O concurso Pref. Lagoa do Ouro-PE de 2015 teve prova para o cargo de Biomédico/Citopatologista, organizada pela banca ADM&TEC. A prova tinha 30 questões. Abaixo estão todas as questões com o gabarito oficial definitivo.
O que caiu nas disciplinas específicas: Hematologia (3). Os temas mais cobrados foram Morfologia eritrocitária e leucopenia, Leucograma e anemias, Índices hematimétricos e leucopenias.
Disciplinas gerais: Legislação do SUS e Saúde Pública (17), Língua Portuguesa (10).
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Perguntas frequentes
Qual foi a banca do concurso Pref. Lagoa do Ouro-PE 2015 para Biomédico?
A banca foi ADM&TEC. Temos 6 provas de Biomédico dessa banca no nosso banco.
Quantas questões teve a prova de Biomédico do concurso Pref. Lagoa do Ouro-PE 2015?
A prova teve 30 questões.
O que mais caiu na prova de Biomédico Pref. Lagoa do Ouro-PE 2015?
Nas específicas: Hematologia (3). Temas mais cobrados: Morfologia eritrocitária e leucopenia, Leucograma e anemias, Índices hematimétricos e leucopenias.
Onde encontro a prova e o gabarito do concurso Pref. Lagoa do Ouro-PE 2015?
Nesta página estão todas as questões com o gabarito oficial. No app do Concurso Biomédico dá para resolver a prova, marcar as respostas e ver o desempenho.
Como estudar para o próximo concurso Pref. Lagoa do Ouro-PE?
Resolva esta e as outras provas da banca ADM&TEC, comece pelas disciplinas que mais caem (Bioquímica Clínica, Microbiologia, Hematologia) e leia os comentários das questões que errar. Quando sair um novo edital, ele aparece na nossa página de concursos abertos.
Questões da prova com gabarito
Questão 1 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Estomatócitos são eritrócitos cuja membrana retraiu-se em cúpula; distendidos na lâmina, a concavidade unilateral é vista como uma fenda encurtada. A estomatocitose é geralmente um artefato de preparação das zonas delgadas da distensão de sangue; há estomatócitos nas doenças hepáticas e no sangue do recém nascido.
II. Esquizócitos são pedaços de eritrócitos, unidos pelo trauma; podem ser triangulares, em meia lua, etc. Tem curta sobrevida no sangue. Indicam presença de hemólise, anemia megaloblástica, queimaduras graves.
III. Células-alvo são eritrócitos mais delgados que o normal (leptócitos), e que, quando corados, exibem uma borda periférica de hemoglobina com uma área central escura, contendo hemoglobina. São encontradas em caso de obstrutiva, em qualquer tipo de anemia hipocrômica, sobretudo na talassemia.
IV. São causas de neutropenia infecções bacterianas como febre tifóide, brucelose.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 2 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Trazer a Educação Popular para o SUS não significa muito para sua construção, haja vista que o saber instituído pelas áreas médicas e de saúde são suficientes para atender à população.
II. A Educação Popular mostra-se como um dispositivo de crítica social e das situações vivenciadas por indivíduos, grupos e movimentos, permitindo a visão de fragmentos que estavam invisíveis e ideologias naturalizadas como realidades, favorecendo a liberação de pensamentos e de atos ativos de mudança social.
III. A Educação em Saúde e a Educação Popular em Saúde não estão pautadas na cogestão.
IV. Educação Popular é o mesmo que educação informal. Assim sendo, aplica-se o mesmo entendimento para a saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: B
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Questão 3 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. O sistema que contém informações de casos de doenças, como casos suspeitos e confirmados de raiva, cólera e doença meningocócica, por exemplo, é o SINAN.
II. O e-SUS/AB veio para integrar informações, assim, outros sistemas como o SISHIPERDIA foi substituído pelo mesmo.
III. O mau preenchimento de variáveis nos sistemas de informações em saúde não se apresenta como fator limitante destes.
IV. O indicador Mortalidade proporcional por idade em menores de 1 ano de idade pode ser calculado tendo como fontes os Sistemas de Informações sobre Nascidos Vivos e de Mortalidade (SINASC e SIM).
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 4 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, é objetivo do SUS: a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
II. Pela Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico não estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS).
III. Na Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 discorre-se sobre a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja composição e regimento são definidos em regulamento, e contará com a participação de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde e de 2 (dois) representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina.
IV. A Lei não aborda sobre Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: B
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Questão 5 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. O conceito de momento, formulado por Matus, foi para superar a ideia de etapas estanque. Sua ideia relaciona-se com a dinamicidade dos processos de planejamento, havendo permanente interação de seus momentos e pela constante retomada dos mesmos.
II. Matus defende que dirigentes que planejam a ideia de sejam parte da realidade planejada, coexistindo com outros atores, que também planejam nessa mesma realidade, o que requer diálogo e interação.
III. O Planejamento estratégico situacional é dividido por 3 momentos: explicativo; o normativo prescritivo e o estratégico.
IV. Uma característica importante do planejamento normativo é o destaque da importância da política e da intervenção dos diferentes atores sociais.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 6 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Sobre a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, pode-se afirmar que a iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.
II. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades: alimentação e nutrição, vigilância sanitária e farmacoepidemiologia, recursos humanos, ciência e tecnologia e saúde do trabalhador.
III. Compete à gestão municipal do SUS: gerir laboratórios de saúde pública e hemocentros.
IV. A Comissão Intergestores Bipartite envolve apenas os entes federais e estaduais.
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- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: D
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Questão 7 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. O desenvolvimento de ações de educação em saúde é de uma perspectiva dialógica, emancipadora, participativa, criativa e que contribua para a autonomia do usuário.
II. O planejamento participativo é quando a população, junto com a equipe de saúde, discute seus problemas e encontra as soluções para as suas reais necessidades. Esta forma de planejar aproxima-se mais da proposta da educação para a participação nas ações de saúde.
III. É preciso repensar a Educação em Saúde na perspectiva da participação social, compreendendo que as verdadeiras praticas educativas somente tem lugar entre sujeitos sociais e, desse modo, deve estar presente nos processos de educação permanente para o controle social, de mobilização em defesa do SUS e como tema relevante para os movimentos sociais que lutam em prol de uma vida digna.
