O concurso EBSERH (HUCAM-UFES) de 2014 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca AOCP. A prova tinha 50 questões, das quais 2 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 3 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (6), Microbiologia (6), Hematologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (3), Gestão da Qualidade, Biossegurança e Fase Pré-analítica (3), Imunologia (2), Hemoterapia e Imuno-hematologia (1). Os temas mais cobrados foram Equilíbrio ácido-base e gasometria, Micologia, Meios de cultura, Eletroforese, Citoquímica.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação Institucional (EBSERH/órgão) (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso EBSERH (HUCAM-UFES) 2014 para Biomédico?
A banca foi AOCP. Temos 18 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso EBSERH (HUCAM-UFES) 2014?
A prova teve 50 questões, 2 delas anuladas pela banca.
O que mais caiu na prova de Biomédico EBSERH (HUCAM-UFES) 2014?
Nas específicas: Bioquímica Clínica (6), Microbiologia (6), Hematologia (3), Urinálise e Líquidos Corporais (3). Temas mais cobrados: Equilíbrio ácido-base e gasometria, Micologia, Meios de cultura.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso EBSERH (HUCAM-UFES) 2014?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
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Questões da prova com gabarito
Questão 1 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
De acordo com o autor,
- A) as pessoas só trabalham motivadas por sua crença em Deus e nas passagens bíblicas.
- B) nenhum cientista acredita em Deus e na Bíblia, motivo pelo qual são muito odiados.
- C) há um distanciamento entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas.
- D) a ciência não acredita no fim do mundo e concebe as catástrofes mundiais como normais.
- E) os cataclismos celestes desmentem as narrativas bíblicas e frustram os fiéis a ela e a Deus.
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Gabarito oficial: C
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Questão 2 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
Em “O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas.”, as expressões destacadas expressam relação semântica de
- A) comparação.
- B) adição.
- C) proporção.
- D) consecução.
- E) concessão.
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Gabarito oficial: B
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Questão 3 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
“O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro ‘O Fim da Terra e do Céu’”. A expressão destacada estabelece relação semântica de
- A) conclusão.
- B) concessão.
- C) causa.
- D) consecução.
- E) comparação.
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Gabarito oficial: C
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Questão 5 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
Em “...uma devoção à natureza...”, a expressão destacada funciona como
- A) agente da passiva.
- B) objeto indireto.
- C) adjunto adnominal.
- D) complemento nominal.
- E) adjunto adverbial.
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Gabarito oficial: D
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Questão 6 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
“Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram.” A alternativa em que ocorre a substituição correta da oração destacada é
- A) ainda que alguns cientistas querem.
- B) embora alguns cientistas querem.
- C) apesar que alguns cientistas queiram.
- D) embora alguns cientistas quererem.
- E) apesar de alguns cientistas quererem.
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Gabarito oficial: E
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Questão 7 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
Em “...que o levava a retornar todos os dias àquela estação...”, o emprego do sinal indicativo de crase ocorre porque se trata de uma expressão de base nominal que funciona como
- A) adjunto adverbial.
- B) complemento nominal.
- C) adjunto adnominal.
- D) objeto indireto.
- E) objeto direto.
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Gabarito oficial: A
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Questão 8 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
Assinale a alternativa em que o segundo fragmento substitui adequadamente, do ponto de vista semântico e gramatical, o primeiro fragmento.
- A) “Temos que ensinar a dimensão espiritual...” > Temos de ensinar a dimensão espiritual.
- B) “Alguns anos atrás, fui convidado...” > Há alguns anos atrás, fui convidado.
- C) “Como que a ciência poderia ajudá-lo...” > Como se a ciência poderia ajudá-lo.
- D) “...havia apenas publicado meu livro...” > Havia publicado apenas meu livro.
- E) “‘...quer tirar até Deus da gente?’” > Inclusive quer tirar Deus da gente?
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Gabarito oficial: A
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Questão 9 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.
- A) Em “...causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas...”, indica inclusão.
- B) Em “...e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas.”, indica modo.
- C) Em “Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto...”, indica tempo.
- D) Em “Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto...”, indica tempo.
- E) Em “...não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão...”, indica contraste.
