O concurso EBSERH (HU-UFGD) de 2014 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca AOCP. A prova tinha 50 questões, das quais 1 foram anuladas. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo e 3 já com comentário.
O que caiu nas disciplinas específicas: Microbiologia (7), Bioquímica Clínica (5), Hematologia (5), Imunologia (4), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Parasitologia (1). Os temas mais cobrados foram Hemoglobinopatias, Equilíbrio ácido-base e gasometria, Inclusões eritrocitárias, Meios de cultura, Exame químico da urina.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (5), Legislação Institucional (EBSERH/órgão) (5), Legislação do SUS e Saúde Pública (5).
Resolver esta prova no app (grátis) Tudo sobre o concurso EBSERH
Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso EBSERH (HU-UFGD) 2014 para Biomédico?
A banca foi AOCP. Temos 18 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso EBSERH (HU-UFGD) 2014?
A prova teve 50 questões, 1 delas anuladas pela banca.
O que mais caiu na prova de Biomédico EBSERH (HU-UFGD) 2014?
Nas específicas: Microbiologia (7), Bioquímica Clínica (5), Hematologia (5), Imunologia (4). Temas mais cobrados: Hemoglobinopatias, Equilíbrio ácido-base e gasometria, Inclusões eritrocitárias.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso EBSERH (HU-UFGD) 2014?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso EBSERH (HU-UFGD)?
Resolva esta e as outras provas da banca AOCP, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a seguir.
- A) Em “...são ponderações longas...”, funciona como predicativo. [destacado: “ponderações longas”]
- B) Em “...tomo café com açúcar...” funciona como complemento nominal. [destacado: “com açúcar”]
- C) Em “Mesmo assim, me parece que existem...”, pode ficar após o verbo. [destacado: “me”]
- D) Em “...imagina ter também a liberdade...”, indica acréscimo. [destacado: “também”]
- E) Em “...são feitas inconscientemente, sem nosso controle...”, expressa modo. [destacado: “inconscientemente”]
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 2 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
A palavra que NÃO está separada corretamente é
- A) bar – rei – ra.
- B) pes – so – as.
- C) ci – en – tes.
- D) ne – u – ro – nal.
- E) fi – ló – so – fos.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 3 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Em “Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão.”, a expressão destacada funciona como
(Expressão destacada na prova: “uma ilusão”.)
- A) complemento nominal.
- B) predicativo do sujeito.
- C) predicativo do objeto.
- D) adjunto adnominal.
- E) objeto indireto.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 4 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Apresenta a mesma regra de acentuação da palavra filósofos a expressão
- A) alguém.
- B) magnética.
- C) decisões.
- D) açúcar.
- E) ilusão.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 5 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
“Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão.”
A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo sintático-semântico, por
(Expressão destacada na prova: “já que”.)
- A) apesar de.
- B) como.
- C) porquanto.
- D) embora.
- E) à medida que.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 6 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Em “...fica muito difícil atribuí-la...” o pronome destacado retoma
(Pronome destacado na prova: “la”.)
- A) decisões diferentes.
- B) ponderações longas.
- C) níveis diferentes.
- D) escolha.
- E) confusão.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 7 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a seguir.
- A) Em “...antes de a mente se dar conta disso.”, funciona como adjunto adnominal. [destacado: “disso”]
- B) Em “Alguns filósofos definem livre arbítrio...”, é pronome indefinido. [destacado: “Alguns”]
- C) Em “...ocorre antes de estarmos cientes dela.”, expressa tempo. [destacado: “antes”]
- D) Em “...definem livre arbítrio como sendo...”, pode ser retirada a expressão sendo. [destacado: “como sendo”]
- E) Em “...a questão do livre arbítrio terá que ser...”, pode ser substituída por terá de. [destacado: “terá que”]
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 8 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Em “Se este for mesmo o caso...”, a conjunção expressa
(Conjunção destacada na prova: “Se”.)
- A) tempo.
- B) consecução.
- C) conclusão.
- D) modo.
- E) condição.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 9 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Assinale a alternativa cujo pronome NÃO foi classificado corretamente.