IV. Desde o início dos anos 90, profissionais de saúde organizaram a Rede de Educação Popular em Saúde, com o intuito de fortalecer o debate sobre as relações educativas nos serviços sanitários.
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- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: E
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Questão 8 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Para entender a evolução das políticas de saúde no Brasil, faz-se importante entender o seu percurso, atrelado às políticas de seguro social, assim, com a criação da Lei Elói Chaves, em diante, havia, para os beneficiários da previdência, atendimento médico. Eentretanto, os Institutos de Aposentadoria e Pensão (IAPs) revelavam que os serviços de saúde tinham importância secundária e restrições, quanto à frequência de uso dos serviços, por exemplo.
II. Nos anos 1970, teve início um movimento social que clamava por novas políticas de saúde, pois o sistema brasileiro só garantia direitos àqueles que eram trabalhadores filiados ao Regime Geral da Previdência Social. Os demais cidadãos recebiam assistência à saúde pelas filantropias das Santas casas etc.
III. A criação da Lei Elói Chaves ocorreu em 1923 – sendo um marco assistencial as Caixas de Aposentarias e Pensões (CAP) em 1926.
IV. Sobre as Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAPs), afirma-se: todos os planos dos beneficiários forneciam a mesma assistência, não havendo diferença na assistência prestada, o que gerava insatisfações por algumas classes de trabalhadores que contribuíam mais em seus planos.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: D
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Questão 9 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. O Comprometimento com a referência e a contrarreferência, aumentando a resolução da urgência e emergência, provendo o acesso à estrutura hospitalar e a transferência segura, conforme a necessidade dos usuários, faz parte das diretrizes de implementação da Política Nacional de Humanização.
II. Em 2001, a humanização pela primeira vez aparece no nome de um Programa: Programa Nacional de Humanização do Atendimento Hospitalar (PNHAH).
III. Uma diretriz específica da Política Nacional de Humanização para as Urgências e Emergências, os pronto-socorros, os pronto-atendimentos etc; é acolher a demanda por meio de critérios de avaliação de risco, garantindo o acesso referenciado aos demais níveis de assistência.
IV. A valorização do trabalho não é uma diretriz da Política.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: D
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Questão 10 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo a Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990, a representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.
II. Pela Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990, os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como: cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
III. Pela Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990, os recursos para cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal, serão repassados de forma regular e automática para os Municípios, Estados e Distrito Federal, de acordo com os critérios previstos no art. 35 da referida Lei.
IV. As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio, aprovadas pelo respectivo conselho.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Questão 11 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Pela Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990, um resumo possível da função dos Conselhos de Saúde é: ser permanente, deliberativo, paritário, propositivo e controlador.
II. Pela Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990, o Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.
III. Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como: cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
IV. Para receber os recursos do Fundo Nacional de Saúde, os municípios não precisam contar com plano de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: D
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Questão 12 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Para entender a evolução das políticas de saúde no Brasil, faz-se importante entender a seu percurso atrelado às políticas de seguro social. Sendo assim, em 1923, tinha-se o sistema de Caixas de Aposentadorias e Pensão (CAPs), cuja função era de prestar serviços de previdência, assistência médica e de fornecimento de medicamentos.
II. Em 1953 é criado o Ministério da Educação e Saúde Pública.
III. O Programa de Interiorização de Ações de Saúde e Saneamento (PIASS) tinha por objeto central dotar as comunidades do Nordeste - cidades, vilas e povoados - de uma estrutura básica e permanente de saúde pública capaz de contribuir na solução dos problemas médico-sanitários de maior reflexo social.
IV. As Ações Integradas de Saúde (AIS) não surgiram de convênios entre estados e municípios, nem custeadas por recursos transferidos diretamente da previdência social.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 13 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. Basófilos possuem grânulos relativamentes grandes corados em azul púrpura; liberam histamina (contribui para as respostas alérgicas dilatando e permeabilizando os vasos sanguíneos) e heparina (previne a coagulacão do sangue).
II. O leucograma corresponde a contagem global e específica dos leucócitos, representados pela leucometria e pelo estudo quantitativo e qualitativo dos glóbulos brancos. O quadro leucocitário que se apresentará após ser concluído o exame hematológico, permitirá ao médico tirar conclusões diagnósticas e prognósticas importantes.
III. Anemia é a diminuição da taxa de hemoglobina abaixo de níveis mínimos, ou seja, se estiver abaixo de 95% do intervalo de referência para idade, sexo e localização geográfica (altitude) do indivíduo.
IV. Eosinofilia é o aumento da concentração de eosinófilos no sangue. São causas de eosinofilia: eosinofilia repercutória e eosinofilia na condomia mielóide crônica.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: D
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Questão 14 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. A porção celular ou plasma é constituído de 91,5% de água que serve de solvente das substâncias orgânicas e minerais e ainda de veículo para as células, moléculas e íons. Os restantes 8% são formados por proteínas, sais e outros constituintes orgânicos em dissolução.
II. Os índices hematológicos ou hematimétricos são determinados a partir da contagem global dos eritrócitos, taxa de hemoglobina e determinação do hematócrito. Tais elementos, não deverão ser padronizados pelo laboratório, fornecendo-se sempre resultados na unidade de percentagem do normal.
III. São causas de eosinofilia as doenças alérgicas como eczema atópico, asma, rinite elérgica, urticária aguda.
IV. Artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico são causas de linfopenia.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 15 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Leia as afirmativas a seguir:
I. O mérito do Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011 não está no fato de trazer para o palco do SUS: a região de saúde, o mapa da saúde, a atenção primária como ordenadora do cuidado, entre outros.
II. O decreto 7.508 de 28 de junho de 2011 regulamenta a Lei
8.142, de 28 de dezembro de 1990.