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Gabarito oficial: B
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Questão 10 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A ciência e o vazio espiritual
Marcelo Gleiser Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush, quando trabalhadores mais humildes estão voltando para suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente fazendo perguntas. O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O Fim da Terra e do Céu”. O fim do mundo visto pela ciência pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais, como no furacão que causou verdadeira devastação nas Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do futuro do universo como um todo. O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo, no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro ou de cometa na atmosfera) etc. Mencionei como a queda de um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México, iniciou o processo que culminou na extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas transformações na Terra e na história da vida sem qualquer necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos naturais. Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto, de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?” Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira? Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo, trazendo o encantamento das descobertas científicas para as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com algo maior do que somos. Temos que fazer da educação científica um processo de transformação, e não meramente informativo. Respondi ao homem, explicando que a ciência não quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural. Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião, uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade perante sua grandeza. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 nov 2013.
A alternativa em que há uma palavra acentuada corretamente é
- A) ciêntífico.
- B) distânciamento.
- C) fenômenal.
- D) réptil.
- E) mistérioso.
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Gabarito oficial: D
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Questão 11 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Jonas possui bolinhas de gude que foram divididas igualmente e guardadas em 3 garrafas. Depois de ganhar mais duas bolinhas, ele as redistribuiu em 4 garrafas e cada uma ficou com 2 bolinhas a menos que antes. A quantidade de bolinhas que Jonas tem agora é de
- A) 40.
- B) 36.
- C) 32.
- D) 30.
- E) 28.
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Gabarito oficial: C
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Questão 13 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Com a chegada do fim do ano, um patrão resolveu dar um bônus de 5% para seus estagiários. Com o bônus, os estagiários receberam um salário de R$ 270,90. De quanto era o salário antes do bônus?
- A) R$ 236,00
- B) R$ 248,00
- C) R$ 250,00
- D) R$ 258,00
- E) R$ 260,00
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Gabarito oficial: D
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Questão 14 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Uma progressão aritmética é uma sequência numérica em que cada termo, a partir do segundo, é igual à soma do termo anterior com um determinado número. Sendo assim, observe a sequência abaixo: 5; 8; 11; 14;... Qual é o décimo termo desta sequência?
- A) 32
- B) 29
- C) 28
- D) 25
- E) 21
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Gabarito oficial: A
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Questão 15 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Em um grupo de cinco amigos, temos o seguinte arranjo: João é mais alto que Pedro. Pedro é mais alto que Paulo. José é mais baixo que Jonas e mais alto que João. Qual é o amigo mais baixo?
- A) Jonas.
- B) José.
- C) João.
- D) Pedro.
- E) Paulo.
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Gabarito oficial: E
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Questão 16 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Compete à EBSERH, EXCETO
- A) administrar unidades hospitalares, bem como prestar serviços de assistência médico-hospitalar, ambulatorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade, no âmbito do SUS.
- B) prestar às instituições federais de ensino superior e a outras instituições congêneres serviços de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública, mediante as condições que forem fixadas em seu estatuto social.
- C) apoiar a execução de planos de ensino e pesquisa de instituições federais de ensino superior e de outras instituições congêneres, cuja vinculação com o campo da saúde pública ou com outros aspectos da sua atividade torne necessária essa cooperação, em especial na implementação das residências médica, multiprofissional e em área profissional da saúde, nas especialidades e regiões estratégicas para o SUS.
- D) prestar serviços de apoio à geração do conhecimento em pesquisas básicas, clínicas e aplicadas nos hospitais universitários federais e a outras instituições congêneres.
- E) prestar serviços de apoio ao processo de gestão dos hospitais municipais, com implementação de sistema de gestão único com geração de indicadores quantitativos e qualitativos para o estabelecimento de metas.
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Gabarito oficial: E
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Questão 17 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A contratação da EBSERH pela administração pública para realizar atividades relacionadas ao seu objeto social, será
- A) inexigível.
- B) dispensada.
- C) precedida de licitação na modalidade convite.
- D) através de concorrência.
- E) através de tomada de preços.
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Gabarito oficial: B
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Questão 18 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Assinale a alternativa correta.
- A) O lucro líquido da EBSERH será reinvestido para atendimento do objeto social da empresa, excetuadas as parcelas decorrentes da reserva legal e da reserva para contingência.
- B) A EBSERH será administrada pela Presidência da República e por uma Diretoria Executiva e contará ainda com um Conselho Fiscal e um Conselho Consultivo.
