Concurso Biomédico

Concurso EBSERH (HU-UFS) 2014 para Biomédico: prova, gabarito e o que caiu

Prova completa de Biomédico do concurso EBSERH (HU-UFS) (2014), banca AOCP: 49 questões com gabarito oficial, o que mais caiu e como estudar para o próximo.

O concurso EBSERH (HU-UFS) de 2014 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca AOCP. A prova tinha 50 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial e 5 já com comentário.

O que caiu nas disciplinas específicas: Bioquímica Clínica (10), Microbiologia (7), Imunologia (3), Hematologia (2), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Parasitologia (1). Os temas mais cobrados foram Equilíbrio ácido-base e gasometria, Micologia, Hemostasia, Água e radicais livres, Técnicas analíticas (fotometria, imunoensaios, automação).

Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação Institucional (EBSERH/órgão) (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).

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Perguntas frequentes

Qual foi a banca do concurso EBSERH (HU-UFS) 2014 para Biomédico?

A banca foi AOCP. Temos 18 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.

Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso EBSERH (HU-UFS) 2014?

A prova teve 50 questões.

O que mais caiu na prova de Biomédico EBSERH (HU-UFS) 2014?

Nas específicas: Bioquímica Clínica (10), Microbiologia (7), Imunologia (3), Hematologia (2). Temas mais cobrados: Equilíbrio ácido-base e gasometria, Micologia, Hemostasia.

Onde encontro a prova e o gabarito do concurso EBSERH (HU-UFS) 2014?

Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.

Como estudar para o próximo concurso EBSERH (HU-UFS)?

Resolva esta e as outras provas da banca AOCP, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.

Questões da prova com gabarito

Questão 1 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Em “...você e eu tivemos pais que nos geraram.”, a colocação do pronome nos se justifica pela atração

  1. A) da forma verbal geraram.
  2. B) do pronome relativo que.
  3. C) do pronome eu.
  4. D) do pronome você.
  5. E) do substantivo pais.
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Gabarito oficial: B

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Questão 2 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Assinale a alternativa em que o elemento nos NÃO foi analisado corretamente.

  1. A) “Lá, nos deparamos...” (preposição + artigo)
  2. B) “Isso não significa que nos resta...” (pronome)
  3. C) “...mas é muito fácil nos perdermos...” (pronome)
  4. D) “...nos seus labirintos metafísicos.” (preposição + artigo)
  5. E) “...nos seus primórdios...” (preposição + artigo)
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Gabarito oficial: A

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Questão 3 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Em “...as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam.”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo ao conteúdo original, por

  1. A) raramente.
  2. B) mais que.
  3. C) além do que.
  4. D) mais ou menos.
  5. E) ainda que.
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Gabarito oficial: D

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Questão 4 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Em “O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único.”, a expressão destacada estabelece relação semântica de

  1. A) consecução.
  2. B) conclusão.
  3. C) contraste.
  4. D) condição.
  5. E) concessão.
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Gabarito oficial: C

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Questão 5 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Assinale a alternativa em que o elemento SE foi classificado corretamente.

  1. A) “A questão complica se persistimos com essa analogia...” (pronome)
  2. B) “...as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam.” (pronome)
  3. C) “..se bem que é importante lembrar que não é o único.” (pronome)
  4. D) “...Como surgiu se nada existia antes?” (pronome interrogativo)
  5. E) “...como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia...” (índice de indeterminação do sujeito)
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 6 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

O fragmento em que a concordância verbal NÃO está de acordo com a norma padrão é

  1. A) “...pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido...”
  2. B) “...o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes...”
  3. C) “Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável.”
  4. D) “A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina.”
  5. E) “Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva.”
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 7 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

NÃO será mantida a gramática do texto se a expressão

  1. A) duma for substituída por de uma, em “surgido duma flutuação”.
  2. B) tal como for substituída por assim como, em “Tal como você e eu...”
  3. C) Por isso que for substituída por Por isso, em “Por isso que muitos físicos...”
  4. D) devido a uma for substituída por devido uma, em “devido a uma compensação...”
  5. E) Como que for substituída por como, em “Como que tudo pode vir do nada?”
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 8 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