III. A cada quatro anos, o Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).
IV. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011 os entes federativos não definirão, em relação às Regiões de Saúde, sobre o rol de ações e serviços que serão ofertados.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: A
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Questão 16 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Mãos visíveis do mercado Continua aberta a temporada das cobranças das doações de empresas de planos privados de saúde nas últimas eleições. O volume de recursos repassados em 2014 foi cinco vezes maior do que em 2010. Mas os valores repassados não são medidores adequados de mudanças que favorecem os negócios de empresários da saúde. A seleção dos destinatários das doações não é um ato de troca simples. A propensão à concordância prévia com a ampliação do mercado de planos privados certamente é um critério que orienta a escolha dos beneficiários de doações. Dentro das regras legais, a rota do dinheiro pode ser traçada para reeleger declarados defensores dos interesses privados, direcionar-se aos mais influentes ou à busca de novos aliados. O apoio financeiro dos planos auxiliou na eleição da presidente da República, três governadores, três senadores, quase 30 deputados federais e 25 estaduais. O jogo tem final incerto, outros 70 candidatos apoiados não foram eleitos. Contudo, o saldo dos investimentos na base política comprometida com a privatização parece ser muito positivo. O deputado Eduardo Cunha, do PMDB, presidente da Câmara e um dos beneficiados por doações dos planos, vem se notabilizando, entre outras atividades, por apresentar e aprovar normas que favorecem os negócios privados na saúde. A última delas, a proposta de emenda constitucional 451, obrigando todos os empregadores, de trabalhadores urbanos e rurais, a fornecerem planos privados de saúde, se refere à criação de um extenso mercado por decreto estatal. Desta vez, a proposta de alterar mais uma vez o texto sobre saúde da Constituição não veio embrulhada em medidas provisórias X-tudo, mas o feitio assertivo-autoritário, completamente desrespeitoso com os objetivos do SUS, é o mesmo das alterações antecedentes. Discordâncias sobre o SUS, em particular a respeito de sua efetivação, não são o mesmo que a imposição de doutrinas e políticas de saúde, não apresentadas aos contribuintes ou aos eleitores durante o processo eleitoral e comprovadamente fracassadas. Nenhum candidato, especialmente os que concorreram aos cargos majoritários, disse que ia acabar ou esvaziar a saúde pública. O SUS não tem e não terá lobby, fundamenta-se no voto de cada um. Os que poderiam se apresentar para o debate sobre o mais direito para uns que para outros, como centrais sindicais, entidades médicas e de profissionais de saúde e associações de moradores, estão ocupados com outros assuntos. O ajuste fiscal, Petrobras, salários, falência de cooperativas, tabelas de remuneração, transporte, moradia e negociações coletivas incluindo planos privados, deixam pouco espaço para a saúde pública. O silêncio, na realidade as dificuldades dos trabalhadores para participar de decisões, é interpretado como consentimento. Fica valendo o imediatismo, o ou isso ou aquilo, que um plano de saúde barato, com coberturas virtuais na mão, é muito melhor do que um SUS voando [continua]. BAHIA, Ligia. Mãos visíveis do mercado. O Globo. 16/03/2015 (disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida., acessado em 11 jul. 2015).
Com base no texto 'Mãos visíveis do mercado', leia as afirmativas a seguir:
I. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, no planejamento, não devem ser considerados os serviços e as ações prestados pela iniciativa privada, haja vista que o SUS é um serviço de caráter público e não deve se preocupar com o que a iniciativa privada oferta em seus serviços.
II. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, a humanização do atendimento do usuário será fator determinante para o estabelecimento das metas de saúde previstas no Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde.
III. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, o Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde conterá a seguinte disposição essencial: critérios de avaliação dos resultados e forma de monitoramento permanente.
IV. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, não é pactuado pelas Comissões Intergestores: aspectos operacionais, financeiros e administrativos da gestão compartilhada do SUS, de acordo com a definição da política de saúde dos entes federativos, consubstanciada nos seus planos de saúde, aprovados pelos respectivos conselhos de saúde.
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- B) Apenas uma afirmativa está correta.
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- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Questão 17 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Mãos visíveis do mercado Continua aberta a temporada das cobranças das doações de empresas de planos privados de saúde nas últimas eleições. O volume de recursos repassados em 2014 foi cinco vezes maior do que em 2010. Mas os valores repassados não são medidores adequados de mudanças que favorecem os negócios de empresários da saúde. A seleção dos destinatários das doações não é um ato de troca simples. A propensão à concordância prévia com a ampliação do mercado de planos privados certamente é um critério que orienta a escolha dos beneficiários de doações. Dentro das regras legais, a rota do dinheiro pode ser traçada para reeleger declarados defensores dos interesses privados, direcionar-se aos mais influentes ou à busca de novos aliados. O apoio financeiro dos planos auxiliou na eleição da presidente da República, três governadores, três senadores, quase 30 deputados federais e 25 estaduais. O jogo tem final incerto, outros 70 candidatos apoiados não foram eleitos. Contudo, o saldo dos investimentos na base política comprometida com a privatização parece ser muito positivo. O deputado Eduardo Cunha, do PMDB, presidente da Câmara e um dos beneficiados por doações dos planos, vem se notabilizando, entre outras atividades, por apresentar e aprovar normas que favorecem os negócios privados na saúde. A última delas, a proposta de emenda constitucional 451, obrigando todos os empregadores, de trabalhadores urbanos e rurais, a fornecerem planos privados de saúde, se refere à criação de um extenso mercado por decreto estatal. Desta vez, a proposta de alterar mais uma vez o texto sobre saúde da Constituição não veio embrulhada em medidas provisórias X-tudo, mas o feitio assertivo-autoritário, completamente desrespeitoso com os objetivos do SUS, é o mesmo das alterações antecedentes. Discordâncias sobre o SUS, em particular a respeito de sua efetivação, não são o mesmo que a imposição de doutrinas e políticas de saúde, não apresentadas aos contribuintes ou aos eleitores durante o processo eleitoral e comprovadamente fracassadas. Nenhum candidato, especialmente os que concorreram aos cargos majoritários, disse que ia acabar ou esvaziar a saúde pública. O SUS não tem e não terá lobby, fundamenta-se no voto de cada um. Os que poderiam se apresentar para o debate sobre o mais direito para uns que para outros, como centrais sindicais, entidades médicas e de profissionais de saúde e associações de moradores, estão ocupados com outros assuntos. O ajuste fiscal, Petrobras, salários, falência de cooperativas, tabelas de remuneração, transporte, moradia e negociações coletivas incluindo planos privados, deixam pouco espaço para a saúde pública. O silêncio, na realidade as dificuldades dos trabalhadores para participar de decisões, é interpretado como consentimento. Fica valendo o imediatismo, o ou isso ou aquilo, que um plano de saúde barato, com coberturas virtuais na mão, é muito melhor do que um SUS voando [continua]. BAHIA, Ligia. Mãos visíveis do mercado. O Globo. 16/03/2015 (disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida., acessado em 11 jul. 2015).
