarito oficial: C
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Questão 6 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Leia o fragmento abaixo transcrito e observe as relações coesivas nele estabelecidas:
“Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC). A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes.” (1º e 2º parágrafos)
A partir da leitura do excerto, avalie as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.
I- Os termos “prova” e “exame” formam uma cadeia coesiva por retomada lexical para referir-se à Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica.
PORQUE
II- Retomam o mesmo referente “Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica”, evitando repetições e garantindo a continuidade temática do texto.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
- A) as asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
- B) as asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
- C) a asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
- D) a asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
- E) as asserções I e II são proposições falsas.
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Gabarito oficial: B
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Questão 7 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Observe as relações de sentido estabelecidas nos fragmentos extraídos do Texto I, abaixo transcritos, e assinale a alternativa que apresenta relação de condição.
- A) “Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta” (7º parágrafo).
- B) “Segundo o MEC, 351 cursos de todo o País participaram do exame, incluindo universidades públicas” (2º parágrafo).
- C) “Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte” (5º parágrafo).
- D) “Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições” (9º parágrafo).
- E) “Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais” (4º parágrafo).
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Gabarito oficial: C
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Questão 8 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Observe o emprego da crase nos fragmentos abaixo apresentados e assinale a alternativa CORRETA:
I- Em “o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial” (6º parágrafo), o sinal indicativo de crase é facultativo, considerando a dupla regência do verbo “recorrer”.
II- Em “Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições” (9º parágrafo), a crase resulta da contração da preposição exigida pelo verbo “causar” com o artigo que antecede o termo “instituições”.
III- Em “[...] MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta” (5º parágrafo), o acento indicativo de crase foi empregado adequadamente para marcar a junção de uma preposição com um artigo feminino.
IV- Em “As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso” (5º parágrafo), deveria haver, obrigatoriamente, o emprego do acento indicativo de crase em “a partir”, pois ocorre a fusão da preposição a com o artigo feminino a.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
- A) II.
- B) II e III.
- C) III.
- D) I, II e IV.
- E) I, II e III.
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Gabarito oficial: B
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Questão 9 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Acerca das relações morfossintáticas observadas no fragmento “Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC” (7º parágrafo), é CORRETO afirmar que em “que não estão sob regulação do MEC” o elemento “que” é:
- A) um pronome relativo, empregado para retomar o termo antecedente.
- B) uma conjunção integrante, empregado para introduzir uma oração subordinada.
- C) uma conjunção explicativa, empregado para introduzir uma oração subordinada.
- D) uma conjunção causal, empregado para retomar o termo antecedente.
- E) um pronome reflexivo, empregado para indicar que a ação se volta para o agente.
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Gabarito oficial: A
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Questão 10 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Analise os fragmentos abaixo e avalie as assertivas acerca das suas relações sintáticas.
A – “O MEC avaliará os argumentos” (5º parágrafo)
B – “Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso” (8º parágrafo)
I- Em A, temos sujeito, verbo e complemento verbal do tipo objeto direto.
II- Em B, temos sujeito, verbo e complemento verbal oracional.
III- Em A, o complemento verbal é do tipo objeto indireto.
IV- Em B, o complemento verbal é uma oração subordinada substantiva objeta direta.
V- Em B, temos uma oração subordinada substantiva completiva nominal.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
- A) II, III e IV.
- B) I e IV.
- C) III e IV.
- D) I, II e IV.
- E) I, II e V.
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Gabarito oficial: D
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Questão 11 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Texto I
MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções
Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies
Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).
A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.
Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.
Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.
Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”
Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).
Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.
Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026.
Analise as assertivas que seguem a respeito das estratégias de coesão textual empregadas no Texto I.
I- A repetição do termo “MEC” prejudica a fluidez do texto e a compreensão do Texto I.
II- O pronome “ele” em “Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas” (8º parágrafo) retoma o referente “Congresso”.
III- O pronome “os”, em “Caso não os aceite” (5º parágrafo) retoma “argumentos”.
IV- O pronome relativo “que”, em “que poderão recorrer sobre os resultados” (5º parágrafo) retoma “dessas instituições”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
- A) IV.
- B) III.
- C) III e IV.
- D) I e II.
- E) I, II e III.
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Gabarito oficial: C
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Questão 16 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
O Governo da Paraíba divulgou o resultado do Prêmio Escola Referência em Aprendizagem, no âmbito do programa Alfabetiza Mais Paraíba. Na edição considerada, 100 escolas premiadas receberam R$ 80 mil cada, e 100 escolas apoiadas receberam R$ 40 mil cada, totalizando R$ 12 milhões em investimentos.
