O concurso Prefeitura de Timbaúba (PE) de 2024 teve prova para o cargo de Biomédico, organizada pela banca ADM&TEC. A prova tinha 40 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial.
O que caiu nas disciplinas específicas: Biologia Molecular e Genética (3), Citologia, Citopatologia e Histologia (2), Microbiologia (2), Urinálise e Líquidos Corporais (2), Parasitologia (2). Os temas mais cobrados foram Junções celulares, Mitocôndria, Diagnóstico molecular, Diagnóstico molecular da COVID-19, Microrganismos deteriorantes de alimentos.
Disciplinas gerais: Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico e Matemática (10), Legislação do SUS e Saúde Pública (7).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso Prefeitura de Timbaúba (PE) 2024 para Biomédico?
A banca foi ADM&TEC. Temos 6 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Prefeitura de Timbaúba (PE) 2024?
A prova teve 40 questões.
O que mais caiu na prova de Biomédico Prefeitura de Timbaúba (PE) 2024?
Nas específicas: Biologia Molecular e Genética (3), Citologia, Citopatologia e Histologia (2), Microbiologia (2), Urinálise e Líquidos Corporais (2). Temas mais cobrados: Junções celulares, Mitocôndria, Diagnóstico molecular.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Prefeitura de Timbaúba (PE) 2024?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso Prefeitura de Timbaúba (PE)?
Resolva esta e as outras provas da banca ADM&TEC, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como a Estratégia de Saúde da Família (ESF) atua na promoção da saúde preventiva e na melhoria da qualidade de vida?
- A) Priorizando intervenções curativas em detrimento de ações preventivas.
- B) Focando exclusivamente em tratamento de doenças agudas.
- C) Implementando ações integradas que envolvem prevenção, promoção e cuidado à saúde.
- D) Reduzindo a ênfase na participação da comunidade nas decisões relacionadas à saúde.
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Gabarito oficial: C
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Questão 2 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Uma equipe multiprofissional na Estratégia de Saúde da Família (ESF) é um importante aspecto da garantia integral da saúde da comunidade. Nesse sentido, como cada profissional contribui para a abordagem abrangente e integrada na atenção à saúde da comunidade?
- A) Médicos são os únicos necessários para uma equipe eficaz, pois lideram o tratamento de doenças.
- B) A diversidade de profissionais, como médicos, enfermeiros, assistentes sociais e odontólogos, fortalece a abordagem preventiva e holística.
- C) A equipe deve ser composta principalmente por especialistas em tratamento de doenças crônicas.
- D) A presença de profissionais de saúde mental não é essencial para uma equipe de ESF bem-sucedida
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Gabarito oficial: B
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Questão 3 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
No contexto da assistência ao paciente oncológico, como os profissionais de saúde podem contribuir para além do tratamento clínico, promovendo uma abordagem mais humanizada e integral?
- A) Priorizando exclusivamente os aspectos médicos do tratamento, sem considerar as necessidades emocionais do paciente.
- B) Integrando ações de suporte psicológico, assistência social e cuidados paliativos para melhorar a qualidade de vida do paciente.
- C) Limitando-se ao tratamento cirúrgico como principal modalidade de intervenção.
- D) Desconsiderando as necessidades familiares, concentrando-se apenas nas demandas individuais do paciente.
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Gabarito oficial: B
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Questão 4 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Qual é o papel das junções comunicantes celulares e como essas estruturas contribuem para a comunicação direta entre células em tecidos multicelulares?
- A) Atuam exclusivamente na comunicação hormonal entre órgãos distantes.
- B) Permitem a transferência direta de íons, moléculas pequenas e sinais elétricos entre células adjacentes.
- C) São responsáveis apenas pela adesão física entre as células, sem envolvimento na troca de informações bioquímicas.
- D) Limitam-se a células especializadas, não sendo relevantes em tecidos comum.
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Gabarito oficial: B
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Questão 5 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Qual é o papel crucial da mitocôndria nas células eucarióticas, e como suas características estruturais e funcionais contribuem para a produção de energia celular?
- A) As mitocôndrias são responsáveis apenas pelo armazenamento de informações genéticas nas células.
- B) A mitocôndria desempenha um papel secundário na síntese de proteínas celulares.