Com base no texto 'Mãos visíveis do mercado', leia as afirmativas a seguir:
I. Com a análise do texto, e levando em consideração a Constituição Federal, tem-se no artigo 198 que a assistência à saúde é livre à iniciativa privada.
II. As ações e serviços públicos de saúde que formam o SUS devem ser organizados de acordo com a diretriz do atendimento integral, com prioridade para as atividades apenas de promoção da saúde, sem prejuízo dos serviços assistenciais.
III. As ações e serviços de saúde são de relevância pública, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita apenas de forma direta.
IV. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico.
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- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
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- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Questão 18 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Mãos visíveis do mercado Continua aberta a temporada das cobranças das doações de empresas de planos privados de saúde nas últimas eleições. O volume de recursos repassados em 2014 foi cinco vezes maior do que em 2010. Mas os valores repassados não são medidores adequados de mudanças que favorecem os negócios de empresários da saúde. A seleção dos destinatários das doações não é um ato de troca simples. A propensão à concordância prévia com a ampliação do mercado de planos privados certamente é um critério que orienta a escolha dos beneficiários de doações. Dentro das regras legais, a rota do dinheiro pode ser traçada para reeleger declarados defensores dos interesses privados, direcionar-se aos mais influentes ou à busca de novos aliados. O apoio financeiro dos planos auxiliou na eleição da presidente da República, três governadores, três senadores, quase 30 deputados federais e 25 estaduais. O jogo tem final incerto, outros 70 candidatos apoiados não foram eleitos. Contudo, o saldo dos investimentos na base política comprometida com a privatização parece ser muito positivo. O deputado Eduardo Cunha, do PMDB, presidente da Câmara e um dos beneficiados por doações dos planos, vem se notabilizando, entre outras atividades, por apresentar e aprovar normas que favorecem os negócios privados na saúde. A última delas, a proposta de emenda constitucional 451, obrigando todos os empregadores, de trabalhadores urbanos e rurais, a fornecerem planos privados de saúde, se refere à criação de um extenso mercado por decreto estatal. Desta vez, a proposta de alterar mais uma vez o texto sobre saúde da Constituição não veio embrulhada em medidas provisórias X-tudo, mas o feitio assertivo-autoritário, completamente desrespeitoso com os objetivos do SUS, é o mesmo das alterações antecedentes. Discordâncias sobre o SUS, em particular a respeito de sua efetivação, não são o mesmo que a imposição de doutrinas e políticas de saúde, não apresentadas aos contribuintes ou aos eleitores durante o processo eleitoral e comprovadamente fracassadas. Nenhum candidato, especialmente os que concorreram aos cargos majoritários, disse que ia acabar ou esvaziar a saúde pública. O SUS não tem e não terá lobby, fundamenta-se no voto de cada um. Os que poderiam se apresentar para o debate sobre o mais direito para uns que para outros, como centrais sindicais, entidades médicas e de profissionais de saúde e associações de moradores, estão ocupados com outros assuntos. O ajuste fiscal, Petrobras, salários, falência de cooperativas, tabelas de remuneração, transporte, moradia e negociações coletivas incluindo planos privados, deixam pouco espaço para a saúde pública. O silêncio, na realidade as dificuldades dos trabalhadores para participar de decisões, é interpretado como consentimento. Fica valendo o imediatismo, o ou isso ou aquilo, que um plano de saúde barato, com coberturas virtuais na mão, é muito melhor do que um SUS voando [continua]. BAHIA, Ligia. Mãos visíveis do mercado. O Globo. 16/03/2015 (disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida., acessado em 11 jul. 2015).
Com base no texto 'Mãos visíveis do mercado', leia as afirmativas a seguir:
I. As ações e serviços públicos de saúde que formam o SUS devem ser organizados de acordo com a diretriz da participação da comunidade.
II. As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.
III. O artigo 196 afirma que a saúde é direito de todos e dever do Estado.
IV. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: E
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Questão 19 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Mãos visíveis do mercado Continua aberta a temporada das cobranças das doações de empresas de planos privados de saúde nas últimas eleições. O volume de recursos repassados em 2014 foi cinco vezes maior do que em 2010. Mas os valores repassados não são medidores adequados de mudanças que favorecem os negócios de empresários da saúde. A seleção dos destinatários das doações não é um ato de troca simples. A propensão à concordância prévia com a ampliação do mercado de planos privados certamente é um critério que orienta a escolha dos beneficiários de doações. Dentro das regras legais, a rota do dinheiro pode ser traçada para reeleger declarados defensores dos interesses privados, direcionar-se aos mais influentes ou à busca de novos aliados. O apoio financeiro dos planos auxiliou na eleição da presidente da República, três governadores, três senadores, quase 30 deputados federais e 25 estaduais. O jogo tem final incerto, outros 70 candidatos apoiados não foram eleitos. Contudo, o saldo dos investimentos na base política comprometida com a privatização parece ser muito positivo. O deputado Eduardo Cunha, do PMDB, presidente da Câmara e um dos beneficiados por doações dos planos, vem se notabilizando, entre outras atividades, por apresentar e aprovar normas que favorecem os negócios privados na saúde. A última delas, a proposta de emenda constitucional 451, obrigando todos os empregadores, de trabalhadores urbanos e rurais, a fornecerem planos privados de saúde, se refere à criação de um extenso mercado por decreto estatal. Desta vez, a proposta de alterar mais uma vez o texto sobre saúde da Constituição não veio embrulhada em medidas provisórias X-tudo, mas o feitio assertivo-autoritário, completamente desrespeitoso com os objetivos do SUS, é o mesmo das alterações antecedentes. Discordâncias sobre o SUS, em particular a respeito de sua efetivação, não são o mesmo que a imposição de doutrinas e políticas de saúde, não apresentadas aos contribuintes ou aos eleitores durante o processo eleitoral e comprovadamente fracassadas. Nenhum candidato, especialmente os que concorreram aos cargos majoritários, disse que ia acabar ou esvaziar a saúde pública. O SUS não tem e não terá lobby, fundamenta-se no voto de cada um. Os que poderiam se apresentar para o debate sobre o mais direito para uns que para outros, como centrais sindicais, entidades médicas e de profissionais de saúde e associações de moradores, estão ocupados com outros assuntos. O ajuste fiscal, Petrobras, salários, falência de cooperativas, tabelas de remuneração, transporte, moradia e negociações coletivas incluindo planos privados, deixam pouco espaço para a saúde pública. O silêncio, na realidade as dificuldades dos trabalhadores para participar de decisões, é interpretado como consentimento. Fica valendo o imediatismo, o ou isso ou aquilo, que um plano de saúde barato, com coberturas virtuais na mão, é muito melhor do que um SUS voando [continua]. BAHIA, Ligia. Mãos visíveis do mercado. O Globo. 16/03/2015 (disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida., acessado em 11 jul. 2015).