- C) Os editais de concursos públicos para o preenchimento de emprego no âmbito da EBSERH não poderão estabelecer, como título, o cômputo do tempo de exercício em atividades correlatas às atribuições do respectivo emprego.
- D) A atuação de membros da sociedade civil no Conselho Consultivo será remunerada e será considerada como função relevante.
- E) Ato do Poder Legislativo aprovará o estatuto da EBSERH.
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Gabarito oficial: A
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Questão 19 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
São órgãos estatutários da EBSERH:
- A) a Diretoria de Administração; a Diretoria Executiva; o Conselho Fiscal; e o Conselho Consultivo.
- B) o Conselho de Administração; a Diretoria Geral; o Conselho Fiscal; e o Conselho Consultivo.
- C) o Conselho de Administração; a Diretoria Executiva; o Conselho Fiscal; e o Conselho Consultivo.
- D) o Conselho de Administração; a Diretoria Executiva; o Conselho Econômico; e o Conselho Consultivo.
- E) a Presidência; a Diretoria Consultiva; o Conselho Fiscal; e o Conselho Consultivo.
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Gabarito oficial: C
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Questão 20 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com o Regimento Interno da EBSERH, compete ao Conselho Consultivo
I. opinar sobre as linhas gerais das políticas, diretrizes e estratégias da EBSERH, orientando o Conselho de Administração e a Diretoria Executiva no cumprimento de suas atribuições.
II. propor linhas de ação, programas, estudos, projetos, formas de atuação ou outras medidas, orientando para que a EBSERH atinja os objetivos para a qual foi criada.
III. acompanhar e avaliar periodicamente o desempenho da EBSERH.
IV. assistir à Diretoria e ao Conselho de Administração em suas funções, sobretudo na formulação, implementação e avaliação das estratégias de ação da EBSERH.
- A) Apenas I, II e III.
- B) Apenas I, III e IV.
- C) Apenas II e III.
- D) Apenas I e IV.
- E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: E
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Questão 21 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
De acordo com a Resolução 453/2012, assinale a alternativa INCORRETA.
- A) cabe ao Conselho de Saúde deliberar em relação à sua estrutura administrativa e ao quadro de pessoal.
- B) o Conselho de Saúde contará com uma secretaria-executiva coordenada por pessoa preparada para a função, para o suporte técnico e administrativo, subordinada ao Plenário do Conselho de Saúde, que definirá sua estrutura e dimensão.
- C) o Conselho de Saúde decide sobre o seu orçamento.
- D) o Plenário do Conselho de Saúde se reunirá, no mínimo, a cada mês e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 10 (dez) dias.
- E) as reuniões plenárias dos Conselhos de Saúde são fechadas ao público e deverão acontecer em recintos exclusivos do ministério da saúde.
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Gabarito oficial: E
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Questão 22 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
De acordo com a Constituição Federal, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:
I. controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos.
II. executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador.
III. ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde.
IV. participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico.
- A) Apenas I, II e III.
- B) Apenas I, III e IV.
- C) Apenas II e III.
- D) Apenas I e IV.
- E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: E
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Questão 23 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. Estão incluídas, ainda, no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS)
I. a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico.
II. a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde.
III. a vigilância nutricional e a orientação alimentar.
IV. o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a economia.
- A) Apenas I, II e III.
- B) Apenas I, III e IV.
- C) Apenas II e III.
- D) Apenas I e IV.
- E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: A
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Questão 24 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A Conferência de Saúde com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde, reunir-se-á a cada
- A) um ano.
- B) dois anos.
- C) três anos.
- D) quatro anos.
- E) cinco anos.
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Gabarito oficial: D
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Questão 25 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
De acordo com o Decreto 7508/2011, a instância de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS, denomina-se
- A) Comissões Intergestores.
- B) Comissão Integrada.
- C) Comissão Generalizada.
- D) Comissão Constituída.
- E) Comissão Provisória.
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Gabarito oficial: A
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Questão 26 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Mulher de 52 anos chega ao setor de emergência com os seguintes sinais e sintomas: aumento da frequência respiratória, letárgica, hálito cetônico e com a seguinte gasometria arterial: pH= 7,10; PaCO2= 20 mmHg; HCO3= 5 mEq/l; BD= -18 mEq/l; PaO2= 42 mmHg; SaO2= 52%. De acordo com os dados fornecidos, assinale a alternativa que indica qual distúrbio ácido – básico o caso está apresentando.