- C) Suas membranas internas, como as cristas, desempenham um papel importante na síntese de ácidos nucleicos.
- D) A mitocôndria é a principal organela responsável pela produção de ATP.
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Gabarito oficial: D
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Questão 6 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como a técnica de diagnóstico molecular contribui para a precisão no diagnóstico de doenças, e quais são os principais métodos utilizados nesse contexto?
- A) O diagnóstico molecular é limitado ao estudo de características morfológicas das células.
- B) A técnica de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) é exclusivamente utilizada para diagnóstico molecular.
- C) O diagnóstico molecular permite a análise de material genético, como DNA e RNA, proporcionando maior especificidade e sensibilidade no diagnóstico de doenças.
- D) A técnica de diagnóstico molecular não desempenha um papel significativo na medicina moderna.
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Gabarito oficial: C
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Questão 7 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como as técnicas de diagnóstico molecular têm sido empregadas no diagnóstico da COVID-19, e quais são as principais características dessas abordagens que as tornam eficazes na detecção do vírus?
- A) O diagnóstico molecular da COVID-19 não envolve técnicas específicas, sendo baseado apenas em sintomas clínicos.
- B) A técnica de PCR é exclusivamente utilizada para o diagnóstico molecular da COVID-19, sem variações.
- C) O diagnóstico molecular da COVID-19 envolve a detecção direta do material genético viral, como o RNA do SARS-CoV-2, por meio de técnicas como PCR em tempo real e RT-qPCR.
- D) As técnicas de diagnóstico molecular para a COVID-19 focam principalmente na análise de proteínas virais em amostras clínicas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 8 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os principais desafios relacionados à saúde dos adolescentes e como a abordagem integral e preventiva pode contribuir para promover um desenvolvimento saudável nessa faixa etária?
- A) Os desafios na saúde dos adolescentes estão restritos apenas a questões físicas, excluindo fatores emocionais e sociais.
- B) Abordagens preventivas não desempenham um papel significativo na promoção da saúde dos adolescentes.
- C) Questões como educação sexual, saúde mental, prevenção de doenças e hábitos saudáveis são fundamentais para abordar os desafios na saúde dos adolescentes.
- D) A saúde dos adolescentes não requer uma abordagem específica, sendo semelhante à saúde de outras faixas etárias.
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Questão 9 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os principais deveres que um paciente deve cumprir no contexto do cuidado com a saúde, e como o entendimento e o cumprimento desses deveres contribuem para uma relação mais eficaz entre o paciente e os profissionais de saúde?
- A) Os pacientes não têm deveres específicos, sendo responsabilidade exclusiva dos profissionais de saúde a gestão de sua condição.
- B) O único dever do paciente é seguir estritamente as prescrições médicas, independentemente das circunstâncias.
- C) Deveres do paciente incluem fornecer informações precisas sobre sua história clínica, aderir ao tratamento proposto, seguir orientações de estilo de vida saudável e comunicar de maneira aberta com os profissionais de saúde.
- D) A responsabilidade dos pacientes está limitada apenas ao pagamento de serviços de saúde, sem considerar outros compromissos ou responsabilidades no processo de cuidado.
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Questão 10 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os riscos associados aos contaminantes alimentares em alimentos enlatados e como as práticas de segurança alimentar podem mitigar esses riscos, garantindo a qualidade e a segurança do produto?
- A) Contaminantes em alimentos enlatados não representam riscos significativos para a saúde, uma vez que o processo de enlatamento elimina todos os microrganismos.
- B) Contaminantes em alimentos enlatados são inerentes ao processo e não podem ser mitigados por práticas de segurança alimentar.
- C) Riscos associados a contaminantes, como bactérias e metais pesados, podem ocorrer em alimentos enlatados, mas práticas rigorosas de higiene e controle de qualidade durante o processo de produção podem reduzir esses riscos.
- D) A qualidade de alimentos enlatados não é afetada por contaminantes, independentemente das práticas de segurança alimentar adotadas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 11 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os principais microrganismos responsáveis pela deterioração de alimentos e os riscos que representam para a segurança alimentar?
- A) A deterioração de alimentos é causada exclusivamente por bactérias, sem riscos para a saúde humana, e práticas de higiene não são essenciais na prevenção.
