O concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) de 2014 teve prova para o cargo de Análises Clínicas - Geral, organizada pela banca BIORIO. A prova tinha 60 questões, das quais 2 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 12 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (30), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (4), Hematologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Parasitologia (1). Os temas mais cobrados foram Lipídios e dislipidemias, Diabetes e metabolismo glicídico, Fase pré-analítica, Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação), Dosagens hormonais.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014 para Biomédico?
A banca foi BIORIO. Temos 5 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
A prova teve 60 questões, 2 delas anuladas pela banca.
O que mais caiu na prova de Biomédico BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
Nas específicas: Bioquímica Clínica (30), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (4), Hematologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Temas mais cobrados: Lipídios e dislipidemias, Diabetes e metabolismo glicídico, Fase pré-analítica.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ) 2014?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)?
Resolva esta e as outras provas da banca BIORIO, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
“46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.” A frase abaixo em que a concordância verbal é inaceitável é:
- A) mais de 1% da turma deixaram a escola este ano.
- B) cerca de 2% do grupo chegou antes da hora.
- C) perto de 43% dos prêmios são pagos na hora.
- D) 23% dos escanteios resultam em gol.
- E) 0,5% dos homicídios fica sem solução.
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Gabarito oficial: A
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Questão 2 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“Convém lembrar que (1)jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que (2) significa que (3) a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que (4)o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que (5) são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos.” Das ocorrências do vocábulo sublinhado nesse segmento do texto, pertencem à mesma classe gramatical:
- A) 1-2-3
- B) 1-5, apenas
- C) 2-4-5
- D) 2-3-5
- E) 2-5, apenas
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Gabarito oficial: E
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Questão 3 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
Sobre o racismo, a opinião básica do texto é a de que:
- A) predomina em todas as nações.
- B) se destaca em países culturalmente atrasados.
- C) é fruto de grande imigração.
- D) perdura na grande maioria dos países.
- E) resulta da visão política positiva.
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Gabarito oficial: D
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Questão 4 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro...”. O segmento sublinhado é uma explicação de valor:
- A) temporal.
- B) concessivo.
- C) consecutivo.
- D) causal.
- E) proporcional.
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Gabarito oficial: B
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Questão 5 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
Ao iniciar um parágrafo pela palavra “parênteses”, o autor do texto quer mostrar que o texto do parágrafo tem a seguinte função:
- A) destacar um aspecto importante do tema.
- B) intercalar uma observação numa sequência diferente.
- C) levar o leitor a uma reflexão de caráter político.
- D) inserir a realidade brasileira como exceção à regra.
- E) mostrar um aspecto original do racismo no Brasil.
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Gabarito oficial: B
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Questão 6 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
O ato de o jogador de futebol Daniel Alves ter apanhado a banana que pretendia atingi-lo e tê-la comido mostra a intenção de:
- A) ridicularizar o agressor.
- B) aceitar a condição de negro.
- C) retirar a intenção do ato.
- D) igualar-se positivamente aos animais.
- E) desqualificar a banana como símbolo racista.
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Gabarito oficial: C
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Questão 7 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu.” Sobre os componentes desse segmento do texto, só NÃO se pode afirmar que:
- A) o vocábulo “também” indica que a França já foi citada anteriormente.
- B) a expressão “outro país multirracial” mostra igualdade com o Reino Unido.
- C) o vocábulo “xenófoba” significa “aversão a estrangeiros”.
- D) a “Frente Nacional” designa um grupo político.
- E) a expressão “lidera as pesquisas” é resultante de informações confiáveis.
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Gabarito oficial: A
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Questão 8 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
“É verdade que se deve dar um desconto”; essa frase do texto equivale a:
- A) É verdade que dar um desconto é sempre conveniente.
- B) Deve-se dar um desconto de verdade.
- C) É verdade que um desconto deve ser dado.
- D) Não é mentira que não se deva dar um desconto.
- E) Deve-se dar um desconto conveniente, é verdade.
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Gabarito oficial: C
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Questão 9 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO Clóvis Rossi, Folha de São Paulo Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos. Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos. No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana. O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais. Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando". Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.