- A) Acidose metabólica.
- B) Acidose metabólica com tentativa de compensação respiratória.
- C) Alcalose respiratória aguda.
- D) Acidose mista (respiratória e metabólica).
- E) Alcalose metabólica com compensação respiratória.
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Gabarito oficial: B
pH baixo com bicarbonato muito baixo = acidose metabólica; a PaCO2 baixa mostra a hiperventilação compensatória.
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Questão 27 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Mulher de 26 anos chega ao setor de emergência após intoxicação com tricíclico (antidepressivo), que é depressor do sistema respiratório. O médico solicitou dentre os exames gasometria arterial e, após analise do resultado, chegou a conclusão que a paciente está em acidose respiratória. De acordo com esses dados, assinale a alternativa com a gasometria que demonstra esse quadro.
- A) pH= 7,16; PaCO2= 28 mmHg; HCO3= 9 mEq/l; BD= -14 mEq/l; PaO2= 86 mmHg; SaO2= 89%.
- B) pH= 7,44; PaCO2= 51 mmHg; HCO3= 28 mEq/l; BD= +5 mEq/l; PaO2= 94 mmHg; SaO2= 95%.
- C) pH= 7,56; PaCO2= 26 mmHg; HCO3= 24 mEq/l; BD= -2,5 mEq/l; PaO2= 80 mmHg; SaO2= 98%.
- D) pH= 7,30; PaCO2= 61 mmHg; HCO3= 18 mEq/l; BD= -7 mEq/l; PaO2= 85 mmHg; SaO2= 90%.
- E) pH= 7,48; PaCO2= 37 mmHg; HCO3= 29 mEq/l; BD= +6 mEq/l; PaO2= 93 mmHg; SaO2= 96%.
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Gabarito oficial: D
Acidose respiratória = pH baixo com PaCO2 alta. A única gasometria assim é a D (pH 7,30; PaCO2 61 mmHg).
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Questão 29 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Coloração citoquímica é um exame que auxilia no diagnóstico das leucemias. Assinale a alternativa que apresenta a coloração utilizada para detectar o ferro no interior dos eritroblastos.
- A) Azul da Prússia ou PERLS.
- B) Sudan Black B.
- C) Ácido Periódico de Schiff (PAS).
- D) Coloração das Peroxidases.
- E) Coloração com Naftol e Violeta B.
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Gabarito oficial: A
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Questão 30 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Referente à avaliação da função imune, a dosagem do CH50 corresponde à
- A) avaliação da imunidade humoral.
- B) avaliação da resposta linfoproliferativa a mitógenos.
- C) avaliação de macrófagos.
- D) avaliação de fagócitos.
- E) avaliação do sistema complemento.
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Gabarito oficial: E
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Questão 31 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
No exame de rotina de urina (EAS), o tempo entre a coleta e o processamento do material é fundamental para que a análise seja fidedigna. Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta uma alteração que ocorre quando a amostra ultrapassa 2 horas da coleta até a análise.
- A) Aumento no número de hemácias.
- B) Diminuição do pH por aumento das cetonas.
- C) Aumento dos leucócitos e células epiteliais.
- D) Diminuição da glicose por ação de bactérias.
- E) Aparecimento de cilindros.
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Gabarito oficial: D
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Questão 32 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A determinação do pH urinário auxilia na identificação de cristais encontrados no exame do sedimento urinário. Considerando as informações, assinale a alternativa correta.
- A) Cristais de Uratos amorfos são encontrados em urina ácida pH < 7,0.
- B) Cristais de ácido úrico são encontrados em urina alcalina pH > 7,0.
- C) Cristais de oxalato de cálcio são encontrados em urina alcalina pH > 7,0.
- D) Cristais de Carbonato de cálcio são encontrados em urina ácida pH < 7,0.
- E) Cristais de Fosfatos amorfos são encontrados em urina ácida pH < 7,0.
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Gabarito oficial: A
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Questão 33 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Em decorrência de um surto alimentar em um restaurante, no qual 117 pessoas apresentaram intoxicação alimentar, a Vigilância Sanitária durante a investigação enviou ao laboratório uma amostra da maionese que foi servida no tal estabelecimento no período do surto. Levando em consideração os princípios de análise de alimentos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A seleção do método analítico depende do tipo de produto a ser analisado, a composição química e a quantidade relativa do componente.