- B) Microrganismos como fungos, leveduras e bactérias podem causar a deterioração de alimentos, e alguns podem produzir toxinas prejudiciais à saúde.
- C) A deterioração de alimentos é principalmente causada por vírus, e práticas de segurança alimentar não têm impacto significativo na prevenção.
- D) A presença de microrganismos na deterioração de alimentos é uma ocorrência natural e inevitável, independentemente das práticas de manipulação e armazenamento.
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Gabarito oficial: B
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Questão 12 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quando realizado um exame de Urinálise, quais são os principais parâmetros avaliados e como as alterações nesses parâmetros podem fornecer informações sobre a saúde renal e outras condições do paciente?
- A) A Urinálise avalia apenas a cor e o odor da urina, sem fornecer informações relevantes sobre a saúde do paciente.
- B) Parâmetros como cor, odor, pH, densidade, presença de proteínas, glicose, células sanguíneas e cilindros são analisados na Urinálise. Alterações nesses parâmetros podem indicar problemas renais, metabólicos e outras condições de saúde.
- C) O exame de Urinálise se concentra apenas na presença de bactérias, ignorando outros parâmetros importantes.
- D) A cor da urina é o único parâmetro significativo na Urinálise, enquanto outros não têm relevância clínica.
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Gabarito oficial: B
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Questão 13 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
A presença de cristais de oxalato de cálcio na urina pode ser indicativa de diferentes condições de saúde. Quanto a presença desses cristais em um exame de Urinálise qual a alternativa correta?
- A) Cristais de oxalato de cálcio na urina são formados apenas por fatores genéticos, não havendo implicações clínicas relevantes.
- B) A formação de cristais de oxalato de cálcio está relacionada apenas à ingestão de certos alimentos, semimpacto na saúde renal. A orientação alimentar não é necessária.
- C) A presença de cristais de oxalato de cálcio na urina pode indicar condições como cálculos renais. A orientação adequada inclui a ingestão controlada de oxalatos na dieta, aumento da ingestão de líquidos e tratamento médico, se necessário.
- D) A presença de cristais de oxalato de cálcio na urina é exclusivamente associada à desidratação, e a solução é aumentar a ingestão de água, sem outras medidas necessárias.
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Questão 14 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como a biotecnologia tem impactado positivamente diversos setores, incluindo medicina, agricultura e meio ambiente? Discuta algumas aplicações específicas da biotecnologia e como essas inovações têm contribuído para avanços significativos em cada setor mencionado.
- A) A biotecnologia é restrita apenas à produção de medicamentos, sem relevância para a agricultura e o meio ambiente.
- B) A biotecnologia tem aplicação exclusiva na agricultura, não impactando a medicina ou o meio ambiente.
- C) A biotecnologia abrange uma variedade de aplicações, como a produção de medicamentos por meio de engenharia genética, o desenvolvimento de plantas transgênicas na agricultura e soluções para remediar a poluição ambiental.
- D) A biotecnologia tem contribuído apenas para a criação de organismos geneticamente modificados, sem benefícios significativos para a medicina e o meio ambiente.
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Questão 15 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quanto doença conhecida como Ascaridíase, uma infecção parasitária causada pelo nematoide Ascaris lumbricoide, assinale a alternativa correta.
- A) A Ascaridíase não apresenta sintomas clínicos evidentes, tornando difícil o diagnóstico precoce.
- B) A transmissão da Ascaridíase ocorre apenas por contato direto com fezes contaminadas. Medidas preventivas incluem o consumo de alimentos crus e mal lavados.
- C) Os sintomas comuns da Ascaridíase incluem dor abdominal, diarreia e perda de peso.
- D) A Ascaridíase é transmitida apenas por contato direto com uma pessoa infectada. Medidas preventivas eficazes incluem o isolamento dos indivíduos diagnosticados.
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Questão 16 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), qual é o tratamento padrão recomendado para a amebíase e como a abordagem terapêutica contribui para a eficácia no controle dessa infecção parasitária?
- A) O tratamento da amebíase no SUS é exclusivamente cirúrgico, não envolvendo o uso de medicamentos.