A frase “A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando" mostra que o racismo:
- A) deixou de ser uma atitude vergonhosa.
- B) está crescendo em todo o mundo.
- C) serve como bandeira para partidos políticos.
- D) atua como mancha vergonhosa nas nações.
- E) está desaparecendo das relações humanas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 10 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Os dois vocábulos abaixo que são formados com a ajuda de sufixos são:
- A) multirracial / europeu
- B) europeu / pesquisas
- C) pesquisas / desconto
- D) desconto / jogadores
- E) jogadores / verdade
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Gabarito oficial: A
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Questão 11 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Observe a sequência: 43, 54, 66, 79,... O próximo termo é:
- A) 91
- B) 93
- C) 95
- D) 97
- E) 99
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Gabarito oficial: B
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Questão 12 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
João só come empada quando vai à feira e sempre que vai à feira toma um caldo de cana. Hoje João não foi à feira. Assim, hoje:
- A) João não comeu empada nem tomou caldo de cana.
- B) João pode ter comido empada.
- C) João comeu empada, mas não tomou caldo de cana.
- D) João tomou caldo de cana, mas não comeu empada.
- E) João pode ter tomado caldo de cana.
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Gabarito oficial: E
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Questão 13 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A média das idades de 98 pessoas é 24,5 anos. Se duas novas pessoas, uma de 32 anos, outra de 27 anos, se juntarem ao grupo, então a média das idades dessas cem pessoas será:
- A) 24,4.
- B) 24,5.
- C) 24,6.
- D) 24,7.
- E) 24,8.
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Gabarito oficial: C
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Questão 14 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Um treinador de futebol de salão quer formar uma equipe com um goleiro, dois zagueiros e dois atacantes. Ele tem à sua disposição dois goleiros, quatro zagueiros e três atacantes. O número de equipes diferentes que ele pode formar é igual a:
- A) 16.
- B) 24.
- C) 30.
- D) 36.
- E) 48.
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Gabarito oficial: D
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Questão 15 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Uma sequência é tal que cada termo a partir do terceiro é a soma de todos os termos anteriores. Assim, se o quinto termo é 56, então o sexto termo é:
- A) igual a 112.
- B) um número ímpar.
- C) menor que 100.
- D) maior que 124.
- E) igual a 124.
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Gabarito oficial: A
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Questão 17 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a:
- A) não notificação por parte do médicos.
- B) notificação da não ocorrência de casos da doença.
- C) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas.
- D) notificação de número de casos abaixo do esperado no período.
- E) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica.
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Gabarito oficial: B
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Questão 18 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
No Brasil, a assistência à saúde é livre à iniciativa privada, de acordo com a Constituição Brasileira. Em relação à assistência à saúde, NÃO é correto afirmar que:
- A) é livre a participação direta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no país.
- B) é vedada a destinação de recursos públicos para auxílio às instituições privadas com fins lucrativos.
- C) é vedada a comercialização de órgãos ou tecidos para fins de transplantes.
- D) é permitida a participação de instituições privadas de forma complementar ao SUS.
- E) é permitida a participação de instituições privadas mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 19 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Avalie se a epidemiologia, nas populações humanas, integra os princípios e diretrizes do SUS como ferramenta capaz de estabelecer:
I. prioridades para serviços públicos e contratação de serviços privados.
II. a alocação de recursos e promover a orientação programática em atenção à saúde.
III. a priorização da participação de empresas de planos de saúde na contratação dos serviços.
É correto o que consta apenas em:
- A) I e III.
- B) II e III.
- C) I.
- D) II.
- E) I e II.
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Gabarito oficial: E
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Questão 20 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Considerando os níveis de prevenção, os eventos (i) consulta com cardiologista, (ii) exame de E.C.G. e (iii) cirurgia de revascularização classificam-se respectivamente como:
- A) primário, secundário e terciário.
- B) secundário, secundário e terciário.
- C) secundário, primário e secundário.
- D) terciário, primário e terciário.
- E) primário, primário e secundário.