“A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...” A oração acima pode ser reescrita, sem prejuízo sintático-semântico para o fragmento, por

  1. A) A combinação é inevitável, como, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...
  2. B) A combinação é inevitável, embora, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...
  3. C) A combinação é inevitável, apesar que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...
  4. D) A combinação é inevitável, conquanto que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...
  5. E) A combinação é inevitável, uma vez que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante...
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Gabarito oficial: E

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Questão 9 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

Em “E não há dúvida que o progresso....”, NÃO há atendimento à norma padrão quanto à

  1. A) regência nominal.
  2. B) concordância verbal.
  3. C) concordância nominal.
  4. D) sintaxe de colocação pronominal.
  5. E) regência verbal.
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Gabarito oficial: A

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Questão 10 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a origem de tudo Marcelo Gleiser Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único. Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos. Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento. A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes? A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes. Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela. Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável. Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo. O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa. Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais. Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-sobre-a-origem-de-tudo.shtml.

A expressão destacada que expressa o modo da ação verbal se encontra na alternativa

  1. A) “...inevitavelmente leva a reflexões...”
  2. B) “...especialmente para as pessoas de fé...”
  3. C) “...teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões...”
  4. D) “Presumivelmente, a vida veio da não vida...”
  5. E) “...um núcleo radioativo decai espontaneamente...”
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Gabarito oficial: E

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Questão 11 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

As esposas de César, Fernando e Vinícius são, uma loira, uma ruiva e uma morena, não necessariamente nesta ordem. Uma se chama Daniela, outra Bruna e a outra Rafaela. A esposa de César se chama Daniela. A esposa de Vinícius é morena. A esposa de Fernando não se chama Bruna e não é loira. Os nomes das esposas loira, ruiva e morena são, respectivamente:

  1. A) Daniela, Rafaela e Bruna.
  2. B) Daniela, Bruna e Rafaela.
  3. C) Bruna, Daniela e Rafaela.
  4. D) Bruna, Rafaela e Daniela.
  5. E) Rafaela, Bruna e Daniela.
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Gabarito oficial: A

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Questão 12 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Um aluno levou 1 hora e 40 minutos ininterruptos para fazer um trabalho de matemática. Se ele concluiu o trabalho depois de decorrer 2/3 de um dia, então que horas ele iniciou o trabalho?

  1. A) 14 horas.
  2. B) 14 horas e 10 minutos.
  3. C) 14 horas e 20 minutos.
  4. D) 14 horas e 40 minutos.
  5. E) 14 horas e 50 minutos.
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Gabarito oficial: C

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Questão 13 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Em uma pequena cidade, circulam apenas dois jornais diferentes. O jornal A e o jornal B. Uma pesquisa realizada com os moradores dessa cidade mostrou que 33% lê o jornal A, 45% lê o jornal B, e 7% leem os jornais A e B. Sendo assim, quantos por cento não leem nenhum dos dois jornais?

  1. A) 15%
  2. B) 25%
  3. C) 27%
  4. D) 29%
  5. E) 35%
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Gabarito oficial: D

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Questão 15 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Assinale a alternativa que apresenta a negação da proposição: “Mauro gosta de rock ou João gosta de samba”.

  1. A) Mauro gosta de rock ou João não gosta de rock.
  2. B) Mauro gosta de rock se João não gosta de samba.
  3. C) Mauro não gosta de rock ou João não gosta de samba.
  4. D) Mauro não gosta de rock se, e somente se João não gosta de samba.
  5. E) Mauro não gosta de rock e João não gosta de samba.
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Gabarito oficial: E

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Questão 16 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

De acordo com o que dispõe o Estatuto Social da EBSERH, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A EBSERH fica sujeita à supervisão do Ministro da Saúde.
II. A EBSERH tem sede e foro no Rio de Janeiro, e atuação em todo o território nacional, podendo criar subsidiárias, sucursais, filiais ou escritórios e representações no país.
III. O prazo de duração da EBSERH é indeterminado.
IV. A EBSERH sujeitar-se-á ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários.