- A) “...estão mudando isso de forma radical...” (demonstrativo) [destacado: “isso”]
- B) “...estão tirando de seus resultados...” (possessivo) [destacado: “seus”]
- C) “Se este for mesmo o caso...” (demonstrativo) [destacado: “este”]
- D) “...todos temos nossos compromissos...” (possessivo) [destacado: “nossos”]
- E) “...ocorre antes de estarmos cientes dela.” (possessivo) [destacado: “dela”]
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 10 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Pensando livremente sobre o livre arbítrio
Marcelo Gleiser
Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a seguir.
- A) Em “Em quem vou votar na próxima eleição?”, funciona como objeto indireto. [destacado: “Em quem”]
- B) Em “...ligada na sua essência ao controle...” funciona como objeto indireto. [destacado: “ao controle”]
- C) Em “Mesmo assim, me parece que existem...”, expressa contraste. [destacado: “Mesmo assim”]
- D) Em “Talvez a confusão sobre o livre arbítrio...”, expressa dúvida. [destacado: “Talvez”]
- E) Em “...estão mudando isso de forma radical...”, expressa modo. [destacado: “de forma radical”]
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 11 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Observando o calendário de 2014, observamos que o feriado de 21 de abril (Tiradentes) cai em uma segunda-feira. Sendo assim, em que dia da semana cairá o dia 9 de abril deste mesmo ano?
- A) Terça-feira.
- B) Quarta-feira.
- C) Quinta-feira.
- D) Sábado.
- E) Domingo.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 12 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Rafael recebeu um boleto para ser pago no próximo dia útil. Fazendo as contas, ele percebeu que possui apenas cinco oitavos de três sétimos do valor total do boleto, ou seja, ele possui apenas R$ 75,00. Qual é o valor total do boleto que Rafael deverá pagar?
- A) R$ 280,00.
- B) R$ 250,00.
- C) R$ 200,00.
- D) R$ 180,00.
- E) R$ 150,00.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 13 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Um professor de matemática passou dois trabalhos diferentes para seus alunos. Os alunos deveriam optar por fazer um dos dois trabalhos, mas os alunos que quisessem poderiam fazer os dois por uma questão de curiosidade que ele corrigiria. Sabendo que todos os alunos entregaram pelo menos um dos trabalhos, e que 80% fez o trabalho 1, e 60% fez o trabalho 2, quantos alunos fizeram os dois trabalhos?
- A) 10%.
- B) 20%.
- C) 30%.
- D) 40%.
- E) 50%.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 14 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Observe a sequência a seguir:
35; 42; 49; 56;...
Qual é o sétimo termo desta sequência?
- A) 63.
- B) 65.
- C) 70.
- D) 75.
- E) 77.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 15 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Qual é a negação de “Todos os alunos gostam de matemática”?
- A) Nenhum aluno gosta de matemática.
- B) Existem alunos que gostam de matemática.
- C) Existem alunos que não gostam de matemática.
- D) Pelo menos um aluno gosta de matemática.
- E) Apenas um aluno não gosta de matemática.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 16 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Com relação à contratação de pessoal pela EBSERH, assinale a alternativa correta.
- A) Não há necessidade de realização de concurso público.
- B) A EBSERH somente fará contratação mediante concurso público.
- C) A EBSERH fica autorizada a contratar, para fins de sua implantação, mediante processo seletivo simplificado, pessoal técnico e administrativo por tempo determinado.
- D) A EBSERH fica autorizada a contratar, para fins de sua implantação, mediante processo seletivo simplificado, pessoal técnico e administrativo sem determinação de tempo.
- E) A EBSERH não poderá, em qualquer hipótese, contratar mediante processo seletivo simplificado.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 17 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A EBSERH poderá prestar os serviços relacionados às suas competências mediante contrato com as instituições federais de ensino ou instituições congêneres. Para efeitos da Lei 12.550/2011, consideram-se instituições congêneres
- A) as instituições públicas e privadas que desenvolvam atividades de ensino e de pesquisa na área da saúde e que prestem serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
- B) as instituições públicas e privadas que desenvolvam atividades de ensino e de pesquisa na área da saúde e que prestem serviços no âmbito dos planos privados de assistência à saúde.