II. Para uma análise confiável, é necessário que a amostra não seja submetida a procedimentos que possam retirar substâncias interferentes, pois a manipulação da amostra pode alterar o resultado final.
III. Na maioria das determinações em alimentos, as amostras são complexas, necessitando de uma extração ou separação prévia dos componentes a serem analisados.
IV. Os resultados de uma análise quantitativa somente poderão ter o valor que dela se espera na medida em que a porção do material submetida ao processo analítico representar, com suficiente exatidão, a composição média do material em estudo.
- A) Apenas I.
- B) Apenas I, III e IV.
- C) Apenas I e III.
- D) Apenas I e II.
- E) Apenas III e IV.
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Gabarito oficial: B
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Questão 34 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Um médico neurologista envia ao laboratório uma amostra de líquor e solicita o exame “Pesquisa de fungos pela tinta da China”. Assinale a alternativa que apresenta o fungo que pode ser identificado no líquor por esse método.
- A) Histoplasma capsulatum.
- B) Aspergillus fumigatus.
- C) Trichosporon sp.
- D) Paracoccidioides brasiliensis.
- E) Cryptococcus neoformans.
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Gabarito oficial: E
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Questão 35 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Leveduras do gênero Candida são os maiores agentes de infecção hospitalar e representam um desafio para a sobrevida de pacientes com doenças graves e aqueles em período pós-operatório. Na identificação de leveduras, a presença de tubo germinativo, na forma de pequeno filamento que brota do blastoconídio sem formar constricção com a célula-mãe, permite a identificação presuntiva de qual das Candidas a seguir?
- A) Candida krusei.
- B) Candida albicans.
- C) Candida tropicalis.
- D) Candida parapsilosis.
- E) Candida glabrata.
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Gabarito oficial: B
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Questão 36 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Ao chegar em um laboratório, com uma solicitação de teste anti-HIV, o indivíduo tem sua amostra de sangue coletada. Após a coleta, esta amostra é centrifugada, para a obtenção do soro ou plasma que será utilizado nos testes. Sobre os testes de diagnósticos de HIV, assinale a alternativa correta.
- A) ELISA (teste imunoenzimático) é amplamente utilizado como teste inicial para detecção de anticorpos contra o vírus, devido à sua facilidade de automação e custo relativamente baixo. Apresenta atualmente altas sensibilidade e especificidade.
- B) A amostra deve ser submetida a 2 testes distintos, sendo considerada positiva a amostra reagente em pelo menos um dos testes. Não tendo necessidade de confirmação.
- C) A solicitação de nova amostra para confirmação de resultado só deve ocorrer caso os resultados sejam discordantes nos dois primeiros testes.
- D) Quando a amostra for reagente no teste de western blotting, terá seu resultado definido como “Amostra positiva para HIV-1”. Neste caso, não é obrigatória a coleta de uma nova amostra para confirmação da positividade da primeira amostra.
- E) Caso a amostra possua resultados reagentes, discordantes ou indeterminados nos dois testes, estes podem ser liberados sem necessidade de confirmação.
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Gabarito oficial: A
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Questão 37 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
As variáveis pré-analíticas têm grande impacto sobre a qualidade dos resultados. Sobre escolha, coleta e conservação da amostra, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Amostras para gasometria devem ser transportadas entre 18 e 24ºC de temperatura, com tempo máximo de transporte de duas horas.
( ) A hemólise afeta substancialmente a dosagem de alguns elementos, como DHL, TGO (AST), potássio e hemoglobina.
( ) A sequência de tubos com anticoagulantes é indiferente na hora da coleta, contanto que o tempo de garroteamento não seja prolongado.
( ) A separação do soro ou plasma das células sanguíneas deve ser realizada o mais rápido possível, independente da total coagulação, a fim de evitar interferências nos resultados pelo contato com células sanguíneas.
( ) A exposição à luz pode influenciar a dosagem de alguns parâmetros. Assim, alíquotas para dosagem de bilirrubina, betacaroteno, vitamina A, vitamina B6 e porfirinas devem ser preservadas ao abrigo da luz.
- A) F – F – V – V – V.
- B) F – V – F – V – F.
- C) V – V – F – F – V.
- D) F – F – V – F – F.
- E) V – V –V – F – V.