  1. A) Apenas I, II e IV.
  2. B) Apenas I, III e IV.
  3. C) Apenas I e IV.
  4. D) Apenas III e IV.
  5. E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: D

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Questão 17 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Os contratos que a EBSERH celebrar ou em que vier a intervir e os atos que envolvam obrigações ou responsabilidades por parte da empresa serão assinados

  1. A) pelo Presidente, em conjunto com um Diretor.
  2. B) pelo Presidente, em conjunto com um Conselheiro.
  3. C) somente pelo Presidente.
  4. D) pelos membros do Conselho de Administração, conjuntamente.
  5. E) pelos membros da Diretoria Executiva, conjuntamente.
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Gabarito oficial: A

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Questão 18 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Conforme o Regimento Interno, o corpo diretivo da EBSERH é constituído

  1. A) pelo Presidente e pelos membros do Conselho de Administração.
  2. B) pelo Presidente e pelos Diretores que compõem a Diretoria Executiva.
  3. C) pelo Presidente e pelos Conselheiros e Diretores.
  4. D) somente pelos membros do Conselho de Administração.
  5. E) somente pelos Diretores que compõem a Diretoria Executiva.
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Gabarito oficial: B

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Questão 19 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

De acordo com o Regimento Interno, o contrato de adesão das instituições federais de ensino ou instituições congêneres com a EBSERH será

  1. A) proposto pelo Presidente e aprovado pelo Conselho de Administração.
  2. B) proposto pelo Conselho de Administração e aprovado pelo Presidente.
  3. C) proposto pelo Conselho de Administração e aprovado pela Diretoria Executiva.
  4. D) proposto pela Diretoria Executiva e aprovado pelo Conselho de Administração.
  5. E) proposto pela Diretoria Executiva e aprovado pelo Presidente.
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Gabarito oficial: D

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Questão 20 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. As instituições congêneres, conforme a Lei 12.550/2011, são instituições _______________ que desenvolvam atividades de ___________________________ na área da saúde e que prestem serviços no âmbito ________________.

  1. A) Públicas / assistência / do Sistema Único de Saúde – SUS
  2. B) Privadas / ensino e de pesquisa / da rede hospitalar privada
  3. C) Públicas / ensino e de pesquisa / do Sistema Único de Saúde – SUS
  4. D) Públicas ou privadas / ensino e de pesquisa / da rede hospitalar privada
  5. E) Públicas ou privadas / ensino e de pesquisa / do Sistema Único de Saúde – SUS
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Gabarito oficial: C

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Questão 21 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a Seguridade Social, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, os quais integrarão o orçamento da União.
II. A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social, como estabelecido em lei, poderá contratar com o Poder Público, mas não poderá dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.
III. Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total.
IV. São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.

  1. A) Apenas I, III e IV.
  2. B) Apenas I, II e IV.
  3. C) Apenas I e II.
  4. D) Apenas III e IV.
  5. E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: D

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Questão 22 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

O conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos é o que se entende por

  1. A) vigilância sanitária.
  2. B) vigilância epidemiológica
  3. C) saúde do trabalhador.
  4. D) assistência terapêutica integral.
  5. E) assistência social.
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Gabarito oficial: B

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Questão 23 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Em relação ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou individualmente, obedecerão ao disposto na Lei 8.080/1990.
II. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena.
III. O SUS promoverá a articulação do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena com os órgãos responsáveis pela Política Indígena do País.
IV. Os Estados, Municípios, outras instituições governamentais e não-governamentais poderão atuar complementarmente no custeio e execução das ações.