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Gabarito oficial: B
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Questão 21 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A avaliação de Hb1Ac é útil no diagnóstico do diabetes mellitus devido ao fato de:
- A) Ser formada por uma reação facilmente reversível.
- B) Ser independente da flutuação normal de glicose.
- C) Ser formada através de ação enzimática dependente da sinalização de insulina.
- D) ser formada espontaneamente, de forma irreversível e a hemácia ter a meia vida média de 120 dias.
- E) não acontecer quando há falas na sinalização de insulina.
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Gabarito oficial: D
A HbA1c é formada de modo espontâneo e irreversível, e a hemácia vive cerca de 120 dias, por isso reflete a glicemia média do período.
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Questão 22 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Dentre as apolipoproteínas abaixo, a marcadora de LDL é:
- A) A1
- B) B100
- C) B48
- D) A2
- E) E1
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Gabarito oficial: B
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Questão 23 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Dentre os marcadores abaixo relacionados, o mais adequado e exclusivo para avaliação de infarto agudo do miocárdio é:
- A) ALT
- B) AST
- C) cTnI
- D) LDL
- E) HDL
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Gabarito oficial: C
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Questão 24 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte lipoproteína estaria aumentada até 2 horas após uma dieta normal:
- A) Quilomicrons
- B) VLDL
- C) LDL
- D) IDL
- E) HDL
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Gabarito oficial: A
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Questão 25 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Um paciente sem qualquer anomalia clínica no qual se verifica, num exame de rotina, uma glicemia de jejum em 110 mg/dL teria como diagnóstico inicial:
- A) Diabetes mellitus tipo 1
- B) Diabetes mellitus tipo 2
- C) Diabetes mellitus (ainda sem classificação)
- D) Pré-Diabetes
- E) Inconclusivo, necessitando de maiores investigações
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Gabarito oficial: E
Glicemia de jejum de 110 mg/dL está na faixa de pré-diabetes pela SBD; o gabarito E ('inconclusivo') é contestável.
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Questão 27 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Seria comum para uma amostra de urina coletada em frasco comum e mantida à temperatura ambiente por mais de uma hora que apresentasse a seguinte alteração:
- A) aumento de ureia
- B) diminuição de ureia
- C) aumento de nitritos
- D) diminuição de nitritos
- E) aumento de glicose
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Gabarito oficial: C
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Questão 28 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte conversão está correta:
- A) 1 nm = 10⁹ m
- B) 1 pM = 10⁻⁹ M
- C) 1 mL = 10⁶ nL
- D) 0,01 g = 1 mg
- E) 0,1 Kg = 100 mg
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Gabarito oficial: C
1 mL = 10⁻³ L e 1 nL = 10⁻⁹ L, então 1 mL = 10⁶ nL.
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Questão 29 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Ao se preparar 10 μL de uma solução de anticorpos a 10 pM, a partir de um estoque a 1 nM, o volume do estoque que deve ser utilizado é de:
- A) 0.0001 μL
- B) 0.001 μL
- C) 0.01 μL
- D) 0.1 μL
- E) 1 μL
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Gabarito oficial: D
De 1 nM (1.000 pM) para 10 pM o fator é 100, então 10 µL ÷ 100 = 0,1 µL do estoque.