- C) as instituições privadas que desenvolvam atividades de ensino e de pesquisa na área da saúde e que prestem serviços no âmbito dos planos privados de assistência à saúde.
- D) as instituições públicas que desenvolvam atividades de ensino e de pesquisa na área da saúde e que prestem serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
- E) as instituições públicas que desenvolvam atividades de ensino e de pesquisa na área da saúde e que prestem serviços no âmbito dos planos privados de assistência à saúde.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 18 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Assinale a alternativa INCORRETA. O Conselho Consultivo da EBSERH tem as finalidades de
- A) apoio ao Conselho de Administração.
- B) apoio ao Conselho Fiscal.
- C) apoio à Diretoria Executiva.
- D) controle social.
- E) consulta.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 19 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A EBSERH é empresa pública unipessoal, vinculada ao
- A) Ministério da Defesa.
- B) Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
- C) Ministério da Educação.
- D) Ministério da Previdência Social.
- E) Ministério da Saúde.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 20 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Assinale a alternativa INCORRETA. Compete ao Conselho de Administração
- A) admitir, promover, punir, dispensar e praticar os demais atos compreendidos na administração de pessoal, de acordo com as normas e critérios previstos em lei e aprovados pela Diretoria, podendo delegar esta atribuição no todo ou em parte.
- B) fixar as orientações gerais das atividades da EBSERH.
- C) aprovar o regimento interno da EBSERH e suas alterações supervenientes, que deverá conter, dentre outros aspectos, a estrutura básica da empresa e os níveis de alçada decisória da Diretoria e do Presidente, para fins de aprovação de operações.
- D) deliberar sobre alteração do capital e do estatuto social da EBSERH.
- E) autorizar a aquisição, alienação e a oneração de bens imóveis e valores mobiliários.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 21 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Conforme a Resolução 453/2012, os Conselhos de Saúde são
- A) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e privadas e na administração da saúde.
- B) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde.
- C) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde e da assistência social.
- D) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde e da previdência social.
- E) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e privadas e na administração da saúde e da assistência social.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 22 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
De acordo com a Constituição Federal, constituem objetivos da seguridade social, EXCETO
- A) universalidade da cobertura e do atendimento.
- B) seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços.
- C) equidade na forma de participação no custeio.
- D) diferenciação dos benefícios e serviços em relação às populações urbanas e às populações rurais.
- E) diversidade da base de financiamento.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 23 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
De acordo com o Decreto 7.508/2011, os serviços de saúde específicos para o atendimento da pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial, denominam-se
- A) Portas de Entrada.
- B) Serviços Especiais de Acesso Primário.
- C) Serviços Especiais de Acesso Aberto.
- D) Atenção Primária.
- E) Atenção Psicossocial.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 24 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Parte dos recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal. Conforme a Lei 8.142/1990, referidos recursos serão destinados
- A) pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.
- B) pelo menos cinquenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.
- C) pelo menos sessenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.
- D) pelo menos setenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios.
- E) pelo menos cinquenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 25 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
De acordo com a Lei 8.080/1990, sobre a participação complementar, assinale a alternativa INCORRETA.
- A) Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada.
- B) A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou convênio, observadas, a respeito, as normas de direito público.
- C) As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS).
- D) Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.
- E) Os proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados deverão necessariamente exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde (SUS).
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 26 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Homem de 56 anos, etilista há 10 anos, chega ao hospital com vômito, dor epigástrica, perda de peso, febre e desconforto abdominal ao ingerir alimentos. Devido à alta ingestão alcoólica, o médico suspeitou de cirrose e solicitou prova de função hepática. Assinale a alternativa que aponta os exames realizados neste caso.
- A) Dosagem de Glicose, Amilase, LDH, Bilirrubinas e CK.
- B) Dosagem de Transaminases, LDH, Bilirrubinas e Troponina.
- C) Dosagem de Amilase, CK, CK – MB, Bilirrubinas e Troponina.
- D) Dosagem de transaminases, Bilirrubinas, Fosfatase alcalina e Gama – GT.
- E) Dosagem de Fosfatase alcalina, CK, CK – MB e Glicose.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 27 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Imunoensaio é um método muito utilizado para dosagem de hormônios, e tem como princípio
- A) a migração de uma molécula carregada sob a influência de um campo elétrico.