  1. A) Apenas I, II e III.
  2. B) Apenas I, III e IV.
  3. C) Apenas II e III.
  4. D) Apenas I e IV.
  5. E) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: E

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Questão 24 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

De acordo com a organização do SUS estabelecida no Decreto 7.508/2011, é possível afirmar que

  1. A) o SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados apenas pela União, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma hierarquizada.
  2. B) o SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados apenas pelos Estados e Distrito Federal, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e não hierarquizada.
  3. C) o SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada.
  4. D) o SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados apenas pelos Municípios, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma não hierarquizada.
  5. E) o SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos e pela iniciativa privada, de forma direta ou indireta, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 25 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

De acordo com o Decreto 7.508/2011, os serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS são considerados

  1. A) Serviços Especiais de Acesso Aberto.
  2. B) Portas de Entrada.
  3. C) Serviços Especiais de Acesso Primário.
  4. D) Portas Iniciais do SUS.
  5. E) Serviços de Atenção Primária.
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 26 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Paciente do sexo masculino, 54 anos, internado em uma UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), em ventilação mecânica, apresenta a seguinte gasometria: pH= 7,52; PaCO2= 26 mmHg; HCO3= 25,6 mM/L; BE= +1,2. De acordo com esse resultado, assinale a alternativa correta.

  1. A) Como o pH esta maior que 7,45, trata-se de uma alcalose. A PaCO2 arterial está maior que 25 mmHg que indica um componente respiratório. Classificando como um distúrbio ácido-base de alcalose respiratória.
  2. B) Como o pH está 7,52, trata-se de uma acidose. A PaCO2 arterial está normal, descartando alteração respiratória, classificando portanto como distúrbio ácido-base de acidose metabólica.
  3. C) O pH encontra-se dentro da normalidade, por estar em ventilação mecânica os componentes respiratórios estão todos dentro do padrão, concluindo que não há um distúrbio e sim, um equilíbrio ácido-base.
  4. D) O pH muito maior que 7,35 sugere acidose importante. A PaCO2 menor que 35 mmHg exclui causa respiratória, sugerindo ser uma compensação de uma alcalose metabólica.
  5. E) O pH maior que 7,45 trata-se de uma alcalose. A PaCO2 está normal, o que exclui componente respiratório, classificando como um distúrbio ácido-base de alcalose metabólica.
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: A

pH 7,52 com PaCO2 26 e HCO3- normal: alcalose respiratória (hiperventilação em ventilação mecânica).

Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →

Questão 27 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Em um distúrbio ácido-base de acidose respiratória é esperado encontrar na gasometria arterial

  1. A) o pH maior que 7,45 e a PaCO2 aumentada.
  2. B) o pH menor que 7,45 e o HCO3 diminuído.
  3. C) o pH aumentado e a PaCO2 normal.
  4. D) o pH menor que 7,35 e PaCO2 aumentada.
  5. E) o pH maior que 7,35 e o HCO3 diminuído.
Ver gabarito e comentário

Gabarito oficial: D

Acidose respiratória: pH abaixo de 7,35 e PaCO2 aumentada.

Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →

Questão 28 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Na coleta de sangue para gasometria arterial, o excesso de heparina pode causar alteração no componente

  1. A) PaCO2.
  2. B) pH.
  3. C) HCO3.
  4. D) Po2.
  5. E) Sat O2.
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 29 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Granulações de Schuffner são grânulos de cor rósea que surgem nas hemácias em qual das doenças relacionadas a seguir?

  1. A) Leptospirose.
  2. B) Leucemia.
  3. C) Donovanose.
  4. D) Leishmaniose.
  5. E) Malária.
Ver gabarito

Gabarito oficial: E

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Questão 30 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Dentre os exames hematológicos, o tempo de tromboplastina parcial (KPTT) corresponde ao tempo gasto para ocorrer a coagulação do plasma recalcificado em presença de cefalina. Assinale a alternativa que indica a função desse exame.

  1. A) Avaliar anormalidades de protrombina.
  2. B) Avaliar via extrínseca de coagulação.
  3. C) Avaliar via intrínseca de coagulação.
  4. D) Avaliar tempo de sangramento.
  5. E) Avaliar a quantidade de cálcio.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 31 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Uma mulher de 34 anos procurou um médico devido às fortes dores na panturrilha, iniciada após longa viagem de avião. Relata uso de anticoncepcional oral. Após investigação, o médico faz o diagnóstico de trombose venosa e orienta uso de anticoagulantes via oral. Assinale a alternativa que indica o exame a ser realizado frequentemente para acompanhamento deste caso.