Fonte: GOVERNO DA PARAÍBA (2026). Governo da Paraíba divulga lista de escolas premiadas e apoiadas no Prêmio Escola Referência em Aprendizagem. Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-da-educacao/noticias/governo-da-paraiba-divulga-lista-de-escolas-premiadas-e-apoiadas-no-premio-escola-referencia-em-aprendizagem. Acesso em: 15 mar. 2026.
Suponha que um pesquisador esteja analisando o crescimento do número de escolas premiadas ao longo dos anos e organize os dados em uma sequência lógica. Ele observa que, em um modelo hipotético de expansão do programa, o número de escolas premiadas em cada edição forma a seguinte sequência:
20, 40, 80, 160, …
Enquanto isso, o número de escolas apoiadas segue a sequência:
30, 40, 50, 60, …
Considerando que as cerimônias de premiação ocorrem uma vez por ano, sempre no mês de março, é CORRETO o que se afirma em:
- A) A primeira sequência é uma progressão aritmética e a segunda é uma progressão geométrica; na 6ª edição haverá 120 escolas premiadas e 80 apoiadas.
- B) A primeira sequência é uma progressão geométrica e a segunda é uma progressão aritmética; na 6ª edição haverá 640 escolas premiadas e 80 apoiadas.
- C) Ambas as sequências são progressões aritméticas; na 6ª edição haverá 120 escolas premiadas e 80 apoiadas.
- D) Ambas as sequências são progressões geométricas; na 6ª edição haverá 640 escolas premiadas e 90 apoiadas.
- E) A primeira sequência é uma progressão geométrica e a segunda é uma progressão aritmética; na 6ª edição haverá 320 escolas premiadas e 80 apoiadas.
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Gabarito oficial: B
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Questão 17 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Considere a operação:
A3BC × 2 = 26D4
Em que A, B, C e D representam algarismos distintos. Sabendo disso, é CORRETO afirmar que o valor do determinante da matriz
M = [A B; C D] (linha 1: A, B; linha 2: C, D)
Vale:
- A) 30.
- B) 12.
- C) 0.
- D) -12.
- E) -30.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
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Questão 18 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Com o avanço recente das tecnologias de Inteligência Artificial (IA), diversos sistemas educacionais passaram a utilizar plataformas inteligentes para acompanhar o desempenho e o engajamento de estudantes em atividades digitais. Em um projeto piloto implementado em escolas públicas, um sistema de IA registrou o número diário de interações realizadas por estudantes em uma plataforma educacional durante uma semana letiva.
Os valores registrados (em número de interações) foram: {14; 22; 18; 22; 17; 25; 18}. Considere que os dados correspondem, respectivamente, aos registros de segunda-feira a domingo.
Com base nessas informações e na análise estatística do conjunto de dados, é CORRETO afirmar que:
- A) A mediana coincide com a média e não há repetição de valores no conjunto.
- B) A média de interações é igual à mediana e o conjunto possui uma única moda.
- C) A mediana corresponde ao valor observado no quarto dia da semana e a média é inferior a 19.
- D) A moda corresponde ao valor registrado na sexta-feira e a média é superior a 21.
- E) A média de interações é maior que a mediana e o conjunto de dados apresenta duas modas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
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Questão 20 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
A etapa de João Pessoa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia (Beach Pro Tour Elite 16), realizada em março de 2026, seguiu o padrão internacional de pontuação da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Nesse sistema, as partidas são disputadas em melhor de três sets: os dois primeiros sets são jogados até 21 pontos e, em caso de empate em 1–1, o terceiro set (tie-break) é disputado até 15 pontos, sempre com diferença mínima de dois pontos (GE, 2026; LAMCE!, 2026; CBV, 2026).
Suponha que durante a análise estatística de três partidas consecutivas da dupla brasileira Duda e Ana Patrícia, um sistema computacional organizou os pontos marcados pela equipe em cada set na matriz
M = [21 18 15; 21 19 17; 21 20 X] (linhas: 21, 18, 15 / 21, 19, 17 / 21, 20, X)
em que cada linha corresponde a uma partida e cada coluna representa, respectivamente, os pontos obtidos no primeiro, segundo e terceiro sets. Observou-se também, que os valores da terceira coluna formam uma progressão aritmética.
Considere ainda as matrizes A = [1 2; 2 3] e B = [3 x; 1 2]
Definindo C = A + B. É CORRETO afirmar que o determinante da matriz C vale:
- A) -43.
- B) 43.
- C) -98.
- D) 29.
- E) -29.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
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Questão 21 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Em determinada espécie vegetal, o crescimento das folhas ao longo de um ramo segue um padrão observado em estudos de filotaxia, no qual o número de novas folhas que surgem em cada ciclo corresponde ao número total de folhas existentes dois ciclos antes.