Com base no texto 'Mãos visíveis do mercado', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto e sobre a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda alguns princípios, como: participação da comunidade e igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
II. De acordo com a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, são atribuições comuns aos entes federados: elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde, tendo em vista a sua relevância pública.
III. A direção do SUS é única, sendo exercida em cada esfera do governo.
IV. As Comissões intergestores Bipartite e Tripartite são reconhecidos como foros de negociação e pactuação entre gestores sobre aspectos operacionais do SUS.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: E
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Questão 20 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Mãos visíveis do mercado Continua aberta a temporada das cobranças das doações de empresas de planos privados de saúde nas últimas eleições. O volume de recursos repassados em 2014 foi cinco vezes maior do que em 2010. Mas os valores repassados não são medidores adequados de mudanças que favorecem os negócios de empresários da saúde. A seleção dos destinatários das doações não é um ato de troca simples. A propensão à concordância prévia com a ampliação do mercado de planos privados certamente é um critério que orienta a escolha dos beneficiários de doações. Dentro das regras legais, a rota do dinheiro pode ser traçada para reeleger declarados defensores dos interesses privados, direcionar-se aos mais influentes ou à busca de novos aliados. O apoio financeiro dos planos auxiliou na eleição da presidente da República, três governadores, três senadores, quase 30 deputados federais e 25 estaduais. O jogo tem final incerto, outros 70 candidatos apoiados não foram eleitos. Contudo, o saldo dos investimentos na base política comprometida com a privatização parece ser muito positivo. O deputado Eduardo Cunha, do PMDB, presidente da Câmara e um dos beneficiados por doações dos planos, vem se notabilizando, entre outras atividades, por apresentar e aprovar normas que favorecem os negócios privados na saúde. A última delas, a proposta de emenda constitucional 451, obrigando todos os empregadores, de trabalhadores urbanos e rurais, a fornecerem planos privados de saúde, se refere à criação de um extenso mercado por decreto estatal. Desta vez, a proposta de alterar mais uma vez o texto sobre saúde da Constituição não veio embrulhada em medidas provisórias X-tudo, mas o feitio assertivo-autoritário, completamente desrespeitoso com os objetivos do SUS, é o mesmo das alterações antecedentes. Discordâncias sobre o SUS, em particular a respeito de sua efetivação, não são o mesmo que a imposição de doutrinas e políticas de saúde, não apresentadas aos contribuintes ou aos eleitores durante o processo eleitoral e comprovadamente fracassadas. Nenhum candidato, especialmente os que concorreram aos cargos majoritários, disse que ia acabar ou esvaziar a saúde pública. O SUS não tem e não terá lobby, fundamenta-se no voto de cada um. Os que poderiam se apresentar para o debate sobre o mais direito para uns que para outros, como centrais sindicais, entidades médicas e de profissionais de saúde e associações de moradores, estão ocupados com outros assuntos. O ajuste fiscal, Petrobras, salários, falência de cooperativas, tabelas de remuneração, transporte, moradia e negociações coletivas incluindo planos privados, deixam pouco espaço para a saúde pública. O silêncio, na realidade as dificuldades dos trabalhadores para participar de decisões, é interpretado como consentimento. Fica valendo o imediatismo, o ou isso ou aquilo, que um plano de saúde barato, com coberturas virtuais na mão, é muito melhor do que um SUS voando [continua]. BAHIA, Ligia. Mãos visíveis do mercado. O Globo. 16/03/2015 (disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida., acessado em 11 jul. 2015).
Com base no texto 'Mãos visíveis do mercado', leia as afirmativas a seguir:
I. No Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011 não se discorre acerca da assistência à saúde realizada pela a iniciativa privada.
II. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, as normas de elaboração e fluxos do Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde serão pactuados pela CIB, cabendo à Secretaria de Saúde Estadual coordenar a sua implementação.
III. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, o controle e a fiscalização do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde será realizado pelo Sistema Nacional de Auditoria e Avaliação do SUS.
IV. Pelo Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011, o Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde conterá a seguinte disposição essencial: indicadores e metas de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 21 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', marque a opção INCORRETA
- A) Segundo o texto, em 2015, apenas o Espírito Santo, o Distrito Federal e o Amazonas tiveram aumento dos casos de dengue, em relação ao ano de 2014. Neste sentido, mobilizações são imprescindíveis para reverter esse índice, segundo o ministro da Saúde.
- B) Conforme aponta o texto, houve redução do número de casos, de ocorrências graves e dos óbitos no ano anterior. Esse fenômeno fez como que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações em alguns locais.
- C) O texto afirma que, além do alto índice de casos de dengue, o estado São Paulo concentra um considerável número de mortos, devido à doença, quando comparado às outras unidades da federação.
- D) É possível inferir do texto que existe uma mobilização em torno de uma vacina contra a dengue.
- E) Segundo o texto, os eventos climáticos representam um dos fatores que explicam a situação epidêmica em 2015.
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Gabarito oficial: A
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Questão 22 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', marque a opção INCORRETA
- A) No trecho: “Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas.” O uso de “neste” (em+este) e o de outras expressões, como “na comparação com 2014”, etc. indicam ao leitor que a notícia foi veiculada no ano de 2015.
- B) No fragmento: “O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue.” No trecho, o uso do acento grave é devido ao fato de “agência” e “vacina” serem palavras masculinas.
- C) Nos trechos seguintes, o conectivo “pois” estabelece valor de explicação e conclusão, respectivamente: “O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência”./ O ministro destacou, pois, que é fundamental olhar os estados para definir o plano de contingência.
- D) No trecho: “Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que...”. Iniciando a frase com a conjunção “embora”, a reescrita estaria correta do seguinte modo: “Embora aposte na vacina como medida de prevenção, ele disse que...”.
- E) No trecho: “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar...”. A oração intercalada por vírgulas tem, neste caso, valor semântico explicativo.