  1. A) Contagem de plaquetas.
  2. B) TAP (Tempo de Atividade de Protrombina).
  3. C) KPTT (Tempo de tromboplastina parcial).
  4. D) Tempo de sangramento.
  5. E) Dosagem de Dímero D.
Ver gabarito

Gabarito oficial: B

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Questão 32 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Na análise das propriedades da água, geralmente os cloretos estão presentes em água bruta e tratada em concentrações que podem variar de pequenos traços a grandes concentrações. Para a determinação de cloretos utiliza-se o método

  1. A) Titulação com EDTA.
  2. B) Titulação com hidróxido de sódio.
  3. C) Titulação com ácido sulfúrico.
  4. D) Titulação com nitrato de prata.
  5. E) Titulação com cloreto de potássio.
Ver gabarito

Gabarito oficial: D

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Questão 33 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Referentes aos parâmetros físicos da água, assinale a alternativa que define condutividade elétrica da água.

  1. A) Capacidade que a água possui de conduzir corrente elétrica. Este parâmetro está relacionado à presença de íons dissolvidos na água, que são partículas carregadas eletricamente.
  2. B) Mede a capacidade da água de neutralizar os ácidos em teores elevados, pode proporcionar sabor desagradável à água.
  3. C) Representa o equilíbrio entre íons H+ e íons OH, a alcalinidade depende de sua origem e características naturais, mas pode ser alterada pela introdução de resíduos.
  4. D) Condutividade é a presença de matéria em suspensão na água, substâncias orgânicas finamente divididas, organismos microscópicos e outras partículas.
  5. E) Representa a quantidade de oxigênio necessária para equilíbrio dos íons de hidrogênio.
Ver gabarito

Gabarito oficial: A

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Questão 34 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

A prova de Valentine é um exame realizado na urina, onde a amostra é coletada em três porções. Este exame é útil para a detecção de

  1. A) neoplasia do trato urinário.
  2. B) hematúria.
  3. C) infecções da próstata.
  4. D) pielonefrite.
  5. E) glomerulonefrite.
Ver gabarito

Gabarito oficial: C

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Questão 35 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre o exame cultura de urina, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os agentes etiológicos mais frequentemente envolvidos com ITU adquirida na comunidade são, em ordem de frequência: a Escherichia coli, o Staphylococcus saprophyticus, espécies de Proteus e de Klebsiella e o Enterococcus faecalis.
( ) O aspecto da urina não traz nenhuma informação que auxilie no diagnóstico de infecção urinária. Sendo o único meio de diagnóstico a urocultura.
( ) A cultura de urina, quando colhida assepticamente, na maioria dos casos, não serve para identificação do agente etiológico, mas é de grande importância, pois serve de guia na terapia antimicrobiana através do antibiograma in vitro.
( ) Fator limitante à importância da cultura de urina é a demora habitualmente exigida para a obtenção do seu resultado.

  1. A) F – V – V – F.
  2. B) V – V – V – F.
  3. C) F – F – V – V.
  4. D) F – F – F – V.
  5. E) V – F – F – V.
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Gabarito oficial: E

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Questão 36 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

A Reação de Fouchet é um teste realizado na urina, muito utilizado na prática laboratorial para a confirmação da presença de

  1. A) hemácias.
  2. B) bilirrubina.
  3. C) proteína.
  4. D) acetonas.
  5. E) glicose.
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Gabarito oficial: B

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Questão 37 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Imunidade inata ou natural é responsável pela defesa inicial do organismo, através de mecanismos existentes antes da infecção, que são capazes de respostas rápidas. São componentes da imunidade inata, EXCETO

  1. A) antígeno.
  2. B) células fagocíticas.
  3. C) células NK.
  4. D) proteínas plasmáticas.
  5. E) citocinas.
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Gabarito oficial: A

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Questão 38 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Levando em consideração a microbiologia dos alimentos, assinale a alternativa que aponta o microrganismo Gram positivo, importante na produção de ácido lático e deterioração de alimentos e bebidas.