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Gabarito oficial: C
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Questão 38 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
De acordo com os princípios e fundamentos da microscopia óptica, assinale a alternativa INCORRETA.
- A) Tipicamente, as ampliações das lentes objetivas situam-se na faixa de 4X a 100X.
- B) As objetivas são formadas internamente por várias lentes. As resoluções alcançadas e a maior parte da qualidade da imagem final dependem das lentes objetivas.
- C) A iluminação é por Transparência, sendo o objeto observado fino o suficiente para a luz o atravessar.
- D) Há apenas um tipo de objetiva, o que difere é o tipo de campo utilizado na visualização.
- E) O microscópio é um instrumento que permite observar os objetos não perceptíveis à vista desarmada. Isso é possível mediante um sistema óptico composto por lentes de cristal que, atravessadas pela imagem do objeto, ampliam-na.
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Gabarito oficial: D
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Questão 39 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A Stenotrophomonas maltophilia é uma bactéria que vem desempenhando um importante papel no cenário das infecções hospitalares. Sobre esse microorganismo é correto afirmar que ele é um
- A) coco gram positivo, fermentador.
- B) coco gram positivo, não fermentador.
- C) bacilo gram negativo, fermentador.
- D) bacilo gram positivo, fermentador.
- E) bacilo gram negativo, não fermentador.
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Gabarito oficial: E
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Questão 40 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
O meio de cultura Ágar CLED é utilizado para isolamento e quantificação de microrganismos presentes em amostras de urina. A mudança de cor desse meio para a cor amarela indica
- A) colônias oxidase positiva.
- B) colônias oxidase negativa.
- C) colônias lactose positiva.
- D) colônias lactose negativa.
- E) colônias alfa hemotíticas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 41 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Referente ao preparo do meio de cultura, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Quando distribuir o meio após a autoclavação, os tubos, frascos, placas, pipetas e vidrarias ou materiais auxiliares não necessitam estar estéreis.
II. Para o controle de crescimento, sempre que possível usar cepas ATCC, que são cepas de referências de origem e padrão definido de provas para a sua caracterização.
III. Os meios devem ser autoclavados com as tampas semiabertas, para que a esterilização seja por igual em todo o conteúdo dos tubos. Tampas fechadas não permitem a entrada do vapor.
IV. Os meios prontos para uso que estiverem ressecados deverão ser reidratados antes de serem utilizados.
- A) Apenas II e III.
- B) Apenas I e III.
- C) Apenas I e IV.
- D) Apenas I, II e IV.
- E) Apenas II e IV.
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Gabarito oficial: A
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Questão 42 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
O teste hematológico que detecta imunoglobulinas IgG ou frações do complemento ligadas às hemácias, e faz parte da rotina de exames no pré – natal de gestantes Rh negativo, triagem de anemias hemolíticas e provas pré - transfusionais é denominado
- A) Células LE.
- B) Coombs Indireto.
- C) Coombs Direto.
- D) Tipagem sanguínea.
- E) VHS.
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Gabarito oficial: B
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Questão 43 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Mieloma Múltiplo é uma doença caracterizada por distúrbios da produção de moléculas de imunoglobulinas. A expressão na urina da eliminação das cadeias leves formadas em excesso dessas imunoglobulinas pode ser observada em qual dos exames apontados a seguir?
- A) Clearence de creatinina.
- B) Urina tipo I.
- C) Oxalato urinário.
- D) Proteinúria de Bence Jones.
- E) Pesquisa de Porfirina urina.
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Gabarito oficial: D
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Questão 44 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
A creatinofosfoquinase (CPK) é uma enzima que desempenha um importante papel regulador no metabolismo dos tecidos contráteis. Está presente principalmente nos músculos, tecido cardíaco e no cérebro. A maior utilização da dosagem dessa enzima está no diagnóstico das lesões e doenças da musculatura esquelética e no infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco). São fatores conhecidos de interferência nos resultados da dosagem da CPK, EXCETO
- A) drogas como álcool, anticoagulantes, aspirina, captopril, codeína, dexametasona, morfina, propranolol, fenobarbital e succinilcolina podem aumentar os níveis de CPK.
- B) gestação em período inicial.
- C) hepatopatia, massa muscular pobre, neoplasias metastáticas, hipossecreção hipofisária anterior diminuem a CPK.