- B) A abordagem terapêutica para amebíase no SUS inclui principalmente antibióticos de amplo espectro, sem considerar a sensibilidade do parasita.
- C) O tratamento padrão para amebíase no SUS envolve medicamentos antiparasitários, como o metronidazol ou tinidazol, que atuam especificamente no combate ao protozoário Entamoeba histolytica.
- D) Não há um protocolo padrão de tratamento para amebíase no SUS, deixando a escolha dos medicamentos a critério dos profissionais de saúde.
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Questão 17 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como as políticas de assistência à mulher abordam as desigualdades de gênero no acesso à saúde e quais são as estratégias para superar barreiras específicas que afetam grupos marginalizados, como mulheres de baixa renda, negras ou LGBTQIA+?
- A) As políticas não consideram as desigualdades de gênero no acesso à saúde, tratando todas as mulheres de maneira uniforme.
- B) Estratégias específicas para grupos marginalizados não são contempladas nas políticas de assistência à mulher.
- C) As políticas buscam reconhecer e combater as desigualdades de gênero no acesso à saúde, implementando ações específicas para grupos marginalizados, como melhoria do acesso a contraceptivos e atendimento inclusivo.
- D) As políticas de assistência à mulher ignoram as barreiras específicas enfrentadas por grupos marginalizados, focando apenas em questões genéricas de saúde.
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Questão 18 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os principais objetivos das políticas de assistência à mulher na área da saúde e como essas políticas visam garantir o acesso equitativo a serviços de qualidade, promover a autonomia e prevenir a violência de gênero?
- A) As políticas de assistência à mulher se concentram apenas na prevenção de doenças ginecológicas, não abordando questões relacionadas à autonomia e violência de gênero.
- B) O principal objetivo das políticas é apenas garantir a disponibilidade de serviços obstétricos, sem considerar a promoção da autonomia e a prevenção da violência.
- C) As políticas buscam assegurar o acesso à saúde reprodutiva, prevenir a violência contra a mulher, promover a autonomia nas decisões de saúde e garantir serviços de qualidade em todas as fases da vida.
- D) As políticas de assistência à mulher não abrangem a prevenção da violência de gênero, concentrando-se apenas na gravidez e no parto.
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Gabarito oficial: C
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Questão 19 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Quais são os principais critérios utilizados em Bromatologia para avaliar a qualidade de alimentos e como esses critérios podem ser aplicados na rotulagem de produtos alimentícios?
- A) A Bromatologia não desempenha um papel significativo na avaliação da qualidade de alimentos.
- B) A única preocupação em Bromatologia é a avaliação do sabor dos alimentos.
- C) Critérios em Bromatologia incluem a análise de nutrientes como proteínas, lipídios e carboidratos, bem como a detecção de contaminantes.
- D) A rotulagem de produtos alimentícios é baseada exclusivamente na aparência dos alimentos, sem considerar sua composição nutricional.
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Questão 20 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Como os vírus diferem de outros microorganismos, como bactérias e fungos, e quais são as principais características que os tornam únicos?
- A) Vírus são microorganismos semelhantes a bactérias, não apresentando diferenças significativas.
- B) Vírus são compostos principalmente por células eucarióticas, tornando-os semelhantes a fungos.
- C) Vírus são agentes infecciosos intracelulares que dependem de células hospedeiras para se reproduzirem, diferenciando-se de bactérias e fungos.
- D) A virologia não tem relevância na prevenção e tratamento de doenças, pois as infecções virais são inevitáveis e não podem ser controladas.
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Questão 21 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
De acordo com esse texto,
- A) Os pais de hoje têm dificuldade de dizer não aos filhos.
- B) As crianças de antigamente não manifestavam depressão e ansiedade.
- C) As crianças que têm tudo tem menos tendência de ter depressão e ansiedade.
- D) Os pais de antigamente sabiam criar melhor seus filhos.
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Gabarito oficial: A
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Questão 22 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual dos trechos abaixo o vocábulo sublinhado “NÃO” se classifica como substantivo?