  1. A) Pseudomonas.
  2. B) Serratia.
  3. C) Aspergillus.
  4. D) Acetobacter.
  5. E) Lactobacillus.
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Gabarito oficial: E

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Questão 39 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

O antígeno P24 é uma proteína do núcleocapsídeo viral utilizado no diagnóstico de

  1. A) mononucleose.
  2. B) herpes zoster.
  3. C) rubéola.
  4. D) HIV.
  5. E) hepatite C.
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Gabarito oficial: D

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Questão 40 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Para pesquisa de fungos em pelos, unha, pele, tecidos obtidos de biópsia, exsudatos espessos e outros materiais densos, utiliza-se o seguinte exame:

  1. A) microscópico, pelo método de coloração de Gram.
  2. B) tinta da China.
  3. C) microscópico direto com KHO 20%.
  4. D) microscópico, pelo método de coloração Ziehl-Neelsen.
  5. E) microscópico direto com ácido acético 10%.
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Gabarito oficial: C

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Questão 41 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a identificação de leveduras, assinale a alternativa INCORRETA.

  1. A) Colônias de levedura, obtidas de amostra biológica, só devem ser identificadas quando estiverem puras, ou seja, sem contaminação bacteriana ou em mistura de espécies.
  2. B) As provas fisiológicas mais comuns e mais simples para identificação de Candida albicans e Candida sp são: tubo germinativo e filamentação em cultivo em lâmina.
  3. C) A pesquisa de cápsula, característica marcante do gênero Cryptococcus é feita com uma gota de tinta nanquim e uma alçada da cultura. A cápsula aparece como um halo claro ao redor dos blastoconídios de Cryptococcus e contrastam com o fundo negro da lâmina.
  4. D) Na prova de filamentação e clamidósporo, em cultivo em lâmina, a presença de hifas hialinas, septadas e ramificadas, e característica do gênero Candida e se houver formação de clamidósporos indica Candida albicans.
  5. E) A reação positiva para urease, junto com análise morfológica, permite identificação presuntiva de Candida krusei.
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Gabarito oficial: E

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Questão 42 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Agente causador de doença granulomatosa crônica que pode acometer vários órgãos e até SNC. Apresenta grande variabilidade de manifestações clínicas, desde formas localizadas até formas disseminadas de mau prognóstico, em caso de imunodeficiência. Em exame direto, é possível observar a presença da forma leveduriforme constituída de células grandes, globosas, com parede celular dupla e refringente e com múltiplos brotamentos, à semelhança de “roda de leme”, orelhas de “Mickey Mouse” ou argolas entrelaçadas. Essas são características do fungo

  1. A) Histoplasma capsulatum.
  2. B) Paracoccidioides brasiliensis.
  3. C) Sporothrix schenckii.
  4. D) Aspergillus fumigatus.
  5. E) Cryptococcus neoformans.
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Gabarito oficial: B

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Questão 43 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre identificação de Neisserias, assinale a alternativa correta.

  1. A) As espécies de Neisseria têm como característica morfológica serem diplococos Gram positivos mais arredondados nas laterais, apresentando-se em formato de oito.
  2. B) Todas neisserias são oxidase negativas e catalase negativas.
  3. C) Neisserias meningitidis não crescem em Agar sangue nem em Agar chocolate, sendo necessário a semeadura em meio seletivo como o Mac Conkey.
  4. D) Para cultura de Neisseria gonorrhoeae recomenda-se a semeadura em ágar chocolate enriquecido com suplemento com l-cisteína, NAD e vitaminas, embora seja possível obter crescimento de algumas cepas em ágar sangue.
  5. E) As espécies de Neisserias devem ser semeadas em meio seletivo para Gram positivos, pois podem ser facilmente confundidas com espécies de Streptococcus.
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Gabarito oficial: D