- B) uma reação imunológica in vitro entre antígeno e anticorpo.
- C) a amplificação da molécula de hormônio por reação em cadeia da polimerase.
- D) uma reação de precipitação da molécula com alteração de cor do composto marcado.
- E) uma reação de migração de dois componentes de uma mistura, formada por duas fases imiscíveis: uma fase móvel e uma estacionária.
Ver gabarito e comentário
Gabarito oficial: B
O imunoensaio se baseia numa reação imunológica in vitro entre antígeno e anticorpo, com sinal gerado por um marcador.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 28 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A eletroforese de hemoglobina é utilizada para detecção de hemoglobinopatias. Assinale a alternativa que indica para que serve o emprego da eletroforese em Agar ácido.
- A) A eletroforese em Agar ácido é específico para diferenciar alguns tipos de hemoglobinas mais lentas do que a Hb A.
- B) A eletroforese em Agar ácido é utilizada para identificar as hemoglobinas normais e grande parte das variantes.
- C) A eletroforese em Agar ácido é específica para diferenciar alguns tipos de hemoglobinas com propriedades diferentes de solubilidade.
- D) A eletroforese em Agar ácido é utilizada para identificar as variações nas frações e diferenciar as paraproteínas.
- E) A eletroforese em Agar ácido é específica para identificar as variações de izoenzimas que representam a expressão de alguns tipos de hemoglobinas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 29 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Uma paciente de 45 anos ingressa na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital. Apresenta-se em hiperventilação, sua gasometria arterial é: pH= 7,10; PaCO2= 20 mmHg; HCO3=18,5 mEq/l; BE= -3,7 mEq/l; PaO2= 42 mmHg; SaO2= 92% e glicemia de 800 mg;dl. Como tratamento, foi administrado bicarbonato endovenoso e observou-se melhora da hiperventilação. Analise os dados fornecidos e assinale a alternativa correta.
- A) A paciente estava em um quadro de alcalose respiratória. Após normalização do pH com a administração do bicarbonato, a tendência da hiperventilação é normalizar.
- B) A paciente é diabética e estava em um quadro de alcalose metabólica. A hiperventilação melhorou após a administração do bicarbonato, pois o mesmo reduz o pH auxiliando no equilíbrio ácido – base.
- C) A paciente estava em um quadro de acidose metabólica com tentativa de correção pela hiperventilação. Após a administração de bicarbonato, a hiperventilação melhorou pela provável normalização do pH sanguíneo.
- D) A paciente é diabética e estava em um quadro de acidose respiratória devido à hiperglicemia.
- E) A paciente estava em um quadro de acidose metabólica sem mecanismo de correção, por isso, foi administrado bicarbonato que ajudou na hiperventilação que se encontrava alterada devido à hiperglicemia.
Ver gabarito e comentário
Gabarito oficial: C
Acidose metabólica (cetoacidose diabética) com hiperventilação compensatória; o bicarbonato corrige o pH e alivia o estímulo respiratório.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 30 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Analisando a seguinte gasometria arterial: pH= 7,50; PaCO2= 38 mmHg; HCO3=30 mEq/l; BE= +5 mEq/l; PaO2= 75 mmHg; SaO2= 94%, podemos afirmar que
- A) demonstra uma acidose mista.
- B) demonstra uma acidose respiratória.
- C) demonstra uma alcalose respiratória.
- D) demonstra uma acidose metabólica.
- E) demonstra uma alcalose metabólica.
Ver gabarito e comentário
Gabarito oficial: E
pH 7,50 com HCO3- alto (30) e PaCO2 normal (38): alcalose metabólica sem compensação respiratória.
Ver o comentário completo, alternativa por alternativa, no app →
Questão 31 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Assinale a alternativa com a correta definição de radicais livres.
- A) Os radicais livres são moléculas polares com compartilhamento desigual de elétrons entre o átomo de oxigênio e hidrogênio.
- B) Os radicais livres são espécies químicas que têm um único elétron não pareado em um orbital externo.