Um pesquisador registrou o crescimento inicial da planta como mostra a Tabela 1:
Tabela 1: número de folhas por ciclo.
Ciclo 1: 1
Ciclo 2: 2
Ciclo 3: 3
Ciclo 4: 5
Ciclo 5: 8
Fonte: CPCON (2026)
O padrão de crescimento pode ser interpretado visualmente da seguinte forma: em cada novo ciclo (n) surgem novas folhas iguais ao número de folhas existentes no ciclo imediatamente anterior (n-1), somadas às folhas que surgiram no ciclo anterior ao anterior (n-2).
Mantido esse padrão, o número total de folhas existentes no 10º ciclo será:
- A) 233.
- B) 34.
- C) 55.
- D) 144.
- E) 89.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
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Questão 23 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Durante uma reunião de família, três gerações conversavam sobre coincidências curiosas envolvendo datas do calendário.
O avô comentou que nasceu em 31 de março de 1972, uma sexta-feira.
Sabe-se que:
· o filho do avô nasceu exatamente 21 anos depois, no mesmo dia e mês;
· o neto nasceu 28 anos após o nascimento do pai, também no dia 31 de março;
· entre o nascimento do pai e o nascimento do neto ocorreram 7 anos bissextos.
Considere que:
· anos bissextos possuem 366 dias;
· anos comuns possuem 365 dias;
· a cada 7 dias o calendário repete o dia da semana;
· os anos múltiplos de 4 são bissextos; entretanto, os anos múltiplos de 100 não são bissextos, a menos que também sejam múltiplos de 400.
Assim, é CORRETO afirmar que, o dia da semana que nasceu o neto foi:
- A) domingo.
- B) segunda-feira.
- C) terça-feira.
- D) quarta-feira.
- E) quinta-feira.
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Gabarito oficial: D
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Questão 26 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 62 anos procura atendimento com queixas de fadiga progressiva, glossite, perda de sensibilidade vibratória em membros inferiores e dificuldade para caminhar. Foram solicitados exames laboratoriais, cujos resultados estão apresentados a seguir:
Hemácias: 2,6 milhões/mm³ (VR: 4,0 – 5,5 milhões/mm³)
Hemoglobina: 8,4 g/dL (VR: 13 – 17 g/dL)
Hematócrito: 26 % (VR: 40 – 50 %)
V.C.M.*: 114 fL (VR: 80 – 100 fL)
C.H.C.M.*: 34 g/dL (VR: 32 – 36 g/dL)
R.D.W.*: 19 % (VR: 11 – 15 %)
Reticulócitos: 0,4 % (VR: 0,5 – 2,5 %)
Vitamina B12: 95 pg/mL (VR: 200 – 900 pg/mL)
Ácido fólico: 8 ng/mL (VR: 4 – 20 ng/mL)
Ferro sérico: 110 µg/dL (VR: 60 – 170 µg/dL)
Ferritina: 150 ng/mL (VR: 30 – 300 ng/mL)
L.D.H.#: 920 U/L (VR: < 250 U/L)
Bilirrubina indireta: 2,0 mg/dL (VR: < 1,0 mg/dL)
Homocisteína: Elevada (VR: Normal)
Ácido metilmalônico: Elevado (VR: Normal)
Esfregaço periférico: Neutrófilos hipersegmentados e macrócitos ovalados (VR: Ausente)
*V.C.M. = Volume Corpuscular Médio; ** C.H.C.M. = Concentração da Hemoglobina Corpuscular Média.
***RDW = Red Cell Distribution Width; #L.D.H. = Lactato desidrogenase.
Com base nos achados laboratoriais e na interpretação fisiopatológica dos exames, é CORRETO afirmar que:
- A) a elevação da LDH e da bilirrubina indireta indica hemólise intravascular típica de anemia hemolítica autoimune.
- B) o aumento do VCM associado à redução da hemoglobina indica anemia ferropriva avançada, mesmo com ferro sérico e ferritina normais.
- C) a elevação simultânea de homocisteína e ácido metilmalônico é característica da deficiência isolada de ácido fólico.
- D) os resultados são compatíveis com anemia megaloblástica por deficiência de vitamina B12, caracterizada por macrocitose, neutrófilos hipersegmentados, reticulocitopenia, elevação de homocisteína e ácido metilmalônico, além de marcadores de eritropoese ineficaz como aumento de LDH e bilirrubina indireta.
- E) a presença de neutrófilos hipersegmentados é um achado inespecífico que pode ocorrer em qualquer anemia microcítica.