- A) “Aquelas crianças de antigamente, [...], já tinham um ‘não’ para tudo [...]” (4º parágrafo)
- B) “Os pais, [...], raramente dizem ‘não’ às suas crias [...]” (5º parágrafo)
- C) “Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos ‘sins’, receber “nãos” (6º parágrafo)
- D) “Assim, [...], não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado.” (8º parágrafo)
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Questão 23 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Qual é o sentido que a palavra “como”, sinalizada no terceiro e no último parágrafos do texto, atribui, respectivamente, aos enunciados em que ocorre?
- A) Conformidade e causa.
- B) Exemplificação e conformidade.
- C) Comparação e exemplificação.
- D) Causa e exemplificação.
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Questão 24 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Observe o emprego da palavra “mas” nos excertos abaixo.
I. “Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, ‘rindo a bandeiras despregadas’.” (1º parágrafo)
II. “[...] não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer.” (2º parágrafo)
III. “Só que a vida não é feita só de ‘sins’, mas também de ‘nãos’”. (5º parágrafo)
IV. “Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos.” (10º parágrafo)
Quais dessas ocorrências veiculam um sentido de adição?
- A) I e II.
- B) III e IV.
- C) I, II e IV.
- D) I, II, III e IV.
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Gabarito oficial: B
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Questão 25 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Quais são, respectivamente, os referentes do pronome relativo QUE em destaque nos parágrafos 7º e 9º?
- A) “os filhos” e “pais”.
- B) “esforços” e “super-heróis”.
- C) “os consumidores desses esforços” e “seres humanos”.
- D) “desses esforços” e “super-heróis”.
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Gabarito oficial: C
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As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Dentre as ocorrências da vogal “O” identificadas entre colchetes no quinto parágrafo do texto, quantas pertencem à classe dos artigos?
- A) 2
- B) 4
- C) 5
- D) 7
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Gabarito oficial: C
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As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Como se classifica o sujeito do verbo grifado no trecho “Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida.” (4º parágrafo)?
- A) Simples.
- B) Composto.
- C) Elíptico.
- D) Indeterminado.
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Questão 28 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual dos trechos a seguir a palavra grifada é um advérbio?
- A) “[...] a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a “eternidade”. (1º parágrafo)
- B) “É claro que vivíamos situações “estressantes” [...]” (2º parágrafo)
- C) “[...] não cometa o erro de acreditar que eles fizeram “tudo” errado.” (8º parágrafo)
- D) “[...] seu filho precisa “mesmo” é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado.” (9º parágrafo)
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Gabarito oficial: D
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Questão 29 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual tempo e modo verbal a maior parte dos verbos do excerto abaixo se encontra conjugada? “Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um ‘Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim’. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos.” (4º parágrafo)
- A) Pretérito perfeito do indicativo.
- B) Pretérito imperfeito do indicativo.
- C) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
- D) Pretérito imperfeito do subjuntivo.
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Gabarito oficial: B
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Questão 30 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
As crianças, as frustrações e o suicídio Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo. Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida. Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos. Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos. Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa! Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida. Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso. Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos. Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio. E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentime ntal/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Ao longo do texto, foram inseridas quatro lacunas, que devem ser preenchidas com uma das escritas dos porquês da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que apresenta a forma adequada do porquê para tais espaços.
- A) PORQUE
- B) POR QUE
- C) PORQUÊ
- D) POR QUÊ
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Gabarito oficial: A
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Questão 31 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
A partir do resultado da expressão numérica, aplique o método de truncamento, e assinale a alternativa que apresente a metade do valor encontrado.
2² + 3 · (7/2 − 0,8) ∗ 5² − 2/3
- A) 105
- B) 150
- C) 102,5
- D) 105,8
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Gabarito oficial: C
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Questão 32 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Luiz cumpriu fechou um importante projeto e recebeu um aumento salarial. Seu salário era de R$ 3.250,00 e, após o aumento, passou a ser de R$ 3.548,00. Qual o percentual de aumento que Luiz recebeu? Obs.: Considere a resposta com duas casas decimais sem arredondamento.
- A) 9,26
- B) 9,16
- C) 8,99
- D) 9,31
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Gabarito oficial: B
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Questão 33 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Na cidade A existe uma grande praça triangular formada por três edifícios. O Edifício Alfa está localizado a 30 metros ao norte do Edifício Beta. Uma linha reta de 50 metros conecta o Edifício Beta ao Edifício Gama. Se o ângulo entre as linhas que conectam os Edifícios Alfa e Beta e os Edifícios Beta e Gama é de 90 graus, qual é a área do triângulo formado pelos três edifícios?