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Questão 30 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O reagente utilizado em fitas reativas para identificação de corpos cetônicos em urina é;
- A) cianeto de potássio
- B) ferricianeto de sódio
- C) nitroferricianeto de sódio
- D) cianato de sódio
- E) sulfoferricianeto de potássio
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Gabarito oficial: C
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Questão 32 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Com relação ao tamanho das subfrações de HDL, podemos estabelecer a seguinte ordem:
- A) 2b > 2a > 3a > 3b > 3c
- B) 3c > 3b > 3a > 2b > 2a
- C) 1a > 1b > 1c > 2a > 2b
- D) 2a > 2b > 3a > 3b > 3c
- E) 2b > 3b > 2a > 3c > 3a
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Gabarito oficial: A
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Questão 33 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Com relação ao poder antioxidante do HDL podemos estabelecer a seguinte ordem:
- A) 2b < 2a < 3a < 3b < 3c
- B) 3c < 3b < 3a < 2b < 2a
- C) 1a < 1b < 1c < 2a < 2b
- D) 2a < 2b < 3a < 3b < 3c
- E) 2b < 3b < 2a < 3c < 3a
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Gabarito oficial: A
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Questão 34 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A coleta de sangue mais adequada para avaliação de glicemia deve ser realizada em tubos com EDTA e NaF. O princípio dessa necessidade é;
- A) inibição da capatação de glicose pelo NaF
- B) quelação de cálcio pelo EDTA
- C) inibição da hexocinase pelo NaF
- D) inibição da aldolase pelo NaF
- E) inibição da enolase pelo NaF
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Gabarito oficial: E
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Questão 35 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Na anemia macrocítica megaloblástica observa-se frequentemente como característica:
- A) basóficos hipersegmentados
- B) neutrófilos hipersegmentados
- C) drepanócitos
- D) bastonetes de Auer
- E) Linfócitos B
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Gabarito oficial: B
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Questão 36 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O seguinte marcador encontra-se alterado como característica de doença renal;
- A) Creatinina sérica
- B) Creatina quinase
- C) Ácido úrico
- D) LDL
- E) Amônia
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Gabarito oficial: A
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Questão 37 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Dentre as lipoproteínas abaixo, a que apresenta o metabolismo principalmente realizado pela lipoproteína lipase é;
- A) Quilomicron
- B) VLDL
- C) LDL
- D) IDL
- E) HDL
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Gabarito oficial: B
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Questão 38 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Dentre as lipoproteínas abaixo, a que é ligadora do receptor SR é;
- A) Quilomicron
- B) VLDL
- C) LDL
- D) IDL
- E) HDL
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Gabarito oficial: E
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Questão 39 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
No diagnóstico de hipertrigliceridemia, a avaliação de triglicérides totais é considerado limítrofe quando detectado em:
- A) 100 mg/dL
- B) 130 mg/dL
- C) 180 mg/dL
- D) 210 mg/dL
- E) 500 mg/dL
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Gabarito oficial: C
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Questão 40 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A avaliação de LDL como marcador de risco cardíaco requer um jejum mínimo de 12 horas. O LDL é formado da circulação a partir de:
- A) colesterol
- B) triacilglicerol
- C) VLDL
- D) Quilomicron
- E) HDL
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Gabarito oficial: C
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Questão 41 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O conteúdo total de colesterol é sempre similar nas seguintes lipoproteínas;
- A) HDL e LDL
- B) VLDL e HDL
- C) IDL e HDL
- D) Quilomicron e VLDL
- E) VLDL e LDL
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Gabarito oficial: E
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Questão 42 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Dentre as possíveis combinações entre os níveis dos hormônios tireoidianos T3 e T4, a que apresenta como significado uma hipertiroxinemia disalbunêmica familiar é:
- A) baixo T3 e baixo T4
- B) baixo T3 e T4 normal
- C) baixo T3 e T4 alto
- D) alto T3 e alto T4
- E) T3 normal e T4 alto
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Gabarito oficial: E
Na hipertiroxinemia disalbuminêmica familiar a albumina anormal liga mais T4, então o T4 total fica alto e o T3 normal, em paciente eutireoideo.
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Questão 43 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O CRH é um hormônio que estimula diretamente a secreção do seguinte hormônio;
- A) ACTH
- B) GH
- C) Cortisol
- D) Adrenalina
- E) Insulina
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Gabarito oficial: A
O CRH, liberado pelo hipotálamo, estimula diretamente a secreção de ACTH pela hipófise; o ACTH é que estimula o cortisol.