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Gabarito oficial: B
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Questão 23 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', marque a opção INCORRETA
- A) O uso das aspas, no primeiro parágrafo do texto, serve para marcar a fala do ministro da Saúde, Arthur Chioro.
- B) No trecho: “O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência”. O conectivo “pois” tem valor semântico explicativo.
- C) No trecho: “O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos...”, a palavra “ainda” é um advérbio utilizado com a intenção de anunciar o discurso de uma pessoa que já se posicionou anteriormente, no texto.
- D) No trecho: “Sabemos que esse número aumentará”, há uma locução verbal que imprime o sentido de possibilidade.
- E) A palavra “doença”, citada várias vezes no texto, é o hiperônimo de vários outros termos, como: gripe, malária, dengue, artrite.
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Gabarito oficial: D
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Questão 24 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', leia as afirmativas a seguir:
I. A ideia central do texto é a de que o Brasil passa por uma epidemia de Dengue e recebe apoio de organizações internacionais, como a Anvisa, para controlar o avanço da doença e a proliferação do Aedes aegypti.
II. Segundo o texto, o frio ajuda a diminuir o impacto da dengue, mas as estatísticas ainda devem indicar crescimento por causa dos meses de maio e junho.
III. O texto aponta que o único critério apresentado pela OMS para caracterizar a epidemia de Dengue no Brasil foi a incidência da doença no país, que chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes.
IV. Mesmo o estado de São Paulo apresentando mais da metade dos casos de dengue do país, em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, segundo o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
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Questão 25 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', leia as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento.” O conectivo “embora” marca o início de uma ideia de concessão.
II. No trecho: “Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.” O conectivo “apesar de” marca de uma ideia de explicação.
III. No trecho: “Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio.” O pronome “isso” é um elemento coesivo responsável por retomar uma ideia que foi citada anteriormente.
IV. No trecho: “O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue”, há uma conjunção adversativa.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: C
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Questão 26 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro (Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil) O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia. Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse. São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes). O ministro destacou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou. O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa (sic) em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.” Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse. O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.
(Adaptado. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-05/pais-vive-epidemia-de-dengue-diz-chioro)
Com base no texto 'Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz Chioro', leia as afirmativas a seguir:
I. No trecho seguinte, poderíamos fazer a substituição dos dois pontos pelo sinal de interrogação, sem acarretar prejuízo para o sentido original do texto: “Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas”.
II. Por se tratar de um texto com ênfase na informação precisa, a autora se utiliza de algumas palavras e expressões para situar o leitor no espaço e no tempo, em várias passagens. Exemplos disso são marcadores temporais, como “hoje”, “após”, “quando”, “neste ano” e expressões locativas, como “na capital paulista”, entre outras.
III. No fragmento: “Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.” O pronome “ele” faz uma retomada da expressão Instituto Butantan.
IV. O uso das aspas, no primeiro parágrafo do texto, serve para marcar a fala do jornalista, redator da notícia.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: B
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Questão 27 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso (Publicado em 30/04/2015, às 23h04) Para cada dois dias de abastecimento, outros 28 sem água. Essa é a realidade que começa a vigorar nesta sexta-feira (1º) em Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco. O município está na lista de 15 cidades do Agreste do Estado que começam a passar por um regime especial de abastecimento. Além de Santa Cruz, mais cinco municípios do polo vão ser afetados pela falta de água. O racionamento preocupa muito os produtores, que temem o colapso da indústria na região. O cronograma diferenciado de fornecimento de água foi divulgado na semana passada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A ideia é poupar a Barragem de Jucazinho, localizada na cidade de Surubim, que se encontra com cerca de 8% da capacidade represamento total, que é de 300 milhões de metros cúbicos. Em fevereiro do ano passado esse percentual era de 30%. Além de Santa Cruz, Caruaru, Toritama, Vertentes, Surubim e Riacho das Almas terão que seguir um calendário próprio de abastecimento. Em Caruaru, por exemplo, 40% da cidade vão ficar três dias com água para cada quatro sem e, em 60%, serão quatro dias com água para cada três sem. Em Toritama, serão até 12 dias sem água para cada dois com o abastecimento do recurso natural. “O racionamento das cidades já vinha acontecendo e os empresários começaram a procurar alternativas para superar o problema. Mas esse anúncio nos preocupa e muito, porque inclui cidades que até então não eram tão afetadas, como Caruaru. É preciso haver um planejamento de longo prazo, já que esse é um problema cíclico. Ou a gente se prepara, ou não vai mais ter indústria aqui”, diz Edilson Tavares, presidente do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco. A solução que vem sendo adotada pelas empresas consiste basicamente em comprar carros-pipa próprios para buscar água. Essa alternativa, no entanto, vem se tornando cada vez mais cara. “Cada vez os reservatórios estão mais distantes e fica mais oneroso por conta do custo do combustível”, reclama Arnaldo Xavier, dono da Rota do Mar, maior empresa de Santa Cruz. Mesmo só enviando 15% dos seus produtos para a lavanderia, a empresa precisa de um caminhão de 72 mil litros de água por dia para a manutenção da fábrica e fornecimento para os funcionários. A água é essencial para a confecção, já que muitos produtos - como o jeans - precisam necessariamente ser encaminhados às lavanderias durante o processo produtivo, antes mesmo de receberem o acabamento. Em todo o polo, são cerca de 250 empresas que atuam apenas como lavanderias. “Uma solução que estamos avaliando é que a indústria reutilize a água usada nas residências. Em Toritama, por exemplo, vimos que a água que abastece as casas é suficiente para atender as lavanderias. Estamos estudando exemplos em São Paulo e na Bahia onde isso vem dando certo. Se tudo continuar como está, vamos chegar ao colapso”, conclui Edilson Tavares.
(Adaptado. Disponível em: http://m.jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2015/04/30/diante-de-racionamento-de-agua-polo-de-confeccoes-do-agreste-teme-colapso-179291.php)
Com base no texto 'Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto afirma que, além de Santa Cruz do Capibaribe, mais algumas cidades do principal Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco serão afetas pela crise no abastecimento de água. Sendo assim, o racionamento na distribuição de água incomoda os produtores da indústria têxtil da região.
II. A Compesa, empresa responsável pelo abastecimento de água, providenciou um cronograma diferenciado de fornecimento do recurso natural, visando poupar a Barragem de Jucazinho.