- D) exercício físico intenso prévio à coleta (24 horas).
- E) processar rapidamente as amostras após a coleta.
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Gabarito oficial: E
Processar a amostra rapidamente é boa prática pré-analítica, não fator de interferência. As outras alternativas citam fatores que alteram a CK.
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Questão 45 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
São corantes hematológicos, EXCETO
- A) Giensa.
- B) MayGrünwald.
- C) Ziehl Neelsen.
- D) Wright.
- E) Leishman.
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Gabarito oficial: C
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Questão 46 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Levando em consideração os princípios de purificação da água, assinale a alternativa correta.
- A) Filtração é o processo de purificação que elimina íons e cátions dos meios líquidos.
- B) Destilação é o processo de separação de um líquido de um sólido (ou outro líquido) por evaporação do líquido em um recipiente e posterior condensação, em outro recipiente, do vapor resultante.
- C) Destilação é um processo no qual é utilizada uma luz ultravioleta para eliminar bactérias.
- D) Deionização é um processo que elimina cloro com a utilização de carvão ou coco.
- E) Filtração é um processo que reduz gases como oxigênio e dióxido de carbono da água por meio de uma membrana semipermeável.
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Gabarito oficial: B
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Questão 47 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Paciente do sexo feminino, 63 anos, chega ao atendimento ambulatorial apresentando manchas na pele, palidez, sangramento nas mucosas e queixa de cansaço. Dentre outros exames, o médico solicita um hemograma, que apresenta o seguinte resultado: Eritrócitos: 3,2 x 10⁶/mm³
Ht: 25% Hb: 8,2 g/dl VCM: 78 HCM: 25 Leucócitos: 193,0 x 10³/mm³ Blastos: 78% Promielócito: 3% Mielócito: 0% Metamielócito: 2% Bastonetes: 5% Segmentados: 8% Basófilo: 1% Eosinófilo: 1% Linfócito: 1% Monócito: 1% Morfologia: anisocitose dimórfica com micrócitos e macrócitos. Poiquilocitose com acantócitos, dacriócitos e esquizócitos. Hipocromia moderada e presença de grânulos nos blastos bem como bastão de Auer. Analise os dados e assinale a alternativa que indica qual patologia o caso apresenta.
- A) Leucemia Mielóide Aguda.
- B) Púrpura Trombocitopênica.
- C) Policitemia Vera.
- D) Leucemia Linfocítica Crônica.
- E) Anemia Hemolítica.
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Gabarito oficial: A
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Questão 48 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
As variáveis pré-analíticas que podem interferir nas dosagens hormonais são muitas e de origens variadas, sendo que alguns têm sua secreção estimulada por estresse físico (exercício físico). Devido a esta variável, assinale a alternativa que aponta o hormônio que necessita de repouso antes da coleta da amostra para sua dosagem.
- A) FSH.
- B) T4 (tiroxina) livre.
- C) Testosterona.
- D) Cortisol.
- E) Insulina.
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Gabarito oficial: D
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Questão 49 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Sobre preparo de reagentes, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O descarte de reagentes afeta diretamente a qualidade da análise da amostra, por isso ele faz parte das boas práticas de laboratório e deve obedecer aos regulamentos nacionais sobre saúde e segurança, ou meio ambiente.
II. Quando a qualidade de um reagente for crítica para um ensaio, a qualidade de um novo lote deve ser verificada em comparação com o lote anteriormente em uso (de saída), antes de seu emprego, desde que o lote de saída seja reconhecido como sendo ainda utilizável.
III. A qualidade dos reagentes e de outros materiais consumíveis deve ser apropriada ao uso pretendido. Devem ser feitas considerações a respeito da seleção, compra, recebimento e armazenamento de reagentes.
IV. A pessoa responsável pela preparação do reagente deve ser identificável a partir do rótulo ou dos registros.
- A) Apenas I e II.
- B) Apenas I e IV.
- C) Apenas II, III e IV.
- D) Apenas I, II e IV.
- E) Apenas III e IV.
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Gabarito oficial: C
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Questão 50 · AOCP · 2014 · EBSERH (HUCAM-UFES)
Assinale a alternativa que indica a vidraria que pode ser considerada de medição precisa.
- A) Becker.
- B) Cadinho.
- C) Almofariz.
- D) Balão de fundo chato.
- E) Bureta.
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Gabarito oficial: E
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