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Questão 46 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Um quadro de doença hepática gordurosa não-alcoólica normalmente apresenta a seguinte característica:
- A) baixa insulinemia
- B) baixa glicemia
- C) alta trigliceridemia
- D) baixa trigliceridemia
- E) alto colesterol total
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Gabarito oficial: C
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Questão 47 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O receptor de LDL apresenta como característica:
- A) ser nuclear
- B) alta concentração em hemácias
- C) ser internalizado após ligação de LDL
- D) ter atividade tirosina cinásica
- E) estar associado a proteína G
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Gabarito oficial: C
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Questão 48 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O receptor de adrenalina apresenta como característica:
- A) ser nuclear
- B) ter sete passagens pela membrana plasmática
- C) ser característico de membrana de reticulo endoplasmático
- D) ter atividade tirosina cinásica
- E) ter uma única passagem pela membrana
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Gabarito oficial: B
O receptor de adrenalina é acoplado à proteína G e tem sete segmentos transmembrana, ou seja, atravessa a membrana sete vezes.
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Questão 49 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O receptor de insulina apresenta como característica:
- A) ter atividade tirosina cinásica
- B) ter sete passagens pela membrana
- C) estar associado a proteína G
- D) ser característico de reticulo endoplasmatico
- E) ser um canal de glicose
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Gabarito oficial: A
O receptor de insulina é um receptor-enzima com atividade tirosina-cinase.
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Questão 50 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O teste de tolerância oral à glicose deve ser feito num período total de:
- A) 8 horas
- B) 12 horas
- C) 30 minutos
- D) 1 hora
- E) 2 horas
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Gabarito oficial: E
O TOTG é realizado em 2 horas após a sobrecarga de 75 g de glicose.
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Questão 51 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Um indivíduo que apresenta uma glicemia normal e uma insulinemia aumentada pode ser caracterizado como:
- A) diabético tipo 1
- B) diabético tipo 2
- C) normal
- D) pré-diabético
- E) intolerante à glicose
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Gabarito oficial: D
Glicemia normal com insulinemia aumentada indica resistência à insulina compensada, e 'pré-diabético' é a opção menos errada.
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Questão 52 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O índice de HOMA baseia-se na medida de:
- A) glicemia
- B) insulinemia
- C) glicemia e insulinemia
- D) colesterol total e frações
- E) glicemia e colesterol
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Gabarito oficial: C
O HOMA se baseia na glicemia e na insulinemia de jejum.
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Questão 53 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Para homens adultos, é considerado um nível excelente de HDL:
- A) acima de 60 mg/dL
- B) entre 50 e 60 mg/dL
- C) entre 40 e 60 mg/dL
- D) abaixo de 60 mg/dL
- E) abaixo de 40 mg/dL
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Gabarito oficial: A
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Questão 55 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Quadros de hepatite aguda costumam cursar com a elevação em mais de 10 vezes os valores de referência do seguinte marcador;
- A) ALT
- B) AST
- C) CK
- D) Creatinina
- E) Ureia
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Gabarito oficial: B
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Questão 56 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Para homens, o valor de referência para a ALT é:
- A) até 37 U/L
- B) até 31 U/L
- C) acima de 40 U/L
- D) acima de 41 U/L
- E) até 41 U/L
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Gabarito oficial: E
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Questão 57 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
Técnicas de avaliação de fluorescência são comuns para exames clínicos laboratoriais. Uma característica da fluorescência é:
- A) comprimento de onda da emissão maior que da excitação
- B) comprimentos de onda de emissão e excitação iguais
- C) comprimento de onda da emissão menor que da excitação
- D) pode ser avaliada em espectrofotômetro
- E) requer licença especial para utilização
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Gabarito oficial: A
Na fluorescência, o comprimento de onda da emissão é maior que o da excitação.
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Questão 58 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O seguinte anticoagulante NÃO se baseia no sequestro de cálcio para desempenhar sua ação;
- A) heparina
- B) EDTA
- C) citrato
- D) oxalato
- E) fosfato
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Gabarito oficial: A
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Questão 59 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
O período recomendado de jejum para avaliação glicêmica é de:
- A) 1 hora
- B) 2 horas
- C) 4 horas
- D) 8 horas
- E) 12 horas
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Gabarito oficial: D
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Questão 60 · BIORIO · 2014 · BIORIO 2014 (Fundação Saúde-RJ)
A seguinte enzima hepática tem seus níveis aumentados em casos de envenenamento por organofosforados;
- A) aldolase
- B) enolase
- C) colinesterase
- D) nucleotidase
- E) ATPase
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Gabarito oficial: C
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