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Questão 44 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

São provas para identificação das enterobactérias de importância clínica, EXCETO

  1. A) sateletismo.
  2. B) fermentação da glicose.
  3. C) produção de gás (CO2).
  4. D) motilidade.
  5. E) produção de uréase.
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Gabarito oficial: A

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Questão 45 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

As diferentes formas de cromatografia podem ser classificadas considerando-se diversos critérios, sendo um deles pela forma física, sendo planar ou de coluna. Assinale a alternativa que aponta os tipos de cromatografia planar.

  1. A) Líquida clássica, em papel e super crítica.
  2. B) Líquida de alta eficiência e gasosa.
  3. C) Em papel, por centrifugação e em camada delgada.
  4. D) Líquida, super crítica e gasosa.
  5. E) Super crítica, centrifugação e gasosa.
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Gabarito oficial: C

Planares são as técnicas em que a fase estacionária se espalha em superfície: papel e camada delgada; as demais opções incluem cromatografias em coluna (líquida de alta eficiência, gasosa).

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Questão 46 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

Sobre a técnica de eletroforese, podemos afirmar que é uma técnica utilizada para

  1. A) mediar a capacidade de uma substância de emitir luz, quando exposta à radiação.
  2. B) dosar substancias a partir da incidência de luz refletida.
  3. C) detecção e monitoramento de pequenas substâncias em uma mistura.
  4. D) separar moléculas por tamanho e carga elétrica.
  5. E) detectar anticorpos ou antígenos através de marcação por enzimas.
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Gabarito oficial: D

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Questão 47 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

As leis de Lambert-Beer são o fundamento da espectrofotometria. Assinale a alternativa que define esta lei.

  1. A) A quantidade de luz absorvida ou transmitida por uma determinada solução depende da concentração do soluto e da espessura da solução.
  2. B) A quantidade de luz absorvida é diretamente proporcional à trajetória da luz em centímetros.
  3. C) A quantidade de luz absorvida é diretamente proporcional à coloração da solução.
  4. D) A intensidade de luz emitida aumenta exponencialmente conforme a espessura do meio absorvente aumenta.
  5. E) A intensidade de um feixe de luz monocromático aumenta exponencialmente à medida que a concentração da substância absorvente aumenta aritmeticamente.
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Gabarito oficial: A

A Lei de Lambert-Beer diz que a luz absorvida depende da concentração do soluto e da espessura (caminho óptico) da solução.

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Questão 48 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

O teste de clearence da creatinina é realizado com dosagem da creatinina em uma amostra de urina colhida em um tempo estabelecido e também em uma amostra de sangue colhida no período de colheita da amostra de urina. Este é útil para

  1. A) estabelecer a concentração ideal sérica da creatinina.
  2. B) avaliação da função hepática.
  3. C) dosar a concentração de urobilinogênio sérico.
  4. D) avaliação do metabolismo da ureia.
  5. E) determinação da eficiência da função renal, especialmente filtração glomerular.
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Gabarito oficial: E

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Questão 49 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

A reação de Waaler-Rose é um teste de aglutinação para a determinação qualitativa de

  1. A) prócalcitonina.
  2. B) alfa1 – glicoproteína ácida.
  3. C) fator reumatoide.
  4. D) antígeno Austrália.
  5. E) proteína C reativa.
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Gabarito oficial: C

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Questão 50 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFS)

A hemoglobina glicada, também abreviada como Hb A1c, é uma forma de hemoglobina presente naturalmente nos eritrócitos humanos, sendo um exame muito útil para

  1. A) diagnóstico de dislipidemias.
  2. B) monitoramento de pacientes diabéticos.
  3. C) diagnóstico de anemia ferropriva.
  4. D) avaliação da função hepática, uma vez que é produzida no fígado.
  5. E) monitoramento de processos inflamatórios.
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Gabarito oficial: B

A HbA1c serve para monitorar o controle glicêmico de pacientes diabéticos.

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