- C) Os radicais livres são moléculas que apresentam a característica de possuírem uma região hidrofílica, e uma região hidrofóbica.
- D) Os radicais livres são substâncias químicas que contêm em sua estrutura carbono e hidrogênio, e, em geral, possuem grande massa molecular devido às suas grandes quantidades de átomos.
- E) Os radicais livres são substâncias constituídas por cátions originados de uma base e ânions originados de um ácido. Portanto, podemos concluir que são considerados compostos iônicos.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 32 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Uma mulher de 23 anos chega ao laboratório para realização de alguns exames, ela informa durante a coleta que é portadora de anemia falciforme. Dos exames solicitados, um deles foi o hemograma. Assinale a alternativa que aponta uma comum característica encontrada em um hemograma de um paciente com tal patologia.
- A) Presença de ovalocitose.
- B) Presença de eliptócitos.
- C) Presença de células em alvo.
- D) Presença de drepanócitos.
- E) Presença de bastonetes de Auer.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 33 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Um rapaz de 28 anos foi hospitalizado devido a uma série de sintomas, como perda de peso, vômitos, fraqueza muscular, irritabilidade e palidez. Ele informou que trabalhava em uma fábrica de tubos de ferro como soldador e utilizava chumbo nas soldagens. Suspeitando de intoxicação por chumbo, o médico solicitou, dentre os exames, um hemograma. Qual das alternativas a seguir demonstra uma importante característica encontrada em um hemograma de um paciente com este quadro?
- A) Ponteado basófilo.
- B) Eritroblastos.
- C) Poiquilocitose.
- D) Corpos de Howell-Jolly.
- E) Dacriócitos.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 34 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Corpos de Pappenheimer ou siderócitos são agregados de ribossomos encontrados em hemogramas em casos de anemia sideroblástica. Assinale a alternativa que aponta qual coloração é necessária para visualização deste achado.
- A) Coloração de Giemsa.
- B) Coloração de May Grunwald.
- C) Coloração com azul da Prússia.
- D) Coloração laranja de metila.
- E) Coloração com azul de Metileno.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 35 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Na urticária crônica são encontrados autoanticorpos funcionais contra IgE aderidos a basófilos e mastócitos cutâneos. A presença destes anticorpos pode ser avaliada in vivo através de um teste cutâneo. Assinale a alternativa que aponta qual é este teste.
- A) Teste de aglutinação direta (TAD).
- B) Teste com soro de Mantoux.
- C) Teste do Soro Cruzado (TSC).
- D) Teste Intradérmico com plasma (TIP).
- E) Teste do Soro Autólogo (TSA).
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 36 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
As doenças autoimunes são um tipo de desordem imunológica em que o organismo não reconhece os antígenos dos tecidos ou substâncias do próprio organismo e os ataca. São exames laboratoriais que auxiliam no diagnóstico de doenças autoimunes, EXCETO
- A) Células LE.
- B) Dosagem de C5.
- C) Anticardiolipina.
- D) Dosagem de CD4.
- E) Fator Anti-núcleo (FAN).
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 37 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Policitemia Vera é uma afecção mieloproliferativa. Assinale a alternativa que aponta um importante achado laboratorial desta patologia.
- A) Predomínio de linfoblastos, com aumento absoluto na massa leucocitária.
- B) Predomínio de precursores eritroides, com aumento absoluto na massa eritrocitária.
- C) Predomínio de mieloblastos, com aumento absoluto na massa leucocitária.
- D) Predomínio de mieloblastos, com presença acentuada de anemia.
- E) Predomínio de monoblastos, com redução na massa eritrocitária.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 38 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Referente à análise microbiológica da água, assinale, dentre os meios de culturas descritos a seguir, a alternativa que aponta o mais indicado para a análise da água.
- A) Ágar Nutriente (NA).
- B) Ágar Löwenstein-Jensen (LJ).
- C) Ágar Saboraud (AS).
- D) Ágar Regan-Lowe (RL).
- E) Ágar Cystine Lactose Electrolyte Deficient (CLED).
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 39 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A AIDS é uma síndrome causada pelo vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana). Em relação às características desse vírus, assinale a alternativa correta.
- A) É composto de DNA, possui a enzima transcriptase reversa, ataca os neutrófilos.