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Gabarito oficial: D
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Questão 27 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 58 anos foi internado com quadro de febre alta, tosse produtiva e dispneia. O hemograma apresentou os seguintes resultados:
Leucócitos totais: 32.000/mm³ (VR: 4.000 – 10.000/mm³)
Mielócitos: 3 % (VR: Ausente)
Metamielócitos: 6 % (VR: Ausente)
Bastonetes: 12 % (VR: 0 – 5 %)
Neutrófilos segmentados: 60 % (VR: 40 – 70 %)
Eosinófilos: 1 % (VR: 1 – 4 %)
Basófilos: 0 % (VR: 0 – 1 %)
Linfócitos típicos: 14 % (VR: 20 – 40 %)
Linfócitos atípicos: 0 % (VR: Ausente)
Monócitos: 4 % (VR: 2 – 8 %)
Esfregaço periférico: Granulações tóxicas e corpúsculos de Döhle em neutrófilos (VR: Ausente)
Considerando os achados laboratoriais e a correlação clínica, é CORRETO afirmar que:
- A) o perfil hematológico é compatível com reação leucemoide associada a processo infeccioso agudo, caracterizada por leucocitose acentuada com desvio à esquerda e alterações tóxicas nos neutrófilos.
- B) a presença de mielócitos e metamielócitos no sangue periférico indica necessariamente síndrome mielodisplásica, independentemente do contexto clínico.
- C) a reação leucemoide caracteriza-se pela predominância de linfócitos atípicos e eosinofilia acentuada no hemograma.
- D) a presença de desvio à esquerda com leucocitose elevada é específica de distúrbios mielodisplásicos e não ocorre em infecções bacterianas agudas.
- E) a identificação de granulações tóxicas em neutrófilos indica falência medular associada à mielodisplasia.
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Gabarito oficial: A
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Questão 28 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 47 anos, em acompanhamento ambulatorial, apresenta equimoses espontâneas. Seus exames laboratoriais revelaram:
Tempo de protrombina (TP): 13 segundos (VR: 10 – 14 s)
INR*: 1,0 (VR: 0,8 – 1,2)
Tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa): 68 segundos (VR: 25 – 35 s)
Tempo de trombina (TT): 15 segundos (VR: 14 – 18 s)
* INR = razão normalizada internacional.
Considerando os resultados apresentados e a fisiologia da coagulação, é CORRETO afirmar que:
- A) o TP normal descarta completamente a possibilidade de deficiência de fatores da coagulação envolvidos na via comum.
- B) o prolongamento isolado do TTPa indica deficiência da via extrínseca da coagulação, especialmente do fator VII.
- C) o TT normal exclui completamente qualquer distúrbio de coagulação clinicamente relevante.
- D) o prolongamento isolado do TTPa com TP/INR e TT normais sugere alteração na via intrínseca, sendo compatível com deficiência de fatores como VIII, IX ou presença de anticoagulante lúpico.
- E) o prolongamento do TTPa nesse caso indica, de forma específica, uso de anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K.
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Gabarito oficial: D
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Questão 29 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 35 anos procura atendimento com poliúria, polidipsia, perda de peso e fraqueza. Foi solicitado um exame de urina tipo 1, com os seguintes resultados:
Cor: Amarelo claro (VR: Amarelo)
Aspecto: Límpido (VR: Límpido)
Densidade: 1.032 (VR: 1.005 – 1.030)
pH: 5,0 (VR: 5,0 – 7,5)
Glicose: +++ (VR: Negativo)
Corpos cetônicos: ++ (VR: Negativo)
Proteínas: Traços (VR: Negativo)
Hemoglobina: Negativo (VR: Negativo)
Nitrito: Negativo (VR: Negativo)
Esterase leucocitária: Negativo (VR: Negativo)
Com base na interpretação dos parâmetros químicos urinários e na correlação clínica, é CORRETO afirmar que:
- A) a ausência de proteinúria exclui complicações renais associadas à diabetes Mellitus.
- B) a glicosúria ocorre apenas quando os níveis plasmáticos de glicose estão abaixo do limiar renal, sendo um marcador precoce de hipoglicemia.
- C) a cetonúria, nesse contexto, é inespecífica e não tem relação com o metabolismo de carboidratos ou lipídios.
- D) a densidade urinária elevada indica exclusivamente desidratação, não sendo influenciada pela presença de glicose na urina.
- E) a presença de glicose e corpos cetônicos na urina, associada à alta densidade urinária, é compatível com descompensação aguda da diabetes Mellitus, sugerindo possível cetoacidose diabética.