- A) 750 m²
- B) 1500 m²
- C) 500 m²
- D) 800 m²
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Gabarito oficial: A
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Questão 34 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Considere um trapézio com área igual a 40,5 cm². Qual a altura deste trapézio sabendo que as medidas de sua base maior e menor são, respectivamente, 11,5 cm e 4,7 cm?
- A) 8,1 cm
- B) 4 cm
- C) 5 cm
- D) 5,2 cm
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Gabarito oficial: C
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Questão 35 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Ana aplicou o bônus anual que recebeu de sua empresa, no valor de R$ 3.300,00, em uma aplicação de juros simples à uma taxa de 4% a.m. por um período de 5/6 de um ano. Qual o montante final desta aplicação?
- A) R$ 6.600,00
- B) R$ 3.960,00
- C) R$ 1.320,00
- D) R$ 4.620,00
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Gabarito oficial: D
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Questão 36 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Na sala do Professor Miguel, tem 4 alunos de recuperação, e o processo é baseado em dois trabalhos e ao final a média dos dois é computada para o resultado final do aluno. Considerando as informações abaixo com as notas de cada trabalho de cada aluno, qual será a média final deste grupo de recuperação?
Nome do aluno: Enzo | Gael | Lucas | Théo
Nota Trabalho 1: 6,2 | 5,8 | 7,1 | 8
Nota Trabalho 2: 7,3 | 7,5 | 7,3 | 7,5
- A) Aproximadamente 8,1
- B) Aproximadamente 7,08
- C) Aproximadamente 6,77
- D) Aproximadamente 7,4
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Gabarito oficial: B
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Questão 37 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Considere a medida de 145 metros, qual é a metade deste valor convertida para hectômetro(hm)?
- A) 0,0725 hm
- B) 1,45 hm
- C) 0,0145 hm
- D) 0,725 hm
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Gabarito oficial: D
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Questão 38 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Considere um seriado com episódios de 39 minutos de duração, quantos episódios inteiros serão possíveis de assistir em 48horas considerando uma situação em que a pessoa deste caso parou uma hora para almoçar e uma hora para jantar em cada dia, e que não houve pausa para dormir.
- A) 73 episódios
- B) 67 episódios
- C) 74 episódios
- D) 68 episódios
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Gabarito oficial: B
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Questão 39 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Para uma festa na piscina foram disponibilizadas jarras de 2litros para a distribuição de cada suco. O suco de maracujá ocupou 3/4 da capacidade da uma jarra, o suco de pêssego encheu 5/6 de outra jarra e o suco de limão preencheu 1/2 do espaço da jarra. Sabendo que foram consumidos 1/3 do suco de maracujá, 1/4 do suco de pêssego e 3/8 do suco de limão, quantos litros de cada tipo de suco sobraram após a festa?
- A) 1L de maracujá, 1,2L de pêssego e 0,625L de limão
- B) 0,5L de maracujá, 0,4L de pêssego, 0,375 de limão
- C) 1,5L de maracujá, 1,6L de pêssego, 1L de limão
- D) 0,5L de maracujá, 0,4L de pêssego, 1L de limão
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Gabarito oficial: A
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Questão 40 · ADM&TEC · 2024 · Prefeitura de Timbaúba (PE)
Juliana está comprado os materiais para a volta às aulas de seus 2 filhos. Ontem, fazendo um levantamento de preços encontrou a loja A com os seguintes valores: - Caderno – Valor unitário de R$ 7,85 - Caneta – Valor unitário de R$ 5,30 - Cola – Valor unitário de R$ 3,90 Hoje, ao sair para uma nova consulta, encontrou a loja B, em que todos os itens estão 2% mais barato, e na compra de 2 cadernos, 2 canetas e duas colas, a vendedora lhe deu um desconto de 5%. Quanto Juliana irá pagar nesta compra na loja B?
- A) Aproximadamente R$ 33,40
- B) Aproximadamente R$ 34,10
- C) Aproximadamente R$ 31,73
- D) Aproximadamente R$ 30,51
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Gabarito oficial: C
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