- B) É composto de RNA, possui a enzima transcriptase inversa, ataca as hemácias.
- C) É composto de DNA, possui a enzima transcriptase reversa, ataca os linfócitos T.
- D) É composto de RNA, possui a enzima transcriptase inversa, ataca os neutrófilos.
- E) É composto de RNA, possui a enzima transcriptase reversa, ataca os linfócitos T.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 40 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
As bactérias têm uma grande capacidade de adquirir resistência aos antimicrobianos por diferentes mecanismos de resistência. A enzima que produzida por uma bactéria confere resistência ao antimicrobiano Imipenem é chamada de
- A) Penicilinase.
- B) Imipelisina.
- C) Carbapenemase.
- D) Imipenemase.
- E) Betalactamase.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 41 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
No laboratório de microbiologia, chega uma secreção de orofaringe para identificação do microrganismo causador de amidalite de repetição. Assinale a alternativa que aponta a prova de triagem que seguramente difere estreptococos de estafilococos.
- A) Prova da oxidase.
- B) Prova da catalase.
- C) Prova da lactose.
- D) Prova de fermentação.
- E) Prova da coagulase.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 42 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Assinale a alternativa que indica o meio de cultura utilizado para identificar o crescimento de Staphilococcus aureus, pela fermentação deste meio contendo 7,5% de cloreto de sódio.
- A) Ágar Chocolate.
- B) Cled.
- C) Ágar Sangue.
- D) Manitol.
- E) Mc Conkey.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 43 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Um exame de urina EAS com nitrito positivo é indicativo de
- A) infecção causada por bactéria.
- B) cetoacidose diabética.
- C) insuficiência renal.
- D) síndrome urêmica.
- E) necrose tubular renal.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 44 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A acetona e o acetoacetato reagem com o nitroprussiato de sódio em presença de álcali para formar um complexo de cor púrpura. Este método permite identificar acetoacetato e acetona na urina. Assinale a alternativa que aponta qual é este método.
- A) Teste de Fouchet.
- B) Teste de Caraway.
- C) Teste de Rothera.
- D) Teste de Robert.
- E) Teste de Benedict.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 45 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Paciente com 34 anos, portador do vírus HIV, apresenta sintomas de insuficiência respiratória, e, devido à imunossupressão e o quadro clínico, o médico solicita um exame de sorologia para Paracoccidioidomicose. Assinale a seguir a alternativa que aponta qual é este exame.
- A) Radioimunoensaio.
- B) Teste de látex.
- C) Teste de Hodge.
- D) Pesquisa de IgE.
- E) Imunodifusão dupla em gel de ágar.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 47 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Das vidrarias mencionadas a seguir, assinale a alternativa com a vidraria que NÃO mede nem transporta volumes.
- A) Bureta.
- B) Pipeta.
- C) Almofariz.
- D) Proveta.
- E) Balão volumétrico.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 48 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
Paciente do sexo masculino chega ao laboratório com solicitação de exame bacterioscópico de secreção uretral para diagnóstico de gonorreia. Assinale a alternativa que indica qual o achado nesse exame caso seja positivo para essa patologia.
- A) Diplococos Gram negativos.
- B) Cocos Gram positivos.
- C) Bacilos Gram negativos.
- D) Bacilos Gram positivos.
- E) Diplococos Gram positivos.
Ver gabarito
Gabarito oficial: A
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 49 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
As reações antígeno-anticorpo, detectáveis através de reações enzimáticas, são características do seguinte exame:
- A) Aglutinação.
- B) Reação Linfocitária mista.
- C) RT – PCR.
- D) Precipitação.
- E) ELISA.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
Resolver esta e outras questões no app →
Questão 50 · AOCP · 2014 · EBSERH (HU-UFGD)
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pelo espiroqueta Treponema pallidum. Assinale a alternativa que apresenta o exame confirmatório para diagnóstico dessa patologia.
- A) Imunodifusão.
- B) FTA – ABS.
- C) Pesquisa de IgG e IgM.
- D) Teste de Strout.
- E) Hemaglutinação.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
Resolver esta e outras questões no app →
Treinar com as provas da AOCP no app