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Gabarito oficial: E
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Questão 30 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
O diagnóstico da sífilis baseia-se na utilização combinada de testes não treponêmicos (como o VDRL) e testes treponêmicos (testes rápidos, ELISA, quimioluminescência, FTA-ABS). De acordo com o Manual Técnico para Diagnóstico da Sífilis (Ministério da Saúde), o entendimento dos princípios metodológicos e das limitações desses testes é fundamental para a correta interpretação clínica e acompanhamento terapêutico acerca da infecção pelo Treponema pallidum.
Considerando esses aspectos, é CORRETO afirmar que:
- A) o efeito prozona ocorre devido à baixa concentração de anticorpos, levando a resultados falso-negativos nos testes não treponêmicos.
- B) os testes treponêmicos são utilizados para monitorar a resposta ao tratamento, pois seus títulos diminuem progressivamente após a terapêutica adequada.
- C) o VDRL é um teste não treponêmico baseado em reação de floculação, utilizado tanto para triagem quanto para monitoramento do tratamento, podendo apresentar falso-negativo pelo efeito prozona em amostras com altos títulos de anticorpos.
- D) o VDRL é um teste treponêmico específico que detecta anticorpos contra antígenos do Treponema pallidum.
- E) os testes não treponêmicos possuem maior especificidade que os testes treponêmicos, sendo preferidos para confirmação diagnóstica.
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Gabarito oficial: C
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Questão 31 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 52 anos, portador de diabetes Mellitus tipo 2 há 8 anos, em acompanhamento ambulatorial, realizou exames laboratoriais de rotina. Os resultados foram:
Ureia: 32 mg/dL (VR: 15 – 40 mg/dL)
Creatinina: 0,9 mg/dL (VR: 0,7 – 1,3 mg/dL)
Proteinúria 24h: 120 mg/24h (VR: < 150 mg/24h)
Relação proteína/creatinina (amostra isolada): 120 mg/g (VR: < 150 mg/g)
Microalbuminúria: 65 mg/g creatinina (VR: < 30 mg/g creatinina)
Com base nos achados laboratoriais e na interpretação clínica, é CORRETO afirmar que:
- A) os resultados indicam lesão renal precoce compatível com nefropatia diabética inicial, evidenciada pela elevação da microalbuminúria, mesmo com ureia, creatinina e proteinúria total ainda dentro dos limites de normalidade.
- B) a creatinina normal exclui qualquer comprometimento da função renal no paciente diabético.
- C) a proteinúria de 24h dentro da normalidade descarta lesão glomerular em fases iniciais.
- D) a microalbuminúria não possui relevância clínica na avaliação da função renal, sendo um marcador inespecífico.
- E) a relação proteína/creatinina normal indica ausência de qualquer alteração na permeabilidade glomerular, independentemente de outros achados.
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Gabarito oficial: A
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Questão 32 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
A Doença Renal Crônica (DRC) está associada a alterações no metabolismo ósseo-mineral, decorrentes principalmente da redução da taxa de filtração glomerular. A interpretação integrada de parâmetros laboratoriais é fundamental para o diagnóstico e manejo dessas complicações. Um paciente de 65 anos, portador de DRC estágio avançado, apresenta fraqueza muscular e dor óssea difusa. Foram solicitados exames laboratoriais, com os seguintes resultados:
Creatinina: 3,8 mg/dL (VR: 0,7 – 1,3 mg/dL)
Ureia: 95 mg/dL (VR: 15 – 40 mg/dL)
Cálcio total: 7,8 mg/dL (VR: 8,5 – 10,5 mg/dL)
Fósforo: 5,9 mg/dL (VR: 2,5 – 4,5 mg/dL)
Vitamina D (25-OH): 18 ng/mL (VR: > 20 ng/mL)
PTH: 320 pg/mL (VR: 15 – 65 pg/mL)
*PTH = paratormônio.
Com base nos achados laboratoriais e na fisiopatologia da doença renal crônica, é CORRETO afirmar que:
- A) o aumento do PTH associado à hipocalcemia indica hiperparatireoidismo primário, típico de adenoma de paratireoide.
- B) o conjunto de achados é compatível com hiperparatireoidismo secundário à DRC, caracterizado por elevação do PTH associada à hipocalcemia, hiperfosfatemia e deficiência de vitamina D.
- C) a elevação do fósforo não tem relação com a função renal, sendo um achado independente da DRC.
- D) a deficiência de vitamina D leva à redução do PTH, devido à diminuição da absorção intestinal de cálcio.
- E) a hipocalcemia observada exclui qualquer forma de hiperparatireoidismo.