III. Como aponta o texto, o racionamento de água tem deixado os empresários preocupados, mas eles buscam alternativas de solução para o problema e acreditam no fortalecimento da indústria na região.
IV. Depreende-se do texto que, a partir de uma data específica, todas as cidades do Agreste e do Sertão Pernambucano serão obrigadas a passar por um racionamento de água.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 28 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso (Publicado em 30/04/2015, às 23h04) Para cada dois dias de abastecimento, outros 28 sem água. Essa é a realidade que começa a vigorar nesta sexta-feira (1º) em Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco. O município está na lista de 15 cidades do Agreste do Estado que começam a passar por um regime especial de abastecimento. Além de Santa Cruz, mais cinco municípios do polo vão ser afetados pela falta de água. O racionamento preocupa muito os produtores, que temem o colapso da indústria na região. O cronograma diferenciado de fornecimento de água foi divulgado na semana passada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A ideia é poupar a Barragem de Jucazinho, localizada na cidade de Surubim, que se encontra com cerca de 8% da capacidade represamento total, que é de 300 milhões de metros cúbicos. Em fevereiro do ano passado esse percentual era de 30%. Além de Santa Cruz, Caruaru, Toritama, Vertentes, Surubim e Riacho das Almas terão que seguir um calendário próprio de abastecimento. Em Caruaru, por exemplo, 40% da cidade vão ficar três dias com água para cada quatro sem e, em 60%, serão quatro dias com água para cada três sem. Em Toritama, serão até 12 dias sem água para cada dois com o abastecimento do recurso natural. “O racionamento das cidades já vinha acontecendo e os empresários começaram a procurar alternativas para superar o problema. Mas esse anúncio nos preocupa e muito, porque inclui cidades que até então não eram tão afetadas, como Caruaru. É preciso haver um planejamento de longo prazo, já que esse é um problema cíclico. Ou a gente se prepara, ou não vai mais ter indústria aqui”, diz Edilson Tavares, presidente do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco. A solução que vem sendo adotada pelas empresas consiste basicamente em comprar carros-pipa próprios para buscar água. Essa alternativa, no entanto, vem se tornando cada vez mais cara. “Cada vez os reservatórios estão mais distantes e fica mais oneroso por conta do custo do combustível”, reclama Arnaldo Xavier, dono da Rota do Mar, maior empresa de Santa Cruz. Mesmo só enviando 15% dos seus produtos para a lavanderia, a empresa precisa de um caminhão de 72 mil litros de água por dia para a manutenção da fábrica e fornecimento para os funcionários. A água é essencial para a confecção, já que muitos produtos - como o jeans - precisam necessariamente ser encaminhados às lavanderias durante o processo produtivo, antes mesmo de receberem o acabamento. Em todo o polo, são cerca de 250 empresas que atuam apenas como lavanderias. “Uma solução que estamos avaliando é que a indústria reutilize a água usada nas residências. Em Toritama, por exemplo, vimos que a água que abastece as casas é suficiente para atender as lavanderias. Estamos estudando exemplos em São Paulo e na Bahia onde isso vem dando certo. Se tudo continuar como está, vamos chegar ao colapso”, conclui Edilson Tavares.
(Adaptado. Disponível em: http://m.jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2015/04/30/diante-de-racionamento-de-agua-polo-de-confeccoes-do-agreste-teme-colapso-179291.php)
Com base no texto 'Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso', leia as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Além de Santa Cruz, Caruaru, Toritama, Vertentes, Surubim e Riacho das Almas terão que seguir um calendário próprio de abastecimento”, as vírgulas foram utilizadas para separar entre si elementos dispostos em enumeração. Neste caso, os nomes das cidades que, além de Santa Cruz, seguirão um calendário próprio de abastecimento.
II. Palavras como “município” e “indústria” são acentuadas pelo mesmo motivo.
III. As palavras: “Solução” e “água” (último parágrafo) são oxítonas.
IV. No trecho: “Se tudo continuar como está, vamos chegar ao colapso”. Manteríamos o mesmo sentido se, no exemplo extraído do texto, substituíssemos a conjunção “se” por “já que”.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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Questão 29 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso (Publicado em 30/04/2015, às 23h04) Para cada dois dias de abastecimento, outros 28 sem água. Essa é a realidade que começa a vigorar nesta sexta-feira (1º) em Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco. O município está na lista de 15 cidades do Agreste do Estado que começam a passar por um regime especial de abastecimento. Além de Santa Cruz, mais cinco municípios do polo vão ser afetados pela falta de água. O racionamento preocupa muito os produtores, que temem o colapso da indústria na região. O cronograma diferenciado de fornecimento de água foi divulgado na semana passada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A ideia é poupar a Barragem de Jucazinho, localizada na cidade de Surubim, que se encontra com cerca de 8% da capacidade represamento total, que é de 300 milhões de metros cúbicos. Em fevereiro do ano passado esse percentual era de 30%. Além de Santa Cruz, Caruaru, Toritama, Vertentes, Surubim e Riacho das Almas terão que seguir um calendário próprio de abastecimento. Em Caruaru, por exemplo, 40% da cidade vão ficar três dias com água para cada quatro sem e, em 60%, serão quatro dias com água para cada três sem. Em Toritama, serão até 12 dias sem água para cada dois com o abastecimento do recurso natural. “O racionamento das cidades já vinha acontecendo e os empresários começaram a procurar alternativas para superar o problema. Mas esse anúncio nos preocupa e muito, porque inclui cidades que até então não eram tão afetadas, como Caruaru. É preciso haver um planejamento de longo prazo, já que esse é um problema cíclico. Ou a gente se prepara, ou não vai mais ter indústria aqui”, diz Edilson Tavares, presidente do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco. A solução que vem sendo adotada pelas empresas consiste basicamente em comprar carros-pipa próprios para buscar água. Essa alternativa, no entanto, vem se tornando cada vez mais cara. “Cada vez os reservatórios estão mais distantes e fica mais oneroso por conta do custo do combustível”, reclama Arnaldo Xavier, dono da Rota do Mar, maior empresa de Santa Cruz. Mesmo só enviando 15% dos seus produtos para a lavanderia, a empresa precisa de um caminhão de 72 mil litros de água por dia para a manutenção da fábrica e fornecimento para os funcionários. A água é essencial para a confecção, já que muitos produtos - como o jeans - precisam necessariamente ser encaminhados às lavanderias durante o processo produtivo, antes mesmo de receberem o acabamento. Em todo o polo, são cerca de 250 empresas que atuam apenas como lavanderias. “Uma solução que estamos avaliando é que a indústria reutilize a água usada nas residências. Em Toritama, por exemplo, vimos que a água que abastece as casas é suficiente para atender as lavanderias. Estamos estudando exemplos em São Paulo e na Bahia onde isso vem dando certo. Se tudo continuar como está, vamos chegar ao colapso”, conclui Edilson Tavares.