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Gabarito oficial: B
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Questão 33 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 52 anos, em uso recente de antibiótico e anti-inflamatório por 10 dias, evolui com fadiga, náuseas e icterícia. Os exames laboratoriais revelaram:
TGO (AST)*: 320 U/L (VR: até 40 U/L)
TGP (ALT)**: 580 U/L (VR: até 40 U/L)
Gama-GT***: 180 U/L (VR: até 50 U/L)
Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (VR: < 1,2 mg/dL)
Bilirrubina direta: 2,8 mg/dL (VR: < 0,3 mg/dL)
Bilirrubina indireta: 1,4 mg/dL (VR: < 0,9 mg/dL)
Proteínas totais: 6,0 g/dL (VR: 6,4–8,3 g/dL)
Albumina: 3,0 g/dL (VR: 3,5–5,0 g/dL)
Tempo de Protrombina (TP): 18 s (VR: 11–13 s)
INR#: 1,6 (VR: ~1,0)
*AST = Aspartato aminotransferase; **ALT = Alanina aminotransferase; *** Gama-glutamiltransferase; # INR = razão normalizada internacional.
Com base nos achados laboratoriais e no contexto clínico apresentado, é CORRETO afirmar que:
- A) o padrão laboratorial é compatível com lesão hepatocelular aguda por hepatite medicamentosa, evidenciado pelo predomínio de elevação de TGP sobre TGO, associado a comprometimento da função sintética hepática.
- B) o padrão é sugestivo de hemólise isolada, pois há aumento predominante de bilirrubina indireta e enzimas hepáticas normais.
- C) o quadro indica colestase extra-hepática, caracterizada por elevação isolada de GGT e bilirrubina direta, sem alteração de transaminases.
- D) os achados são típicos de doença hepática crônica compensada, visto que a albumina se encontra dentro da normalidade e o TP está reduzido.
- E) a elevação de TGO maior que TGP indica fortemente hepatite alcoólica, sendo incompatível com lesão medicamentosa.
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Gabarito oficial: A
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Questão 34 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Uma gestante de 28 anos, com 26 semanas de gestação, realizou exames laboratoriais de rotina, apresentando os seguintes resultados:
Glicemia de jejum: 94 mg/dL (VR: < 92 mg/dL)
Glicemia 2 h após TTOG* (75 g de glicose): 165 mg/dL (VR: < 153 mg/dL)
Hemoglobina glicada (HbA1c): 5,9% (VR: < 5,7% (normal))
*TTOG = Teste de tolerância oral a glicose.
Com base nos critérios diagnósticos da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e na interpretação dos exames laboratoriais, é CORRETO afirmar que:
- A) o diagnóstico de diabetes Mellitus gestacional (DMG) só pode ser estabelecido se todos os parâmetros do TTOG estiverem alterados simultaneamente.
- B) os resultados são compatíveis com diagnóstico de diabetes Mellitus gestacional (DMG), pois há valores alterados na glicemia de jejum e no TTOG (2h), conforme critérios da SBD.
- C) a hemoglobina glicada é o exame padrão-ouro para diagnóstico de DMG durante a gestação.
- D) a glicemia de jejum apresentada encontra-se dentro da normalidade para gestantes, não contribuindo para o diagnóstico.
- E) o valor de TTOG (2h) não possui relevância diagnóstica isoladamente, sendo apenas complementar.
Ver gabarito e comentário
Gabarito oficial: B
Jejum 94 (≥ 92) e 2 h 165 (≥ 153) estão alterados; um valor alterado já basta para DMG.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 35 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um paciente de 48 anos, sedentário e com sobrepeso, realizou exames laboratoriais de rotina, apresentando os seguintes resultados:
Valores de referência segundo a Diretriz Brasileira 2025.
Colesterol total: 245 mg/dL (VR: < 190 mg/dL)
LDL-c*: 160 mg/dL (VR: < 130 mg/dL (baixo risco))
HDL-c**: 35 mg/dL (VR: > 40 mg/dL)
Triglicerídeos: 280 mg/dL (VR: < 150 mg/dL)
ApoB***: 135 mg/dL (VR: < 90 mg/dL (baixo risco))
*LDL-c = Colesterol da Lipoproteína de Baixa Densidade; **HDL-c = Colesterol da Lipoproteína de Elevada Densidade; *** ApoB = Apolipoproteína B.
Com base nos achados laboratoriais e na interpretação clínica segundo a diretriz brasileira, é CORRETO afirmar que:
- A) os níveis elevados de triglicerídeos não têm relação com o risco aterosclerótico, sendo apenas relevantes para pancreatite.
- B) a elevação isolada do colesterol total é suficiente para caracterizar o risco cardiovascular, independentemente das frações lipídicas.
- C) o HDL-c reduzido não possui relevância clínica quando o LDL-c está elevado.
- D) a ApoB não é útil na avaliação do risco cardiovascular, sendo redundante em relação ao LDL-c.