(Adaptado. Disponível em: http://m.jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2015/04/30/diante-de-racionamento-de-agua-polo-de-confeccoes-do-agreste-teme-colapso-179291.php)
Com base no texto 'Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso', leia as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Essa é a realidade que começa a vigorar nesta sexta-feira (1º) em Santa Cruz do Capibaribe...”, o pronome “essa” retoma toda a ideia citada no período anterior: “Para cada dois dias de abastecimento, outros 28 sem água”.
II. A regência do verbo “chegar” em “vamos chegar ao colapso” (último parágrafo do texto) é a mesma que ocorre com o verbo “preferir” em: “Ele prefere ir para a cadeia a realizar uma tarefa corretiva”.
III. No trecho: “... reclama Arnaldo Xavier, dono da Rota do Mar, maior empresa de Santa Cruz”, há duas expressões com valor explicativo. A primeira (“dono da Rota do Mar”) esclarece quem é Arnoldo Xavier e a segunda (“maior empresa de Santa Cruz”) confere um significado ao termo Rota do Mar.
IV. No trecho: “Mesmo só enviando 15% dos seus produtos para a lavanderia, a empresa precisa de um caminhão de 72 mil litros de água por dia para a manutenção da fábrica e fornecimento para os funcionários.” A vírgula ocorre pelo mesmo motivo que em: “Fazendo isto, todos cumprirão o acordo.”.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
Ver gabarito
Gabarito oficial: D
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Questão 30 · ADM&TEC · 2015 · Pref. Lagoa do Ouro-PE
Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso (Publicado em 30/04/2015, às 23h04) Para cada dois dias de abastecimento, outros 28 sem água. Essa é a realidade que começa a vigorar nesta sexta-feira (1º) em Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco. O município está na lista de 15 cidades do Agreste do Estado que começam a passar por um regime especial de abastecimento. Além de Santa Cruz, mais cinco municípios do polo vão ser afetados pela falta de água. O racionamento preocupa muito os produtores, que temem o colapso da indústria na região. O cronograma diferenciado de fornecimento de água foi divulgado na semana passada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A ideia é poupar a Barragem de Jucazinho, localizada na cidade de Surubim, que se encontra com cerca de 8% da capacidade represamento total, que é de 300 milhões de metros cúbicos. Em fevereiro do ano passado esse percentual era de 30%. Além de Santa Cruz, Caruaru, Toritama, Vertentes, Surubim e Riacho das Almas terão que seguir um calendário próprio de abastecimento. Em Caruaru, por exemplo, 40% da cidade vão ficar três dias com água para cada quatro sem e, em 60%, serão quatro dias com água para cada três sem. Em Toritama, serão até 12 dias sem água para cada dois com o abastecimento do recurso natural. “O racionamento das cidades já vinha acontecendo e os empresários começaram a procurar alternativas para superar o problema. Mas esse anúncio nos preocupa e muito, porque inclui cidades que até então não eram tão afetadas, como Caruaru. É preciso haver um planejamento de longo prazo, já que esse é um problema cíclico. Ou a gente se prepara, ou não vai mais ter indústria aqui”, diz Edilson Tavares, presidente do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco. A solução que vem sendo adotada pelas empresas consiste basicamente em comprar carros-pipa próprios para buscar água. Essa alternativa, no entanto, vem se tornando cada vez mais cara. “Cada vez os reservatórios estão mais distantes e fica mais oneroso por conta do custo do combustível”, reclama Arnaldo Xavier, dono da Rota do Mar, maior empresa de Santa Cruz. Mesmo só enviando 15% dos seus produtos para a lavanderia, a empresa precisa de um caminhão de 72 mil litros de água por dia para a manutenção da fábrica e fornecimento para os funcionários. A água é essencial para a confecção, já que muitos produtos - como o jeans - precisam necessariamente ser encaminhados às lavanderias durante o processo produtivo, antes mesmo de receberem o acabamento. Em todo o polo, são cerca de 250 empresas que atuam apenas como lavanderias. “Uma solução que estamos avaliando é que a indústria reutilize a água usada nas residências. Em Toritama, por exemplo, vimos que a água que abastece as casas é suficiente para atender as lavanderias. Estamos estudando exemplos em São Paulo e na Bahia onde isso vem dando certo. Se tudo continuar como está, vamos chegar ao colapso”, conclui Edilson Tavares.
(Adaptado. Disponível em: http://m.jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2015/04/30/diante-de-racionamento-de-agua-polo-de-confeccoes-do-agreste-teme-colapso-179291.php)
Com base no texto 'Diante de racionamento de água, polo de confecções do Agreste teme colapso', leia as afirmativas a seguir:
I. Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco, além de outras cidades, terão um cronograma diferenciado abastecimento de água nas regiões afetadas pela escassez desse recurso.
II. Segundo o texto, uma solução encontrada pelas empresas para superar o problema do racionamento consiste basicamente na compra de carros-pipa próprios para buscar água em reservatórios, mas estes vão ficando cada vez mais distantes. Logo, acaba se tornando uma alternativa muito cara.
III. O objetivo fundamental do texto é evidenciar que Santa Cruz do Capibaribe, principal cidade do Polo de Confecções Têxteis de Pernambuco, não passará por transformações no abastecimento de água.
IV. Uma das alternativas sugeridas por um empresário para ajudar a indústria do polo têxtil é reutilizar a água usada nas residências da região metropolitana das grandes capitais como fizeram o governo da Bahia e o de São Paulo.
Marque a alternativa CORRETA:
- A) Nenhuma afirmativa está correta.
- B) Apenas uma afirmativa está correta.
- C) Apenas duas afirmativas estão corretas.
- D) Apenas três afirmativas estão corretas.
- E) Todas as afirmativas estão corretas.
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Gabarito oficial: C
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