- E) o perfil é compatível com dislipidemia aterogênica, caracterizada por elevação de triglicerídeos, LDL-c e ApoB, associada à redução do HDL-c, indicando aumento do risco cardiovascular.
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Gabarito oficial: E
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Questão 36 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Um lactente de 2 meses, filho de mãe vivendo com HIV sem tratamento adequado durante a gestação, foi submetido à investigação laboratorial, apresentando os seguintes resultados:
Imunoensaio HIV 4ª geração (Ag p24 + Ac anti-HIV-1/2): Reagente (VR: Não reagente)
Imunoblot (confirmatório): Indeterminado (VR: Não reagente)
Carga viral HIV (RNA-HIV, PCR): 150.000 cópias/mL (VR: Indetectável)
Com base nos achados laboratoriais e nos critérios diagnósticos para transmissão vertical do HIV, é CORRETO afirmar que:
- A) o resultado reagente no imunoensaio de 4ª geração confirma, isoladamente, o diagnóstico de HIV no lactente.
- B) a carga viral detectável confirma infecção pelo HIV no lactente, independentemente dos testes sorológicos, sendo o método de escolha para diagnóstico nessa faixa etária.
- C) o imunoblot indeterminado exclui a infecção pelo HIV.
- D) a presença de anticorpos detectados no teste de 4ª geração indica necessariamente produção própria do lactente.
- E) a carga viral não possui utilidade diagnóstica em crianças menores de 18 meses.
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Gabarito oficial: B
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Questão 37 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Uma paciente de 28 anos procura atendimento com disúria, urgência miccional e dor suprapúbica há 3 dias. O exame de urina tipo 1 apresentou os seguintes resultados:
Físicos
Cor: Amarelo turvo (VR: Amarelo)
Aspecto: Turvo (VR: Límpido)
Densidade: 1.025 (VR: 1.005 – 1.030)
Químicos
pH: 6,5 (VR: 5,0 – 7,5)
Glicose: Negativo (VR: Negativo)
Proteínas: + (VR: Negativo)
Corpos cetônicos: Negativo (VR: Negativo)
Hemoglobina: + (VR: Negativo)
Nitrito: Positivo (VR: Negativo)
Esterase leucocitária: +++ (VR: Negativo)
Microscopia (sedimentoscopia)
Leucócitos: >100/campo (VR: Até 5/campo)
Hemácias: 10–15/campo (VR: Até 3/campo)
Bactérias: Numerosas (VR: Ausente)
Células epiteliais: Raras (VR: Raras)
Cilindros: Ausentes (VR: Ausentes)
Cristais: Ausentes (VR: Ausentes)
Com base na análise integrada dos achados do exame de urina e na correlação clínico-laboratorial, é CORRETO afirmar que:
- A) o nitrito positivo é inespecífico e não possui relevância clínica na investigação de infecções urinárias.
- B) a presença de hemoglobina positiva e hemácias no sedimento indica necessariamente glomerulonefrite aguda.
- C) o aspecto turvo da urina é exclusivamente causado pela presença de proteínas, independentemente de células ou bactérias.
- D) a ausência de cilindros urinários exclui completamente qualquer processo infeccioso no trato urinário.
- E) o conjunto de achados é compatível com infecção do trato urinário baixa (cistite), evidenciado por leucocitúria intensa, bacteriúria, nitrito positivo e esterase leucocitária elevada.
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Gabarito oficial: E
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Questão 38 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
A interpretação dos marcadores sorológicos da hepatite B é essencial para a definição da fase da infecção, monitoramento clínico e tomada de decisão terapêutica. Um paciente de 40 anos realizou investigação para hepatite B, com os seguintes resultados laboratoriais obtidos em dois momentos distintos:
HBsAg: 01/09/2025 = 3.530,17 S/CO; 01/03/2026 = 2.890,15 S/CO (VR: Não reagente < 1,00 S/CO; Indeterminado 1,00 – 2,99 S/CO; Reagente ≥ 3,00 S/CO)
HBeAg: 01/09/2025 = 2,7; 01/03/2026 = 0,4 (VR: Não reagente < 1,00 S/CO; Reagente ≥ 1,00 S/CO)
Anti-HBc-IgM: 01/09/2025 = 22,43 S/CO; 01/03/2026 = 0,65 S/CO (VR: Não reagente < 1,00 S/CO; Reagente ≥ 1,00 S/CO)
Anti-HBc-Total: 01/09/2025 = 9,13 S/CO; 01/03/2026 = 12,85 S/CO (VR: Não reagente < 1,00 S/CO; Indeterminado 1,00 – 1,99 S/CO; Reagente ≥ 2,00 S/CO)
Anti-HBe: 01/09/2025 = 4,18; 01/03/2026 = 0,11 (VR: Não reagente ≥ 1,00 S/CO; Reagente < 1,00 S/CO)
Anti-HBs: 01/09/2025 = 0,00 mUI/mL; 01/03/2026 = 0,00 mUI/mL (VR: Não reagente < 10,00 mIU/mL; Reagente ≥ 10,00 mIU/mL)
Com base nos achados laboratoriais e na evolução temporal, é CORRETO afirmar que:
- A) a presença de Anti-HBc total reagente associada à ausência de Anti-HBs caracteriza imunidade vacinal.
- B) a negativação do HBeAg e positividade do Anti-HBe indicam resolução completa da infecção pelo vírus da hepatite B.
- C) o perfil sorológico é compatível com hepatite B crônica não replicativa, evidenciada pela persistência do HBsAg, ausência de Anti-HBc IgM e soroconversão de HBeAg para Anti-HBe.
- D) a negatividade do Anti-HBc IgM exclui infecção pelo vírus da hepatite B.
- E) a persistência do HBsAg por mais de 6 meses indica fase aguda prolongada, não sendo possível caracterizar cronicidade.
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Gabarito oficial: C
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Questão 39 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
A interpretação integrada dos exames laboratoriais, especialmente TSH, T4 livre e T3 total, associada a marcadores imunológicos, como anti-TPO, anti-tireoglobulina e TRAb, é fundamental para o diagnóstico diferencial dos distúrbios endócrinos tireoidianos. Um paciente de 45 anos apresenta fadiga, intolerância ao frio e ganho de peso. A avaliação laboratorial por quimioluminescência revelou:
TSH: 0,4 µUI/mL (VR: 0,4 – 4,5 µUI/mL)
T4 livre (T4L): 0,5 ng/dL (VR: 0,8 – 1,8 ng/dL)
T3 total: 65 ng/dL (VR: 80 – 180 ng/dL)
Anti-tireoperoxidase (anti-TPO): 12 UI/mL (VR: < 35 UI/mL)
Anti-tireoglobulina: 15 UI/Ml (VR: < 40 UI/mL)
TRAb*: 0,81 UI/L (VR: < 1,75 UI/L)
*Anticorpo Antirreceptor de TSH
Com base nos achados laboratoriais e na fisiopatologia dos distúrbios tireoidianos, é CORRETO afirmar que:
- A) a negatividade dos anticorpos anti-TPO e anti-tireoglobulina confirma tireoidite de Hashimoto.
- B) o quadro é compatível com hipotireoidismo primário.
- C) a presença de TSH dentro da faixa de referência exclui qualquer forma de hipotireoidismo.
- D) o perfil é compatível com hipotireoidismo central, caracterizado por TSH inapropriadamente baixo/normal associado a T4 livre reduzido, sem evidências de autoimunidade.
- E) o TRAb negativo confirma diagnóstico de doença de Graves.
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Gabarito oficial: D
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Questão 40 · CPCON-UEPB · 2026 · Prefeitura de Nova Floresta-PB
Uma mulher de 34 anos procura atendimento com queixa de nervosismo, sudorese excessiva, perda ponderal não intencional e taquicardia. Ao exame físico, apresenta discreto aumento difuso da tireoide. Considerando a suspeita de tireotoxicose, foram solicitados exames laboratoriais por método de quimioluminescência, cujos resultados encontram-se a seguir:
TSH: < 0,01 µUI/mL (VR: 0,4 – 4,0 µUI/mL)
T4 livre: 3,1 ng/dL (VR: 0,8 – 1,8 ng/dL)
T3: 240 ng/dL (VR: 80 – 180 ng/dL)
Anti-TPO: 92 UI/mL (VR: < 35 UI/mL)
TRAb: 6,0 UI/L (VR: < 1,75 UI/L)
A partir da interpretação dos dados laboratoriais e da fisiopatologia dos distúrbios tireoidianos, é CORRETO afirmar que:
- A) a positividade do anti-TPO, isoladamente, define o diagnóstico etiológico da tireotoxicose como tireoidite de Hashimoto.
- B) a elevação do T4 livre associada à redução do TSH caracteriza hipotireoidismo central, decorrente de falha hipofisária.
- C) a combinação de TSH suprimido, elevação de T3 e T4 livre e positividade de TRAb indica tireotoxicose de origem autoimune mediada por anticorpos estimuladores do receptor de TSH.
- D) a redução do TSH é suficiente para caracterizar hipertireoidismo clínico, independentemente da dosagem de T3 e T4 livre.
- E) a elevação do T3 não possui relevância clínica na avaliação da tireotoxicose, sendo o T4 livre o único hormônio necessário para o diagnóstico.
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Gabarito oficial: C
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